O cliente nem sempre sabe o que quer.
Aqui no Saia do Lugar já falamos sobre como ouvir o cliente e como se colocar em seu lugar, sempre com o intuito de coletar informações mais precisas sobre como melhorar a vida dele, já que nem sempre uma pergunta direta lhe dará as informações necessárias.

O cliente nem sempre sabe o que quer
Deixe fluir e não interfira: Se o cliente está fornecendo informações úteis, não o interrompa para se prender ao questionário ou ao tempo – tenha a meta em mente: conseguir informações úteis. Além disso, lembre-se que você quer as opiniões do entrevistado; então, evite influenciá-lo.
Promova estímulos visuais e testes: Leve produtos dos concorrentes, seu protótipo, produtos com funções próximas ao seu ou fotos/figuras – esse tipo de estímulo possibilita a reação primária do entrevistado ao seu produto e ao uso dele. Se for possível, peça para a pessoa utilizar os exemplares levados e observe seu comportamento.
Observe expressões e reações: Tudo que é espontâneo tende a ser mais verdadeiro – é com esse tipo de reação que você pode captar aquilo que o entrevistado nunca pensaria em falar. Observe muito atentamente as expressões faciais, o posicionamento do corpo ou mesmo como a pessoa segura o produto.
Aproveite a ponta: Se você ouvir ou perceber o entrevistado levantar algum ponto interessante, faça perguntas para entender melhor o que ele quer dizer. Perguntas inesperadas tem o poder de revelar pontos totalmente novos no uso e é uma etapa essencial no processo de desenvolvimento de produto – então aproveite as pontas que surgirem para isso.
Lembre-se, pesquisas de mercado são essenciais para a concepção de qualquer produto, mesmo que ele não tenha um competidor direto – sempre existirão produtos substitutos ou o “nada” para combatê-lo. Por isso, capriche na coleta de informações.





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