Uma coisa que ouvimos de vez em quando é que é impossível empreender no Brasil. Lógico que não é fácil, mas também não é impossível! Não queremos passar aquela visão otimista de copo meio cheio. No nossa visão, o copo está totalmente cheio.
Queremos muito saber a sua visão sobre o tema, estamos na torcida para gerar uma discussão bem bacana por aqui.

Alguns mitos sobre empreendedorismo no Brasil
A carga tributária é pesada demais
Até é, mas não é nada que um bom projeto não resolva. Uma coisa que precisa ficar bem clara é que os impostos são um custo variável. Ou seja, dependem do seu faturamento. Nosso sonho é um dia ter que pagar R$1 bilhão em impostos.
Sabendo que os impostos diminuem sua margem, a melhor solução é criar produtos de alto valor agregado ao invés de ficar lutando para ser o mais barato. É aí que vale a pena ler o que Silvio Meira diz sobre inovação tecnológica e criar algo memorável.
Não vale a pena seguir a lei
Tudo bem que se você sair dos trilhos o BOPE não vai descer de helicoptero na sua casa logo depois. Porém, se você pretende vender sua empresa, investidores farão uma busca profunda para saber se está tudo em ordem. Nessa busca, ter pendências com a lei é uma ótima forma de arruinar o investimento.
Por esse e diversos outros motivos, é melhor seguir o que He-man já dizia: “A maneira certa é a melhor maneira” (veja o vídeo).
Não há espaço para produtos inovadores no Brasil
Muito pelo contrário!
As pessoas tem mais ou menos as mesmas necessidades básicas em todos os lugares do mundo (vide a pirâmide de Maslow). Mesmo se seu produto é “avançado demais para o Brasil”, provavelmente é possível adaptar seu produto à realidade local e colher ótimos frutos. Recomendo o artigo: Startups brasileiras: podem até copiar, mas evoluam.
Não existe ensino de empreendedorismo no Brasil
Faça uma busca por “aula empreendedorismo” no Twitter (aqui) e veja quantas menções existem. Isso se deve a um projeto muito bacana para inserir empreendedorismo nas salas de aula.
Lógico que não é algo presente em todas as escolas e faculdades do país, mas já é um avanço gigantesco. Parabéns pra Ludmilla Figueiredo e ao pessoal da Endeavor pelo projeto!
Não existem políticas de financiamento ao empreendedorismo no Brasil
Não apenas existem, como de vez em quando o dinheiro não é totalmente investido por falta de bons projetos. Vale a pena conferir alguns financiamentos do governo (aqui), apoios do Sebrae (aqui) e os famosos fundos de capital de risco (algumas dicas).
De qualquer forma, vale a pena lembrar que o melhor investimento inicial são as primeiras vendas. Comece a vender antes de sair caçando dinheiro dos outros.
Não temos exemplos de empreendedores de tecnologia bem sucedidos no Brasil
Tudo bem que os homens mais ricos do país não sairam de uma garagem e criaram tecnologias que revolucionaram o mundo. Porém, existem ótimos casos de empresas brasileiras para mostrar que é possível criar uma empresa inovadora sem precisar de milhões de reais de investimento inicial.
Meus exemplos preferidos são: Camiseteria, Videolog e iMasters.
Conclusão
Nem no Brasil nem em qualquer lugar do mundo vai existir um ambiente mágico em que uma ideia se transforma em dinheiro do dia pra noite. Portanto, a melhor coisa a fazer é conhecer a realidade brasileira, aproveitar as oportunidades que existem e mãos à obra!
Ao invés de ser pessimista e ficar só reclamando sobre isso ou aquilo, é muito melhor fazer o possível para melhorar a realidade. Acredite, fazer o possível pode te levar muito além do que você imagina.
Para finalizar esse momento patriota, deixo aqui um ótimo vídeo sugerido pelo Eduardo Zechini.
Estou na espera pelo seu comentário aqui em baixo!
Abraços,
Millor Machado (entusiasta do empreendedorismo brasileiro)







Millor, ótimo artigo, parabéns. E quanto à carga tributária, acho que o que deve pesar mais são os tributos trabalhistas, o que é ruim para o empresário e também para os empregados.
