Quanto mais cabeludo é o problema do cliente, mais difícil é entregar a solução completa, por isso aqui vão 4 dicas para quem quer resolver o problema até o fim, garantindo a satisfação do cliente, mas sem se matar pra isso. veja mais
Se está entre as pessoas que "não tem tempo pra nada", confira abaixo algumas diferenças de postura que podem te levar a um dia-a-dia muito mais produtivo. veja mais
Não existe uma forma boa de pedir desculpas, mas existem algumas terríveis.
Se você está em uma lanchonete e derrama café em alguém, o que você diz? Provavelmente dirá “Meu Deus, me desculpe!”.
Quando você realmente quer pedir desculpas, você fala “Me desculpe” – é uma reação instintiva. Você não diria “Peço desculpas por qualquer inconveniente que isso pode ter causado”, mas é justamente dessa forma que muitas empresas respondem quando cometem algum erro grave.
Erros acontecem. A forma que você pede desculpas faz diferença. Não enrole as pessoas, simplesmente diga “Me desculpe”. E fale sério, seja sincero e queira resolver o problema do cliente.
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Formado em Marketing pela ESPM, pós-graduando em Marketing pela London School of Marketing e especialista em inovação pelo MIT, Gustavo Caetano tem passagem pelo Departamento de Marketing da Unimed e atualmente é executivo-chefe (CEO) da Samba Tech.
A Samba Tech foi campeã da terceira edição do prêmio Empreendedor de Sucesso e Gustavo está na capa da edição de dezembro da revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios.
1. Fala-se muito sobre a dificuldade de empreender no Brasil. Como você fez para superar essas dificuldades e ter sucesso na área de tecnologia?
Por ter uma formação na área de negócios acabei montando uma empresa de tecnologia focada nas necessidades do mercado. Vejo na maioria das startups brasileiras um foco inicial grande na tecnologia e depois no problema que ele resolve. Pensei de maneira inversa e acho que isso foi crucial para o crescimento rápido da empresa.
2. Qual a importância de ter um investidor desde o início da empresa?
A SambaTech nasceu com dinheiro de investidores pequenos e, por isso, sempre tivemos que prestar contas e manter a empresa organizada. Isso foi importante porque exigiu maturidade e profissionalismo de uma equipe muito jovem.
Mais tarde, quando recebemos dinheiro de um grande grupo de Venture Capital, já estávamos preparados para as regras de Governança Corporativas exigidas pelo fundo e pela CVM. Hoje somos uma empresa completamente transparente.
3. Principalmente em tecnologia, é importantíssimo ter as melhores cabeças na organização. Como você faz para atrair e reter as pessoas mais brilhantes?
É preciso vender um sonho para que os talentos deixem seus empregos confortáveis e venham trabalhar duro numa startup. Fiz isso desde o começo e hoje consegui atrair jovens brilhantes que trabalhavam em grandes empresas. Hoje recebemos mais de 200 currículos por mês de pessoas de todo o país que querem vir trabalhar na Samba.
4. No início, ser pequeno era um problema? Como você fez para se inserir em um mercado regido por gigantes?
Sempre buscamos atuar com inteligência no mercado. É preciso pensar que as grandes empresas não conseguem conquistar todos os nichos de mercado. Sempre existiram oportunidades e nós buscamos entender onde os gigantes não conseguiam pisar. Focamos em nichos específicos do mercado e nos especializamos neles. Aí montamos a melhor solução possível para essas empresas. Isso deu muito certo.
5. Que conhecimento você tem hoje e que se tivesse na época que começou facilitaria sua vida de empreendedor?
Busque montar aplicações que escalem sozinhas. Sistemas que podem ser comprados por pessoas em qualquer lugar do mundo pela internet. Ninguém me deu essa dica quando montei a Samba. Mas isso é algo que respiramos no nosso dia-a-dia.
1. Faça algo que você acredite
Não se trata só de encontrar a melhor oportunidade de negócios, o importante é encontrar uma que você acredite. Existe qualidade e quantidade de trabalho e alta qualidade faz a alta quantidade mais fácil de aguentar.
Garanta que quando olhar pra trás, consiga ver como você melhorou a vida dos outros.
2. Aprenda a gerenciar riscos
Não aposte o que não pode perder. Entenda o risco que você corre. Converse sobre isso com outra pessoa, pra que não se sinta sozinho com o risco.
Pense sobre a pior das hipóteses e aprenda a viver com isso.
3. Entenda que você comete erros
Admita seus erros, analise-os e então os guarde em algum lugar da sua mente. Em algum lugar que você possa acessar de vez em quando para evitar que cometa os mesmos erros de novo, mas que também não vá aparecer toda hora e te deixar maluco(a).
