Quanto mais cabeludo é o problema do cliente, mais difícil é entregar a solução completa, por isso aqui vão 4 dicas para quem quer resolver o problema até o fim, garantindo a satisfação do cliente, mas sem se matar pra isso. veja mais
Se está entre as pessoas que "não tem tempo pra nada", confira abaixo algumas diferenças de postura que podem te levar a um dia-a-dia muito mais produtivo. veja mais
Existem muitos fatores diferentes que influenciam na satisfação de clientes, além da qualidade do produto ou serviço que ele está comprando. Donos de pequenos negócios vendem uma experiência – os produtos e serviços não trabalham sozinhos.
Isso faz muito sentido se você pára pra pensar. Sim, clientes vêm até nós por causa dos nossos produtos e serviços. MAS, eles ficam conosco (e nos recomendam pra outras pessoas) por causa da experiência que nós oferecemos a eles. Então como você garante que está tratando seus clientes bem o suficiente pra você ficar na cabeça deles pelos motivos certos?
Aqui vão algumas maneiras de como tratar seus clientes como realeza:
Ofereça serviço excepcional
Responda prontamente a ligações e e-mails
Ouça e admita os pedidos dos seus clientes
Peça feedback
Responsabilize-se quando algo der errado
Tudo se resume a fazer mais que o mínimo necessário e lutar para exceder expectativas. Como você dá aos seus clientes um experiência que os faz volta?
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A dica de hoje foi enviada por Bob Reiss através do portal Entrepreneur.com
Todo o tipo de contato com clientes (ou os pedidos que eles fazem) deve ser tratado com cortesia, além de fornecer as informações para deixá-los felizes. Isso começa com o telefone. Tenha uma pessoa atendendo o telefone, não um computador como a maioria das grandes empresas faz. Essa simples ação pode incentivar muito o boca-a-boca sobre sua empresa pelos seus clientes.
A sua recepcionista, quem eu chamo de “Diretora das Primeiras Impressões”, é uma contratação mais importante do que a maioria das pessoas reconhece. Pra essa posição, você precisa de uma pessoa pra cima, inteligente e agradável.
Não se esqueça que as interações entre gestores da empresa e funcionários, fornecedores e outros parceiros também afetam diretamente o boca-a-boca do seu produto ou marca.
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Você deve estar se perguntando: “Tudo bem, mas o que esse produto faz?”. A resposta é: nada! Esse é produto é tão inútil, mas tão inútil, que chega a ser interessante.
Seguem algumas lições aprendidas com essa grande homenagem à falta do que fazer.
Não seja só mais um, não chama atenção Por ser a coisa mais inútil do mundo, esse vídeo conseguiu mais de 2 milhões de visitas e 2 mil comentários no Youtube. Será que mais um vídeo comum sobre algo comum faria esse mesmo sucesso?
Conquiste entusiastas
Fuçando melhor descobri que o cara criou um site ensinando a montar o produto (veja aqui). Ou seja, além de não ter nada pra fazer, o cara conquistou uma multidão de desocupados para montar seu produto em casa. Repare que existem 537 comentários de outros inúteis perguntando como que se faz o produto ou contando como o fizeram.
Ignore quem te ignora
Pelo menos 99,999999999999% da população mundial ignora esse cara e seu produto. E daí? É muito mais fácil você agradar quem já gosta do seu produto do quem não gosta.
Esqueça o resto do mundo e foque em satisfazer seus verdadeiros entusiastas.
Colha os frutos da comunidade
Não consegui achar pra vender, mas com certeza esse cara conseguiu fazer algumas vendas com razoavelmente pouco esforço. Na pior das hipóteses ele já tem uma multidão esperando seu próximo produto.
Quem não gostaria de ter uma multidão esperando seu próximo lançamento?
