As características de um bom plano de marketing

Se você está lançando um produto ou reposicionando seu produto no mercado, você provavelmente vai começar esse processo através de um Plano de Marketing.

É um momento mágico, quando você começa a imaginar como o seu produto vai virar uma venda e assim tornar você e o seu cliente pessoas mais felizes. O Plano de Marketing serve justamente para planejar os passos para que essa “transformação” seja feita da melhor maneira possível.

Plano de Marketing

Plano de Marketing: o caminho entre produto e venda

Um bom Plano de Marketing tem algumas características básicas:

Uma boa análise Oferta X Demanda
Entender qual é a dinâmica do mercado em que você entrando é extremamente importante. Além de conhecer as necessidades do seu cliente e saber como ele as satisfaz atualmente, você precisa também conhecer como irá estabelecer sua marca, quais os possíveis canais de distribuição, conhecer qual o seu maior diferencial para o seu cliente, política de preços etc.

Isso não significa que você vai fazer tudo igual ao que existe, muito pelo contrário: conhecer o mercado é a melhor forma de criar diferenciais competitivos que vão te destacar.

Uma lista de ações priorizadas
Agora que você sabe qual é o posicionamento que você quer ter, como você vai chegar lá? Quais são as ações pra você fortalecer sua marca? Quais serão os próximos canais de venda que serão usados? Faremos promoções, quando, como e quanto?

Definir ações prioritárias (lembre-se, é impossível que TUDO seja prioridade), te ajuda a ter foco e crescer estruturadamente dentro do seu mercado.

Métricas
“O que não é medido não é gerenciado”. Não sei quem falou isso, mas essa frase também vale pra esse caso.

Por exemplo, se você precisa fazer uma campanha por telefone. Quantas ligações você irá fazer por dia? Dessas ligações, quantas serão convertidas em vendas?

Fazer um planejamento desses números e avaliar se eles fazem sentido na prática é fundamental pra que você possa sempre melhorar seus processos.

Se você ainda se sente inseguro com alguns fundamentos de marketing e quer fazer um bom plano de Marketing, uma boa opção é curso à distância de Marketing da Anhembi Morumbi. Clique aqui para entender mais sobre o curso.

Abraços,
Luiz Piovesana (trabalhando nas prioridades do plano de marketing do Empreendemia)

p.S.: Nós do Empreendemia também já passamos por isso e falamos sobre o assunto quando publicamos nosso plano de comercialização.

Hoje é o último dia da ResultsON Week!

Hoje  começa o terceiro dia do ON Week! Hoje é o tema gira em torna de ninguém menos que você! Escolhas de carreira, desenvolvimento pessoal, vocação, sabático. A programação está cheia de novos formatos e convidados muito bacanas para falar com você.

Nós estaremos por lá, representados pelo Lucas Coelho.

ResultsON Week

Confira a agenda do evento

14h00 Largue Tudo Beto Pandiani Quando é a hora de largar tudo e seguir um sonho? Um história que começa numa das baladas mais bem-sucedidas de SP e continua pelos mares do mundo.
15h00 Sabático: Tempo de Pensar Herbert Steinberg (Mesa Corporate) O desenvolvimento pessoal decorrente de um período sabático. Quando e porque fazer um sabático.
16h00 Coffee-Break
16h30 Escola da Vida e Academia Marcelo Ferraz (Wraps) e Everson Lopes (vídeo-participação – Singularity University) Qual o timing certo para se matricular em um MBA ou fazer um mochilão?
17h30 Vocação: qual é a sua? Sofia Esteves e Bruna Dias (Cia de Talentos) Como descobrir e seguir sua vocação em diferentes fases da vida.
18h30 Provocação: Medo Marcio Svartman (Satya Work) Um bate-papo franco sobre papel que o medo exerce nas nossas decisões profissionais e pessoais – para o bem e para o mal.
19h00 Coffee-Break
19h30 People’s Choice Moderação de Luiz Algarra (Papagallis) Uma palestra 2.0, ou seja, que será definida tanto pela temática do evento, palestrantes e você.
20h00 Análise: Empreendedorismo X Carreirismo Cláudio Garcia (DBM), Michel Lent (Ogilvy) e Pedro Motoryn (+Startup) Michel e Pedro no divã do Claudio: um papo-terapia sobre o caminho empreendedor, o de executivo e as opções que fazemos ao longo da carreira.
21h30 Coquetel

6 dicas para encontrar um local para o escritório

A dica de hoje foi dada por Rafael Gonçalves do portal Atitude BR.

