8 motivos para não temer os gigantes

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Este texto faz parte da coluna da Plataforma Brasil feito especialmente para os leitores do Saia do Lugar.

Empreender é um ato de coragem, isso já é conhecido.

Desafios, desencontros, tombos e derrapadas fazem parte da história e muitas vezes do cotidiano de qualquer empresário que se preze. Ele, o empreendedor, é antes de tudo um aventureiro, um desbravador (responsável, capaz, eficiente e organizado se quiser sobreviver) e não é por outro motivo que um dos principais fatores de sua motivação, extrapola os benefícios óbvios de se erguer um negócio sólido e rentável, e passa pelo prazer de olhar para traz os desafios que foram vencidos, um a um.

No entanto, há algo que constantemente intimida aqueles que se encontram na fase inicial da aventura. Trata-se dos Gigantes do Mercado. As grandes empresas, com suas marcas que brilham no embalo de cifrões e cifrões investidos em marketing, inovação, recursos humanos e tecnologia.

Como enfrentar concorrentes maiores

Como enfrentar concorrentes maiores

Felizmente, não são raras as histórias de empresas pequenas que foram bem sucedidas ao disputar o espaço com poderosos concorrentes. Mas nesses casos, três ingredientes fizeram toda a diferença: coragem, senso crítico e criatividade.

Essa explosiva composição, permitiu a esses empreendedores a seguinte observação:

  1. Em muitos casos a fabulosa eficiência corporativa das grandes empresas, não passa de um mito;
  2. Determinados produtos e serviços originados em estruturas pequenas mas muito eficientes, podem sim, ser oferecidos a preços muito mais competitivos, e sem prejuízo da qualidade;
  3. Um processo de decisão ágil e eficaz, desde que bem aplicado, significa um diferencial de imediata percepção;
  4. O processo de  inovação, e a transformação de informação em conhecimento pode fluir e se desenvolver de forma muito mais contundente em organizações pequenas e compostas por equipes enxutas;
  5. Ser pequeno pode se tornar uma imensa vantagem competitiva em cenários conturbados, que exijam velocidade de transformação e adaptação;
  6. A inexistência da retórica corporativa padrão ou das guerras internas pelo poder, são antes de tudo um alívio;
  7. A maioria das grandes empresas ou marcas, um dia começaram do nada;
  8. É mais fácil implementar mudanças e correções de rotas em estruturas empresariais pequenas, do que em organizações com mais de 300 colaboradores.

Para finalizar, destaco aquilo que já afirmei em alguns textos e artigos: Empreender é antes de tudo uma atitude, um modo de viver.

Recorrerei então à frase do emblemático empreendedor Richard Branson, o bilionário britânico fundador do conglomerado Virgin “Não tenha medo dos caras grandes”.

Um abraço e até o próximo
Gustavo Chierighini, da Plataforma Brasil

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  • Hydrogen

    Um belo exemplo de uma empresa pequena que um dia teve que competir diretamente com um gigante é a Apple, que de dentro de uma garagem, onde tudo começou, conseguiu botar medo na gigante IBM e aos poucos se tornou a empresa que hoje conhecemos.

  • Gervásio Menezes

    Se você não se esforçar, nem pequeno você conseguirá ser, simplesmente será invisível!

    Vai ter com a formiga, ó
    preguiçoso, considera os seus caminhos, e sê sábio; a qual, não tendo chefe,
    nem superintendente, nem governador, no verão faz a provisão do seu mantimento,
    e ajunta o seu alimento no tempo da ceifa. Oh! preguiçoso, até quando ficarás
    deitado? Quando te levantarás do teu sono? Um pouco para dormir, um pouco para
    toscanejar, um pouco para cruzar as mãos em repouso; assim te sobrevirá a tua
    pobreza como um ladrão, e a tua necessidade Como um homem armado.

    Provérbios
    6:6-11