Adorei Millor. Hoje comentei com o Dennis que o sai do lugar tornou-se minha página default no browser. Muito bacana os posts que há algum tempo acompanho. Adorei o link que vcs fizeram com o He-Man. O conteúdo do site está cada vez mais interessante, inteligente, criativo e até divertido. Parabéns pelo trabalho de vocês.
Oi Pablo!
Verdade, a carga trabalhista é bem pesada. Aí a melhor solução é dar um
jeito de aumentar a eficiência da equipe, diminuindo a necessidade de
contratação. Sem dúvidas não é fácil.
Abração!
Tuim,
Fico muito feliz em saber que você tem gostado dos post publicados. Agradeço
muito pelos elogios!
E na Vimmar, como vão as coisas?
Abração
Meu comentário é o seguinte: “funcionário público é bem pago demais e tem estabilidade”. Isso atrapalha muito os empreendedores (não conseguem segurar funcionários – não dá pra pagar o mesmo que as estatais, caras que seriam bons empreendedores preferem o guardachuva estatal, etc.) e não é mito.
Oi Luís,
Esse com certeza é um ponto bastante válido, não é mito de forma alguma.
Agora eu faço uma pergunta, será que essas pessoas que estão à procura de
estabilidade são pessoas que teriam vontade de empreender?
Pergunto isso pois apesar de pagar bem e ter estabilidade, é extremamente
difícil entrar em uma boa vaga pública. Muita gente fica sem trabalhar por
alguns anos só pra conseguir entrar nessa vaga.
Em teoria, eles poderiam fazer esse investimento no retorno no longo prazo
em uma empresa nascente. Mas preferem partir para um caminho mais estável,
não são movidos por um ideal.
Você pessoalmente já passou por essa situação de perder pessoas para o setor
público? Como foi?
Abraços!
Opa, não perdi pessoas — não sou empreendedor — mas meu chefe já. Aliás, ele quase que se orgulha em dizer que só perdeu funcionários para cargos em estatais, com as quais ele não tem como competir, seja em condições salariais, seja em estabilidade, seja em ritmo de trabalho.
O empreendedor não precisa ser um “idealista”. Ele pode fazer “pelo dinheiro” numa boa, que já fará bem à sociedade (ficará rico e consumirá ao mesmo tempo em que gerará empregos). Enquanto concurso público for uma alternativa boa para “ganhar muito dinheiro”, estaremos perdendo gananciosos — e, por isso, bons — empreendedores.
Gostei das dicas. Bacana ver o vídeo que indiquei publicado, fez eu me sentir útil
Sobre o funcionalismo público: estabilidade e boa remuneração atendem apenas um dos quatro principais tópicos motivacionais de Maslow (segurança). Não é raro ver funcionários públicos insatisfeitos com a rotina e a monotonia depois de alguns anos, reclamando da falta de reconhecimento e de um ideal maior de vida.
O fato é que não importa se um obstáculo é apenas um mito ou se ele é feito de concreto, a função do obstáculo é o desafio e não o fim da linha.
Grande abraço.
Millor, concordo plenamente. Penso muito parecido e nem me considero tão otimista. Acho que quando vivemos isso em nosso dia a dia percebemos que existem muito mais mitos sociais sobre o empreendedorismo do que realmente barreiras reais.
Sem dúvida os desafios são grandes, a carga tributária alta e a gestão/retenção de pessoas uma arte. Mas tudo isso vale muito a pena e o aprendizado é muito gratificante. Algo impossível de se adquirir de outra forma.
Grande abraço.
Maurilio,
Bom demais ver que você também está com essa mesma impressão que nós.
Sem dúvidas é muito difícil, a carga tributária é alta, isso não tem muito
jeito. Na Empreendemia já conseguimos facilmente 2 pessoas extremamente
competentes dispostas a trabalhar de graça por um tempo. Agora já
conseguimos pagar, mas o projeto era tão interessante que os caras se
interessaram.
O que importa é ter um bom projeto e ser realmente inovador, quem tiver isso
(a Peta5 tem!) pode ficar tranquilo que o ambiente brasileiro vai ser mais
do que favorável pra que esse tipo de empresa dê certo.