AtitudeBR

Seis dicas para fazer da sua empresa “aquele” lugar para trabalhar

1- Ao locar uma sala comercial/escritório, não analise apenas local físico e acessos: bons restaurantes e bancos também são serviços essenciais, cuja proximidade pode afetar positivamente a produtividade de toda a equipe.

2- Cuidado com prédio muito antigos. Muitas vezes há limitação quanto à número de linhas telefônicas instaladas por andar, e alguns serviços como banda larga e TV a cabo podem não conseguir chegar até você por limitações técnicas.

3- Terei lugar para crescer? Analise se a sala atual atende à estrutura de sua empresa hoje e pelos próximos anos, dependendo do tempo de contrato. Se for de 30 meses, planeje quantos funcionários a mais você pode vir a ter nesse período, dependendo do seu plano de negócios.

4- Cuidado com reformas. Peça orçamentos e analise soluções. Uma reforma mais cara nem sempre é a melhor e a mais bem feita, e talvez também não atendas suas necessidades. A ajuda de um arquiteto, apesar de parecer cara a princípio, pode evitar um gasto posterior corrigindo alguma imperfeição ou adaptando o espaço.

5- Converse com a equipe de colaboradores, pois eles sabem do que precisam para executar seu trabalho. Uma função determinada pode precisar de mais armários do que gavetas.

6- Evite economizar em itens essenciais. Não se esqueça que além de aluguel, internet e telefone, você terá despesas com copos descartáveis, papel toalha, vassoura, canetas, papeis. Não vale a pena economizar alguns reais em coisas do dia a dia.

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Ter um ambiente de trabalho ideal e seguro é fundamental, por isso recomendo o post: Como criar um ambiente de trabalho mais seguro.

Para mais dicas sobre empreendedorismo, receba nossas dicas via RSS ou siga-nos no Twitter:@empreendemia.

Empreendedorismo tecnológico no Brasil, onde estamos?

Ontem foi ao ar o 3o episódio do Empreendecast que tratou sobre um tema que gostamos muito: o cenário do empreendedorismo tecnológico no Brasil. Nele tivemos as presenças ilustres de Diego Remus e Diego Gomes, editores dos blogs Startupi e ReadWriteWeb.

Empreendedorismo no Brasil

Inovação pode surgir de onde menos esperamos

Inovação é um meio, não um fim
É comum acharmos empreendedores que saem gritando aos quatro ventos que seu projeto é inovador. Porém, ser inovador não é necessariamente a melhor coisa do mundo, o importante é ser útil.

Ser inovador é apenas um meio para ser mais útil que o concorrente.

Copiar um modelo de fora não necessariamente é uma coisa ruim
No episódio foi citada uma frase muito boa “Empreender não é como salto ornamental. Você não ganha mais pontos por causa da dificuldade”.

Ou seja, adaptar modelos do exterior para o mercado brasileiro é uma ótima oportunidade pra quem quer diminuir seu risco.

O governo é atualmente a melhor fonte de financiamento para empresas nascentes
Apesar do mercado de investimentos ainda ser muito pequeno para empresas iniciantes, programas do governo como o PRIME têm desempenhado um papel muito importante no financiamento de novos negócios.

Só vale a pena lembrar que “Com um grande poder vem uma grande responsabilidade”. Por isso, não vamos sair pegando dinheiro do governo só por pegar. Conseguir financiamento é um meio para permitir que projetos bacanas saiam do lugar, e não o objetivo final do empreendedor.