Conclusão
Tem doido pra tudo no mundo. Na hora de inovar, não queira agradar a todos, já tem gente demais fazendo isso. Descubra um público específico e crie algo tão memorável que instigue as pessoas a falarem para as outras, mesmo que seja o produto mais inútil do mundo (aposto que você vai ter vontade de encaminhar esse vídeo pra alguém).
Ser diferente é o que fará “a palavra se espalhar” e trazer multidões de clientes apaixonados pelo produto passarem a bater na sua porta (ou site).
Abraços,
Millor Machado (se for pra ser inútil, que seja o mais inútil do mundo)
P.S.: Não estou de forma alguma estimulando a inutilidade, também já tem gente demais fazendo isso. Sendo útil, sua chance de se destacar aumenta muito!
A dica de hoje foi dada por Tim Berry no blog Up and Running
Fazer tudo sozinho funciona para algumas pessoas, mas é a exceção. A maioria de nós precisa construir um time para construir uma empresa.
Pense sobre o que gosta e o que não gosta, fortalezas e fraquezas. Algumas pessoas gostam de números, outras gostam de pessoas, outras gostam de máquinas e outras gostam de programação. O que as pessoas gostam faz diferença na hora de gerenciar as diferentes habilidades no time. O administrador, o cara das operações, o cara de vendas (da língua de ouro), etc. não precisam ser a mesma pessoa. Normalmente são pessoas diferentes.
E não se esqueça dos outros profissionais. É interessante fazer seu dever de casa e entender um pouco sobre legislação, mas você precisa de um advogado que possa confiar. O mesmo vale para o contador.
Fazer tudo você mesmo nem sempre é a melhor saída. As vezes você precisa formar uma equipe.
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Confira mais dicas sobre gerenciar pessoas na sua empresa na sessão sobre liderança.
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Obs.: Esse caso foi mandado por e-mail pela leitora Silvia Bitente compartilhando uma iniciativa muito bacana que ela fez na sua empresa, a Sensocar
Bom dia meninos!
Em primeiro lugar, parabéns pelo blog!
Gostaria de compartilhar com vocês uma experiência que fiz aqui na empresa e foi maravilhosa!
Recebi um e-mail há algum tempo atrás que falava de algo similar em uma escola, adaptei à minha empresa e o resultado foi incrível!
O ano de 2009 foi bastante complicado para nós, infelizmente tivemos algumas demissões. O início deste ano também está sendo um desafio e inevitavelmente os burburinhos aconteceram. O medo acaba mexendo com os funcionários e percebi que os resultados também foram afetados. Afinal, o ser humano trabalhando com medo não consegue se doar 100%. Resolvi fazer alguma coisa que motivasse ou simplesmente alegrasse as pessoas.
Dividi uma folha de sulfite em 6 espaços e em cada um, coloquei o nome de um funcionário. Assim foi feito com todos os funcionários da empresa. Passei as folhas de mesa em mesa (e na produção também), pedi que cada um colocasse um elogio ou uma frase curta que definisse o melhor de cada colega de trabalho. Isso levou 3 dias, passando pela empresa inteira.
Quando todos acabaram de escrever, peguei as folhas, cortei cada pedacinho e entreguei para o respectivo funcionario. Nossa… emocionante ver a reação de cada um ao receber seu nome cheio de elogios! O clima na empresa mudou!!
Sei que isso não resolve a situação da empresa, mas certamente nesta semana o resultado foi maior. Como disse Zig Ziglar, a motivação não dura, assim como o banho, e é por isso que é recomendado diariamente! rsrs
“Podemos nos defender de um ataque, mas somos indefesos a um elogio” Paulo Rocha
Um grande abraco!
Silvia Bitente
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Para entrar em contato com Silvia, seguem os perfis no Empreendemia:
Grandes marcas são acompanhadas de grandes símbolos.
A maçã mordida da Apple e as 3 faixas da Adidas são grandes exemplos de como símbolos comuns e concretos tornaram-se referências e fizeram com que algumas marcas tivessem atreladas a elas um símbolo marcante, algo fácil de se lembrar. Em compensação, a Nike tem um símbolo que não significa nada, mas que é facilmente lembrado.