Por sinal, como vão as coisas na Peta5? Como está indo o lançamento do
Targ.tv?
Abraços!
Estamos trabalhando mais do que nunca.
Os feedbacks estão sendo ótimos e os contatos que estamos recebendo também. Iniciaremos em algumas semanas visitas a algumas agências de propaganda pra apresentarmos o Targ.TV e propormos um trabalho em conjunto para iniciarmos sua operação. Estamos buscando nos aproximar cada vez mais dos nossos clientes.
E na semana que vem estou indo pra Madri apresentá-lo na Campus Party Europa. Espero trazer novas visões de lá tb.
Abs
Millor e amigos empreendêmicos, bem legal o post! É hora de apostar na inovação e na mudança das instituições (regras têm que ser revistas). O Brasil precisa de muito oxigênio empreendedor para crescer. É empuxo para educação, renda, cidadania e desenvolvimento.
Abs
Valeu Renato!
Estamos todos juntos nessa batalha contra a enrolação e a favor da inovação
brasileira. Vamos mostrar que não somos o país do futuro e sim do presente!
Abração
Oi Millor!
Parabens pela otimo post.
Eu tambem sou otimista!
Eu acho que nunca existe um melhor epoca ser empreendedor no Brasil de que agora!
Sobre as problemas, eu acho que ainda existe muito desafios, mas da para superar eles sim!
Eu acredito muito que voce, Yuri, os tres Diegos (Sana, Gomes, e Remus), e todos os outro blogueiros Brasileiros ta facilitando esta mudanca.
Ou seja, o mais que nos falamos sobre empreendorismo e empresas startup, o mais forte que a cultura e o tecido da communidade startup brasileira que estamos tecendo torna!
Um abraco,
Simon
Oi Simon!
Muito obrigado pelo seu comentário!
Tenho uma impressão sobre esse dilema das startups brasileiras e queria
saber sua opinião.
Na minha visão, ainda não tivemos um Google brasileiro porque as empresas
daqui tem uma tendência a criar coisas muito técnicas, que normalmente o
“povão” não entende.
Tecnicamente, nossos programadores tem condição de “brigar” com qualquer
programador do mundo. Mas entender como que os mainstream markets pensam, é
algo que demora certo tempo. É preciso ter muito feedback até ter algo que
se espalhe pelo mundo inteiro.
Resumindo, estamos em um processo para entender melhor o pensamento do
“homem comum” ao invés dos geeks. A primeira empresa que conseguir a
simpatia do “homem comum” cruzará a linha da milha em 4 minutos.
Que você acha sobre isso?
Abraços!
Oi Millor!
Nossa! Desculpe a demora em te responder! Eu to mudando apartmentos e tinha uma casamento no Sabado, entao tava super occupado no final de semana!
Bem, a problema que voce falo–uma tendencia a criar coisas muito tecnicas–e muito commum ate no Silicon Valley tambem.
Realmente, e um dos problemas mais commum nas empresas startup.
O problema e que enginheiro tem uma mania de criar coisas so para outro enginheiros!
Nao e culpa dele (ou dela), faz parte de natureza.
A problema e que ele ou ela nao sabe que tudo mundo nao conseguir usar de mesmo forma.
Por isso, e sempre bom ter uma mixtura das pessoas numa empresa dar um “reality check” neles.
Por isso tambem que sempre existe muito tensao entre os enginheiros e os designers.
Ou seja, um olha o mundo numa maneira, e o outro olha o mundo na outra!
Entao, e importantissimo construir um ponte entre os dois!
Para ter um grande successo, voce precisa um produto ou servico mais accesivel para tudo mundo, ou seja, gente normal e os enginheiros tambem.
Neste respeito, eu acho que Brasil tem o mesmo probelma de tudo mundo!
Um abraco,
Simon
Millor, bom post e realmente ainda não o tinha lido. Meus comentários:
A carga tributária é pesada demais: a única coisa que realmente assusta o empreendedor é ter de contratar um funcionário, pois você realmente precisa ter um bom plano para poder sustentar esse funcionário e não ser processado mais adiante. Isto assusta, porque quando um empresário chega no Ministério do Trabalho ele já começa errado só por ser empresário. Isso deve melhorar, mas tirando isso, concordo contigo que nada que um bom plano não resolva.