Confira o artigo: como conseguir financiamento da FINEP.

A mídia brasileira está começando a dar mais importância para o empreeendedorismo tecnológico
Nos últimos 2 anos apareceram vários projetos (incluindo o Saia do Lugar) que começaram a conectar a comunidade focada em desenvolver novas tecnologias.

Além do nicho que está se fortalecendo, percebemos que as mídias de massa também têm dado cada vez mais destaque para empresas nascentes de tecnologia.

Por sinal, a Empreendemia esse mês apareceu na Época Negócios (confira) e na Pequenas Empresas Grandes Negócios (confira).

Conclusão
Gosto de dizer que o empreendedorismo de tecnologia no Brasil está “engatinhando a passos largos”. Ainda tem muita coisa pela frente, mas estamos no caminho certo.

Para se aprofundar no tema, não perca o episódio 3 do Empreendecast.

Abraços,
Millor Machado (muito orgulhoso por fazer parte desse movimento)

Para quebrar alguns mitos, confira nossa visão sobre o empreendedorismo no Brasil.

Saiba a hora de não vender

A dica de hoje foi dada por Barry Farber no portal Entrepreneur.com.

Não há nada que gere mais confiança em um relacionamento do que dizer ao seu cliente que o que você vende não é a melhor solução pra ele no momento. Talvez você acabe recomendando a concorrência ou outra empresa que realizará a melhor solução a longo prazo.

Fazendo isso, seu cliente não só será grato pela sua sincera resposta, como nunca voltará a questionar suas orientações no futuro. Nessas situações, seus clientes também o indicarão aos contatos deles, e não há nada mais valioso do que ser apresentado a um novo cliente desta maneira.

Ninguém gosta de perder uma oportunidade de negócio. Mas quando essa oportunidade é algo que não se encaixa perfeitamente nas necessidades de seu cliente, não force a venda. Você arriscará perder um cliente fiel e algo ainda mais valioso, sua reputação.

Prefira perder uma batalha do que perder a guerra.

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Sempre dê preferência ao bom relacionamento com o cliente ao invés de somente realizar uma venda, lembre-se: Seu cliente merece recomendações, não apenas opções.

Para mais dicas sobre como criar bons relacionamentos, receba nossas dicas via RSS ou siga-nos no Twitter:@empreendemia.

O que diferencia os empreendedores dos loucos

Como bons entusiastas do empreendedorismo no Brasil, queríamos um lugar para demonstração de novos produtos, que provassem que o Brasil é capaz de produzir tecnologias bacanas. Esse é o nosso objetivo na organização do Tire do Papel.

A única questão é que ver algo que ninguém vê é uma característica em comum que empreendedores inovadores têm em comum com pessoas que não são bem vistas na sociedade, os loucos.

Tire do Papel

Responda a pergunta: “E daí?”
Um fenômeno interessante do mercado de TI é que 97.83% das empresas fala que entrega soluções inteligentes baseadas em plataforma YT4 (ou outra sigla parecida) focadas em otimizar os processos de seus clientes.

O problema é que apesar desse discurso impressionar as pessoas, ele não responde à pergunta “E daí?”, que é o que leva alguém a comprar de você.

Se você quer convencer as pessoas que seu produto é útil, mostre o problema específico que ele resolve e como isso é feito. Confira por exemplo a ótima descrição da Pronto Casei, ganhadora do Tire do Papel 2009:

Plataforma para criação de websites personalizados para casais que estão planejando seu casamento. Mais de 4.000 casais no Brasil todo já usam o Pronto Casei para compartilhar emoções, aproximar pessoas e usufruir diversos serviços e facilidades. Buscamos explorar melhor esse potencial de negócios.

Só acredito vendo!
Existe uma frase que vem na cabeça das pessoas depois delas entenderem os benefícios do seu produto: “Quando a esmola é demais o santo desconfia”.