O senso comum nos faz pensar que uma marca e um símbolo memoráveis só podem ser criados com milhões de dólares de investimentos e milhares de pesquisa de opinião sobre curvas e cores e gostos. E eu discordo.
Luiz, Millor e Mauro, e o memorável ovo de gravata na Campus Party 2010
Aqui vão 3 dicas que nós da Empreendemia aprendemos na prática sobre como construir o seu símbolo, fazer com que ele seja marcante, ajudando assim a fortalecer a sua marca:
1- Construa algo tangível e memorável
Nós construímos um símbolo que é um ovo de gravata – tudo bem, ninguém viu um ovo vestindo uma gravata antes, mas o importante é que todos já viram ovos e gravatas. Startups e pequenas empresas têm o costume de construir/escolher símbolos muito abstratos, que podem até ser bonitos, mas que fazem zero pela construção da marca.
A questão é: tem que ser fácil de lembrar, então se for algo físico/tangível é melhor. Por exemplo, a claquete do Videolog é ótima, primeiro porque é algo que existe, segundo porque eles conseguem até fazê-la com as mãos.
2- Conte a história do seu símbolo
Tudo que importa tem uma história. Não importa se a concepção do seu símbolo foi uma epopéia, ou se você teve que inventar uma história pra ele – o que importa é que tem uma história.
Por exemplo, além de já termos explicado como o logo da Empreendemia foi desenvolvido, nós também o transformamos no protagonista de uma grande jornada: a de um jovem que larga o mundo corporativo para se tornar um empreendedor. O Cara, o nome dado para ele, tem suas histórias contadas em tirinhas.
3- Faça pessoas importantes aparecerem perto dele
Fazer com que pessoas importantes do seu setor apareçam junto com o seu símbolo dá no mínimo um pouco de credibilidade a ele. É uma conta básica: pessoa é referência, logo é respeitada por um número razoável de pessoas, então seu símbolo e marca ganham um pouco desse respeito. Caso isso não fosse verdade, patrocínios não existiriam, principalmente os esportivos.
Aplicamos essa lição bem forte na Campus Party: pedimos para várias referências em empreendedorismo e internet tirarem fotos com o nosso super ovo de gravata de pelúcia.
Luiz Piovesana (trabalhando para mais pessoas verem nosso ovo com gravata)
p.S.: Algumas pessoas nos perguntaram quem fez o ovinho. Se você também quiser seu logo em pelúcia (ou plush), fale com a Leila da Animal Plush (11) 2225 3009.
p.S.(2): só pra aproveitar que estamos falando da Campus Party, abaixo vão mais algumas fotos legais da ótima semana que tivemos lá
O Mauro trabalhando na CP e se protegendo contra os raios solares aqui
O Millor contando sobre o momento Eureka! da ideia da Empreendemia durante nossa palestra no Mentoring da Aceleradora aqui
Eu falando sobre excesso de planejamento, também durante o Mentoring da Aceleradora aqui
A dica de hoje foi dada por Tim Berry no seu blog Up and Running
Empresas 100% baseadas em novas ideias são extremamente raras. A grande maioria das empresas novas são novas tentativas de modelos existentes de negócios e não há problema nisso. Não dê tanta atenção a ter uma ideia nova como se isso fosse a única coisa que torna uma empresa boa.
Por exemplo, pense em: artistas, consultores, advogados, contadores, restaurantes, etc. Alguém vem pra mim e diz que não pode ser um artista porque já existem tantos por aí, eu digo que é claro que pode. Faça isso.
Existem empresas tradicionais que estão buscando um mercado que já existe e eles vão bem. Novos restaurantes aparecem, restaurantes velhos somem. Existem muitas oportunidades.