Não vale a pena seguir a lei: quem diz isso é desonesto e aqui na Noxion, quando um cliente fala que não precisa emitir Nota Fiscal para ele já fazemos cara feia. Estamos no Brasil e, errada ou certa a maneira como o governo conduz a lei, cabe a nós fazermos a nossa parte. Ladrão é quem rouba 1 centavo e 1 milhão. Se deixarmos assim, a situação caótica recente do Rio de Janeiro, será a situação caótica de todo o Brasil, pois a maioria das pessoas reclama da falta de luz, mas insiste em fazer “gato” nas suas casas. Sejamos honestos se queremos ver honestidade.
Não há espaço para produtos inovadores no Brasil: trocaria esta frase por “Não é espaço para produtos que fazem o mesmo de sempre em qualquer lugar no mundo”. No Brasil e em qualquer lugar no mundo nascem pessoas novas a cada instante. Pessoas que acham iPOD normal, iPhone normal e iPAD normal. São pessoas que, como nós, achavam telefone fixo normal. Essas pessoas vão querer consumir inovação, pois não querem a mesma coisa que nós e até certo ponto, buscam a mesma coisa também: a felicidade, que até ser encontrada é confundida com o prazer das pequenas coisas materiais que conseguimos comprar com o dinheiro que nos é fornecido.
Não existe ensino de empreendedorismo no Brasil: o ensino é o seguinte: contrate um contador, registre um CNPJ, monte um plano de negócios e mãos à obra. O ensino de empreendedorismo é fazendo, não tem como. Saí da faculdade por recomendação dos meus professores de Economia e Empreendedorismo, porque disseram: “Se você já tem um produto que acredita que pode dar certo, saia daqui e vá aprender na rua, pois só lá você vai ganhar realmente um diploma.” Por conseguinte, basta ler sites como este ou como o Insistimento e veremos que o ensino está aí de graça para todos, basta procurar. Empreendedorismo não dá nada de mão beijada.
Não existem políticas de financiamento ao empreendedorismo no Brasil: existem, mas eu não recomendo. Sugiro sempre que comece com bem pouco, com o dinheiro que tem em mãos para que, se algo der errado, seja possível rapidamente voltar ao mercado ao invés de ter que ficar pagando anos de dívidas. Outro ponto, é que no primeiro modelo onde você usa o próprio dinheiro, você pensa em economizá-lo e gastá-lo bem e no segundo (onde usa dinheiro dos outros) você só pensa em gastar.
Não temos exemplos de empreendedores de tecnologia bem sucedidos no Brasil: os exemplos que citou foram ótimos e, apesar da minha empresa não ser um sucesso estrondoso, nosso modelo de negócios é simples, mas muito inteligente e funciona que é uma maravilha utilizando somente softwares gratuitos para levar tecnologia de ponta para nossos clientes que só querem vender na internet. http://www.noxion.com.br
Empreendedor que fica cheio de nhé-nhé-nhé reclamando que não tem investimento, não tem ensino, que os impostos são muito altos, não é empreendedor, é empregado querendo ser chefe. Empreendedor precisa criar maneiras de ter sucesso com o seu negócio dentro da lei que já existe e inovar.
Marcos,
Muito obrigado por compartilhar sua experiência.
Sem dúvidas a parte de contratação é realmente um problema. Nessas horas um bom advogado pode ajudar demais.
E agradeço também por mostrar que empreender no Brasil não é esse bicho de 7 cabeças todo. Acho que quem fica reclamando que não existe investimento é porque não é criativo o suficiente para conseguir clientes sem depender de milhões de Pageviews com publicidade. Ter um produto/serviço e cobrar por isso funciona no Brasil como em qualquer lugar do mundo.
Abraços!
Isso tudo está diretamente ligado a mentalidade de quem quer empreender. Para um empreendedor, o copo está sempre cheio. Posso apostar que todos os bem sucedidos pensam dessa mesma forma.
Isso tudo está diretamente ligado a mentalidade de quem quer empreender. Para um empreendedor, o copo está sempre cheio.