Para reduzir essa desconfiança, uma boa demonstração do produto faz muita diferença. Por isso é fundamental que você permita test-drives ou pelo menos mostre de forma interativa seu produto funcionando.

Esse é o objetivo da apresentação no Tire do Papel: nada de Power Points cheios de gráficos e estimativas, queremos ver o produto funcionando.

Inovação = emitir nota fiscal
Um produto viável é conhecido popularmente por ser: Bom, Bonito e Barato. Nos passos anteriores você convenceu as pessoas que seu produto é bom e bonito, agora falta mostrar que existem pessoas que o considerem barato o suficiente para pagar por isso.

Como “barato” é uma questão de percepção, o que seu produto precisa é ser comercialmente viável. Quantas inovações muito interessantes não morrem na praia por causa do seu alto custo de produção?

Quanto mais concretas forem as provas de que existem pessoas dispostas a pagar por seus produtos, melhor. Se você ainda não emitiu nenhuma nota fiscal, pelo menos tenha depoimentos de clientes mostrando intenção clara de comprar seu produto quando ele estiver pronto.

Conclusão
A Apple tem uma frase que diz “As pessoas que são loucas ao ponto de achar que podem mudar o mundo, são as que o fazem”. Porém, essa ideia serve apenas para o momento de conceber novas ideias. Na hora de vender, ser considerado louco dificilmente te ajudará.

Se você ainda não tem um produto a ser demonstrado, compre agora seu exemplar do nosso e-book Desenvolvimento de Produtos sem enrolação e comece a desenvolvê-lo.

Abraços,
Millor Machado (lutando a cada dia para não ser considerado louco)

Obs.: Para se aprofundar no tema, confira a metodologia que usamos para desenvolvimento de produtos.

Empreendedorismo = Coragem

A dica de hoje foi dada por Michele Welch no portal Young Entrepreneur.com

Empreendedorismo é uma obra de arte, mudando constantemente durante sua existência. Você está se expondo através de suas ideias e posicionamento. É necessária muita coragem para seguir o caminho do empreendedorismo.

Não existe a possibilidade de se esconder. Se você pretende ser um líder inovador que precisa ser, você precisa dar um passo na frente da multidão e ter a coragem para defender o que você acredita.

Veja, a vida de um empreendedor não se trata só do dinheiro e ter um bom estilo de vida. Isso tudo é muito bom. Porém, a jornada se trata de auto-conhecimento, conhecer o seu negócio e convencer os outros sobre suas ideias, esperanças e sonhos. Daí é deixar essas pessoas saberem que você tem algo de valor para oferecer.

Além de coragem, existem 6 características de empreendedores que consideramos fundamentais para que as outras sejam desenvolvidas. Para se aprofundar no tema, confira nossa visão sobre as características do empreendedor.

Para auxiliar sua jornada empreendedora, receba nossas dicas via RSS ou siga-nos no Twitter: @empreendemia.

Como nascem as grandes empresas

Não sei vocês, mas eu sempre tive muita curiosidade em saber como grandes impérios eram criados. Depois de um tempo, não apenas li sobre o surgimento de mega corporações como também descobri que normalmente há um padrão de crescimento de empresas.

Se você pretende mudar seu status de maluco com uma ideia (empreendedor iniciante) pra gênio visionário (empresário bem-sucedido), confira as 6 etapas necessárias pra que isso aconteça.

Como nascem as grandes empresas

Todo gigante já foi pequeno um dia

1. Concepção
Esse é o ponto em que você teve uma ideia genial e tem certeza que ela irá mudar o mundo.

Nessa etapa você tem basicamente 2 preocupações:

  1. Construir seu produto
  2. Conseguir capital suficiente pra que seu projeto não morra antes de ver a luz do dia

2. Sobrevivência
Na hora de desenvolver seu produto vale a pena ter 2 coisas em mente:

  1. Ele irá demorar mais do que o esperado para ficar pronto
  2. As vendas iniciais serão menores do que você espera

A maior preocupação nessa etapa é colher feedbacks dos primeiros clientes, melhorar seu produto e chegar a um modelo de negócios que seja capaz de garantir sua sobrevivência e te dar lucro.