4. Fale sempre a verdade
Dessa forma você não precisará ficar lembrando quais mentiras você contou pra quais pessoas. Já é difícil o suficiente ter que aguentar o stress sem precisar gerenciar realidades alternativas complexas.
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Todos nós queremos revolução, o problema é que não sabemos exatamente qual das brilhantes ideias mudarão o mundo.
Para cada Mustang, existe um Edsel (considerado um dos piores carros de todos os tempos). Para cada celular que deu certo, existe uma falha terrível.
Além disso, é muito difícil conseguir fazer ideias “pegarem” quando elas estão muito a frente de seus tempos, tão a frente que os hábitos das pessoas e a infraestrutura ainda não suportam suas ideias. Para cada sonho de energia renovável barata existe a realidade do alto custo das turbinas de vento e painéis solares.
Algo que muitas empresas de base tecnológica já sofreram na pele é: você pode ir tão a frente procurando a revolução que seus usuários o perderão de vista. Em compensação, progredir continuamente – passo a passo – pode ganhar suporte interno na empresa e ganhar a corrida pela fatia de mercado ou atenção do cliente. Principalmente se você der o próximo passo rapidamente.
P.S.: Para entender os verdadeiros segredos da Inovação, recomendo conferir as dicas de Silvio Meira
O caso de hoje é da empresa Pronto Casei, vencedora do Tire do Papel. Além de uma ideia muito interessante e útil, a empresa se destacou no evento principalmente por causa da fantástica clareza de sua apresentação.
Tudo bem, mas o que é o Pronto Casei?
Plataforma para criação de websites personalizados para casais que estão planejando seu casamento. Mais de 4.000 casais no Brasil todo já usam o Pronto Casei para compartilhar emoções, aproximar pessoas e usufruir diversos serviços e facilidades. Buscamos explorar melhor esse potencial de negócios.
E o que a apresentação deles teve de tão especial?
Confira com seus próprios olhos:
Bacana, quero saber mais sobre eles, como faz?
Opções:
• Perfil no Empreendemia (caramba, muito bonito esse tal de Empreendemia!)
• Site do Pronto Casei
• Mandar um e-mail para contato@prontocasei.com.br
Conclusão
Uma das coisas que me chamou a atenção no Pronto Casei foi a diferença na reação das pessoas.
O “especialista” ouvia e falava “Isso não é tão inovador assim. Já existem X empresas no mercado que fazem isso”. A pessoa comum e possível usuário do sistema falava “Caramba! Quando for me casar vou procurá-los, com certeza vai facilitar minha vida!”.
Fica a pergunta: quem você irá ouvir na hora de apresentar seu produto?
O especialista que está atrás de algo inédito no universo ou o cliente que vai colocar dinheiro na sua conta?
Abraços,
Millor Machado (Pronto, escrevi o post)
P.S: Não deixe de conferir as apresentações das outras empresas no www.tiredopapel.com.br
Nenhuma figura, quase nada de texto. Apenas 55 segundos até você recuperar sua confiança:
1. Não existe essa história de ser superior
No momento em que você pensa que é inferior a alguém, você está configurando seu cérebro para insegurança. Nós todos somos humanos, ninguém é melhor que ninguém – nós simplesmente temos experiências diferentes.
2. E daí?
Sentindo-se inseguro… parabéns, você é humano! Todo mundo fica inseguro, até as pessoas que você acha que não.
3. Estufe o peito e sorria
A mente e o corpo estão em sincronia. Se você encolher os ombros e franzir a testa, você se sentirá inseguro. Se você estufar o peito e sorrir, não tem como não se sentir confiante.
4. Ouça sua voz interior
Preste atenção nas suas conversar internas. Mude internamente e comece a usar palavras que te levem para a auto-confiança.
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A dica de hoje foi manda por Ana Cristina Chaer Dib Netto através do blog Papo de Empreendedor.
Um líder de verdade sabe…
Ser objetivo: Como direcionar o progresso do negócio? Com metas claras e pré-estabelecidas. Muitos empreendedores desperdiçam dinheiro, tempo, mão-de-obra e equipamentos por não ter objetivos a curto, médio e longo prazo.
Somar competências: É importante ser visto pelos seus conselheiros, investidores e funcionários como um expert na sua área de atuação e no comando do negócio. Se a equipe não o achar capaz de liderar e nem preparado para assumir a gestão, dificilmente você será admirado, respeitado e seguido.