Valder,
De fato a mentalidade é essa mesmo. Ser pessimista te deixa acomodado, pra que tentar fazer algo diferente?
Ao ser otimista conseguimos fazer planos e nos manter motivados para alcançá-los.
Muito obrigado pelo seu comentário. Fico feliz em ver que existem mais pessoas com essa visão.
Abraços!
Caro MIllor, concordo com suas considerações. Por natureza,somos mais negativistas e procuramos mais reclamar e ver o lado ruim das coisas. Acredito no otimismo e nas pessoas motivadas e do bem . Trabalhamos diariamente para que as pessoas vejam os aspectos positivos das relações em nossa empresa e como empreendedora busco sempre este foco.
Abraços.
Ana Fontes – ElogieAki
http://www.elogieaki.com.br
Millor, Como Vai?
Trabalhei em uma empresa de TI lider de Mercado, sou formado em Ciência da Computação e também cheguei a uma posição de prestígio na empresa, de líder de Soluções aos 25 anos, de fora parecia ótimo, mas sempre quis ter meu próprio negocio.
Saí da empresa e abri uma micro-empresa de distribuição para atender pequenas lojas de varejo no litoral de SP, RJ e ES, um mercado em que meu pai atuava como autônomo há 10 anos.
Resolvemos abrir a empresa pois conseguimos uma boa parceria que nos forneceu a mercadoria de forma consignada para vendermos, ou seja, só precisaríamos vender!
Não conhecia nada do mercado, hoje já posso dizer que conheço alguma coisa… mas o que realmente me intriga é que muitas pessoas não entendem por que eu troquei: “Um bom emprego em uma boa empresa” por “Uma loucura junto com meu Pai” que já tem fama de ser meio louco (já teve 2 empresas).
Sinceramente, as vezes quando tem dias que tudo dá errado, eu penso nisso, mas a sensação de ver suas próprias idéias darem certo, não tem preço. E não precisa ser algo revolucionário não, pode ser algo do tipo: “Consegui baixar o preço de um item e aumentar bem as vendas”.
Já estamos com a empresa aberta a um ano, e dentre as maiores dificuldades que tenho sentido são os tributos e as leis trabalhistas mesmo, mas não como custos onerosos para nossa empresa, e sim como uma barreira para nossos fornecedores e clientes. É mais difícil convencer um cliente ou um fornecedor a emitir NF do que realmente pagar pelo imposto da NF.
O mesmo acontece com funcionários, todos querem um salário bom e no começo sempre ficam pedindo um “por fora” para não registrarmos, mas aí digo que não podemos fazer isso e eles acabam reclamando. Até agora não tivemos problemas com ações trabalhistas, não posso dizer o que vai acontecer… mas tudo o que ouço me leva a crer que as ações trabalhistas sempre causam problemas para as empresas.
Pegando um gancho em um comentário do Marcos Rezendo da @noxion segue um texto, que traduz bem o que é ser empreendedor, vem do BizRevolution. (Talvez vcs já conheçam, mas é bom pra quem ler meu comentário e se interessar pelo assunto).
Segue: http://ht.ly/2cp1U
Obrigado, pelas dicas e também estou pensando em montar um Blog para escrever de vez em quando (Sei que vcs ganham milhões com isso!)
Abs!
Marcos Speca Jr
http://www.artpraia.com.br
Oi Ana,
Que honra ver seu comentário por aqui. Faz tempo que sou fã do Elogie Aki.
Realmente ser otimista é muito importante por um motivo muito simples, ser
negativista não traz absolutamente nenhuma vantagem. Tem um outro post sobre
o tema que imagino que você vá gostar:
http://www.saiadolugar.com.br/2010/02/11/como-o...
Grande abraço!
Oi Marcos,
Muito obrigado por compartilhar sua história! Isso pode virar caso pra
sessão casos de leitores hein? Que acha de fazer um artigo sobre isso?
Essa questão de ações trabalhistas é complicada mesmo. Vale a pena dar uma
lida numa entrevista que fizemos com um especialista em direito empresarial:
http://www.saiadolugar.com.br/2009/04/10/pergun...
Já conhecia o Ricardo Jordão sim. O cara é fera demais!
Abração