3. Estabilização
Se você chegou até o ponto em que sua empresa dá lucro e sua preocupação passa de sobrevivência para expansão, parabéns! Você está em um lugar onde muitos empreendedores jamais chegaram, a lucratividade.

Na fase de sobrevivência sua empresa chegou a um modelo em que você faz alguma coisa e isso te dá dinheiro (modelo de negócios). Agora é uma questão de fazer isso mais vezes.

Nessa hora sua preocupação deixa de ser financeira (quem diria hein?) e passa a ser a contratação de pessoas capazes de executar seu modelo de negócios. É aqui que uma cultura empresarial forte e processos gerenciais bem organizados começam a fazer a diferença.

4. Crescimento
Depois de tanto trabalho, finalmente sua conta bancária está ficando bem gordinha e você sofre para atender a demanda de tantos clientes.

O lado bom é que magicamente você se torna uma pessoa mais bonita. A desvantagem é que pra que a empresa vá ainda mais longe, você ainda não poderá colher os frutos, já que eles serão usados para financiar a próxima etapa do crescimento.

5. Decolagem
Como já dizia Mufasa “Simba, chegou a hora que você deve ocupar seu lugar no ciclo da vida.”.

Na decolagem você irá expandir rapidamente sua presença em mercados maduros e irá estabelecer sua marca como referência no setor. Isso tudo exige uma grande quantidade de capital para seus esforços de marketing e contratação de pessoas.

6. Maturidade
Se você passou por todas as etapas anteriores, considere-se um vencedor.

A maior dificuldade de uma empresa madura é manter sua posição de liderança. É preciso tomar muito cuidado para não se acomodar e deixar de inovar.

Conclusão
Uma coisa que você deve ter percebido é que, cada vez mais, o empreendedor deixa de ser o cara que “coloca a mão na massa” pra ser um líder capaz de delegar tarefas.

Outra coisa importante é que planejamento é fundamental. Imagina só acordar um dia e falar “Opa! To na próxima etapa! E agora, o que faço?”. Por isso, ter conhecimento sobre liderança e gestão pode facilitar muito sua passagem por essas etapas.

Nessa área, recomendamos a Graduação Executiva em Processos Gerenciais da Anhembi Morumbi, que conta com professores experientes e inseridos no mercado.

O mais legal desse curso, além da flexibilidade na escolha das matérias, é o fato de ser focado em pessoas já com certa experiência no mercado (turmas exclusivas para pessoas acima de 24 anos), o que permite um grande networking e o surgimento de oportunidades.

A Graduação Executiva conta com grande flexibilidade de horário, o que te possibilita montar seu horário de acordo com sua agenda e capacidade financeira.

Abraços,
Millor Machado (ansioso para levar a Empreendemia até as próximas etapas)

Obs.: Esse artigo é uma adaptação da aula “Managing Business Growth” de Dennis Ceru, professor do Babson College.

4 dicas para você manter uma estrutura simples e funcional

De uma maneira básica, você pode dividir qualquer empresa em 3 grandes áreas:

  • Produto: Desenvolvimento e produção.
  • Vendas: tudo que envolve cliente, marketing e atendimento a clientes.
  • Suporte: A base funcional da empresa, como finanças, RH, jurídico etc.

Uma coisa é clara: as duas principais áreas de uma empresa são Vendas e Produto, pois sem qualquer um dos dois simplesmente não há dinheiro e, portanto, não há empresa.

Isso, de maneira alguma, tira a importância da parte de Suporte, já que se ela não for eficiente, o resto não consegue se sustentar (pelo menos não no longo prazo) e aí já era, game over.

Um exemplo animal de bom suporte

Sendo assim, o Suporte tem dois objetivos:

1- Fornecer subsídios suficientes para que Vendas e Produto não percam eficiência.