Montar um time forte: Todo empreendedor, por mais capacitado que seja, tem pontos fracos. Por isso, é importante montar um time com pessoas credenciadas, de diversas áreas e capazes de inovar. Também é fundamental o gestor reconhecer que não sabe tudo. Ele deve estar aberto a novas ideias e jamais desconfiar da capacidade da equipe.
Comunicar bem: Especialistas em liderança são unânimes em afirmar que a comunicação eficiente é a alma de qualquer empresa. Se o chefe não se comunica bem com seus funcionários, ele não é capaz de coordenar. A conversa face a face ainda é o melhor meio de evitar ruídos na comunicação. Jamais trate temas sérios por e-mail ou telefone.
Ter bom relacionamento: Líderes de sucesso são, em geral, acessíveis, amáveis, extrovertidos, confiantes e agregadores. Eles se sentem confortáveis em suas posições. Sabem decidir e delegar tarefas. Essas características os ajudam a motivar pessoas a fazer um melhor trabalho e obter resultados satisfatórios.
Inspirar a equipe: Não raro, os funcionários precisam de alguém para se espelhar e ser uma fonte de inspiração. Este é mais um dos papéis do líder. Mesmo quando o trabalho vai bem, é fundamental manter as pessoas estimuladas. Apoie sempre a iniciativa e a criatividade.
Nesse trabalho eu basicamente analisei quais os principais pontos que precisam ser levados em conta na hora de empreender. Esses pontos foram colocados na forma de perguntas a serem respondidas nos principais aspectos de um negócio: finanças, marketing, estratégia, gestão de pessoas, operações, etc.
Não ter uma estratégia é a pior estratégia
Para complementar esse trabalho, gostaria de compartilhar com vocês uma planilha bem simples e prática compartilhada por nosso amigo Mauricio Camacho, especialista em varejo que já nos deu uma entrevista aqui.
Mesmo que você seja o melhor programador do mundo ou um mega administrador que teve 300 matérias de finanças na faculdade, sempre vale a pena dar uma conferida em uma planilha desse tipo para ver se você não esqueceu de levar alguma coisa em conta no seu plano.
Essa planilha e outros materiais sobre plano de negócios podem ser encontrados aqui.
Abraços,
Millor Machado (o preenchedor de planilhas)
A dica de hoje foi dada por Seth Godin em seu blog
Se você pedir a 100 pessoas pra fazer uma tarefa (especialmente relacionadas a seguir instruções ou usar um computador), saiba que 2 delas farão “caquinha”.
Não importa se você usa TODAS AS LETRAS MAIÚSCULAS. Não importa se suas instruções são a coisa mais clara do mundo. Não faz diferença se você as faz assinar um termo. 2% irá sempre fazer besteira. E não são sempre os mesmos 2%, então remover os perdidos não irá funcionar.
Isso significa que você só tem 2 opções:
Projetar um sistema que tenha bom senso e graça para permitir que os 2% continuem nele
Perturbar, aterrorizar e perder essas pessoas
As pessoas que mexem com tecnologia odeiam essa escolha, mas é a mais pura verdade. Você precisa se planejar para falha humana e parte do seu trabalho é ter os recursos e ajudar as pessoas a permanecer na sua Tribo mesmo que não consigam seguir uma simples instrução.
[Só para deixar claro que a primeira opção não é a única. Muitos projetistas bem sucedidos (incluindo a Apple) se orgulham de escolher a segunda opção. Agradar a todos não é necessário. Escolher fazê-lo intencionalmente sim]
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Obs.: Para entender melhor o conceito de ser líder através da formação de Tribos, confira o vídeo aqui.
Para mais dicas sobre quem está sentindo na pele a emoção de criar uma nova tecnologia, siga nosso Twitter: @empreendemia
Simplicity Sells (Simplicidade vende). Este é o título que David Pogue, o colunista de tecnologia do New York Times, usou em fevereiro de 2006.
Durante os ótimos 21 minutos do vídeo, David fala sobre design de interface de software e como a simplicidade exerce um papel fundamental para que o usuário comum possa usar sem dor de cabeças.
Basicamente, ele fala que erros de uso podem ter duas diferentes causas:
1- O usuário está totalmente fora da curva e não consegue mexer em nada, o que é considerado a minoria dos casos;
2- A interface não foi bem pensada: levar em conta a experiência do usuário e gastar tempo em design não é, infelizmente, uma grande preocupação da maioria das empresas de software, fazendo com que poucas como Apple e Palm sejam tão diferenciadas.
Ao decorrer da palestra, ele dá vários exemplos de interfaces e práticas ruins e boas, além de dar um tom bastante engraçado com suas piadas e músicas tocadas ao vivo por ele no piano.
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