Você não precisa estar sozinho em um mercado nem precisa ser o primeiro. Só porque existem pessoas oferecendo serviços similares não significa que você não terá sucesso. Se ninguém está fazendo algo nessa área, isso talvez seja um mau sinal.
Faça seu trabalho muito bem, entregue valor no dia-a-dia. Comece a trabalhar cedo, responda telefonemas e entregue seu serviço. Com isso, você poderá ter sucesso.
No mundo do empreendedorismo existe muita gente falando sobre novos negócios interessantes como se toda nova empresa precisasse de uma ideia genial. Comece um negócio existente e substitua os que não estão fazendo bem seu trabalho. Faça melhor.
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Para ler mais sobre como sair do lugar, confira nossa sessão Como começar empresa.
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Meu nome é Valter Mello, e minha empresa é a VM Clínica Logística, cujo foco é obter a excelência nos processos internos de logística e nos métodos de trabalho dos meus clientes.
Antes de empreender
A idéia da empresa começou em fins de 92, após 16 anos de uma carreira de sucesso na Philips, quando resolvi voar com minhas próprias asas.
Lá meu trabalho era de consultoria interna e, além dos projetos de movimentação e armazenagem, e melhoria do desempenho operacional, eu auditava o desenvolvimento de embalagens para que sempre tivessemos custos reduzidos de armazenagem e frete através da melhor ocupação volumétrica de conteineres, páletes, etc…
Por isso, quando sai, a idéia era continuar trabalhando com otimização de embalagens através de um software que cheguei a desenvolver.
O começo da empresa
Iniciei o negócio ministrando alguns cursos de administração de armazéns e de otimização do uso do espaço, e logo fui convidado por uma multinacional para fazer projetos de melhoria das operações logísticas de seus distribuidores de médio porte.
Foram cerca de 100 projetos e eu percebi que a grande maioria dos clientes precisava de intervenções pontuais e que seus problemas eram basicamente solucionáveis através de uma visão sistêmica, organização, e estabelecimento de métodos e controles simples.
Foi assim que nasceu a Clínica Logística, no sentido de Clínica mesmo, de prevenção, vacinas, profilaxia, e de remediação quando há um problema instalado.
Resolver o problema até o fim
Eu tenho a “mania” de botar a mão na massa e não gosto de dar conselhos “engravatados”, por isso minhas intervenções são essencialmente práticas. Para mim o serviço só acaba no treinamento do pessoal, no acompanhamento da operação e nos bons resultados dos indicadores.
Fico feliz quando os meus clientes deixam de depender da minha intervenção. Com isso eu não crio “galinhas dos ovos de ouro” mas ganho um novo amigo a cada cliente.
Dicas para consultores que querem se destacar no mercado
Para quem pretende empreender em consultoria tenho alguns conselhos:
1. É essencial ter experiência! E isso só se adquire após ter comido muito pó de chão de fábrica (e no caso da logística, também dos armazéns). E é imprescindível saber muito mais do que aquilo que pretende oferecer, o que exige aperfeiçoamento constante.
2. Não queira vender “fumaça”. O mercado é perverso e não perdoa bobagens.
3. Consultoria é 50% seu trabalho e 50% trabalho do cliente. E depende do estabelecimento de uma relação/contrato muito delicada em que o equilíbrio e a transparência são a base do sucesso.
4. Cultive também a humildade, no sentido de não ser arrogante ou dono da verdade. A verdade vem de suas atitudes. O sucesso nesse tipo de trabalho vem de saber falar a linguagem do cliente e respeitar a cultura de cada empresa. Minha experiência tem me mostrado que o cliente valoriza soluções simples, a confiabilidade, e a consistência nos resultados.
5. E por último seja resiliente. Não desista! Não trabalhe pelo dinheiro e faça o seu sonho valer mais do que um salário regular. Minha empresa já tem 15 anos e ainda hoje a batalha é diária. Mas o sonho valeu e continua valendo a pena.
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