2- Não atrapalhar o show. Clientes pagam por um bom produto que foi vendido a eles. Por exemplo, num show, roadies e toda a equipe de apoio são vitais pro show sair, mas o que importa no fim é a banda tocando bem.

Pequenas empresas e startups também precisam de uma área de suporte, então reunimos aqui 4 dicas pra você manter sua estrutura bem eficiente:

1- Mantenha tudo MUITO simples

Criar procedimentos padrões, ter um baita banco de dados moderno ou um ótimo software de CRM são coisas realmente muito importantes, mas isso não significa que qualquer empreendimento deve ter a mesma complexidade de estrutura de uma empresa grande, porém menor.

O importante é criar a estrutura necessária apenas sob demanda, ou seja, manter o mais simples e fácil possível. Nenhuma empresa tem tempo e dinheiro pra desperdiçar em burocracia que não precisa.

Mas, por favor, não confunda isso com falta de planejamento: um bom Suporte se planeja e, quando a demanda aparece, ele já está com tudo encaminhado para colocar em prática.

2- Faça tudo de acordo com as leis

Como dizia nosso herói, He-man, “A maneira certa é a melhor maneira”, não só porque é o que a lei diz, mas porque isso evita muitos problemas e dores de cabeça futuras.

Tudo bem, o empreendedorismo no Brasil não é muito incentivado quando pensamos em impostos e burocracia. Criar esqueletos no armário pode até ser prático no começo, mas fará grande diferença em médio e longo prazo.

3- Tenha apoio de profissionais especializados

Seja a partir de uma equipe diversificada ou mesmo através da contratação de terceiros, ter especialistas te auxiliando como advogados, contadores etc. te salva de vários tropeços que você arranjaria por se aventurar em terras desconhecidas.

Improvisar aqui não é sempre a saída.

Porém, conhecer pelo menos um pouco sobre esses assuntos é também muito importante, já que você precisa saber contratar/lidar com esses especialistas.

4- Foco no que vai facilitar a vida de Produto e Vendas

A missão de vida de Suporte é facilitar a vida das áreas de Produto e Vendas, ou seja, qualquer estrutura que permita economia de tempo, de esforços ou de dor de cabeça é um grande ganho pra empresa como um todo.

Profissionais que sabem lidar com a parte de Suporte de uma empresa são essenciais, pois sem eles nenhuma empresa conseguiria sobreviver.

Se você quer aprender sobre o assunto, a Universidade Anhembi Morumbi acabou de abrir um programa de graduação online (ensino à distância), onde um dos cursos é exatamente o de Processos Gerenciais. Para ver mais sobre os cursos disponíveis, clique aqui.

Abraços,

Luiz Piovesana (evitando dores de cabeça com um bom Suporte)

Características de um líder: Saber elogiar as pessoas

A dica de hoje foi dada por Richard Branson no portal Entrepreneur.com

Como um bom líder você deve ser um ótimo ouvinte. Você precisa conhecer sua própria mente, porém não há motivo em impor sua opinião sobre a dos outros sem debate algum. Ninguém tem o monopólio das boas ideias e bons conselhos.

Saia de sua bolha, ouça as pessoas, aprenda com elas. Como um líder você também deve ser extremamente bom em elogiar as pessoas. Nunca critique abertamente as pessoas, nunca perca a calma e sempre elogie seus colegas pelo trabalho bem feito.

Pessoas florescem quando são elogiadas. Geralmente elas não precisam que alguém diga a elas o que fizeram de errado, pois na maioria das vezes elas já sabem disso. Se alguém não está produzindo automaticamente, não descarte essa pessoa da sua empresa logo de cara, primeiro procure algum outro trabalho que melhor encaixe no perfil dela. Na maioria dos casos, você vai encontrar algo único para cada tipo de personalidade.

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Se você deseja ser um bom líder, recomendo o post: As características do líder.

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