Desenvolvimento do logotipo da Empreendemia – A aventura do ovinho de gravata

A criação de um bom logotipo é um processo criativo que não pode ser feito em apenas uma reunião. Seu  desenvolvimento pode levar uma longa jornada até que seus traços e cores representem o espírito da empresa.

Apresento-lhes aqui um exemplo prático: o logo da Empreendemia, empresa dos autores deste blog.

Para quem ainda não sabe, Empreendemia é nosso sistema de gestão de contatos de clientes e fornecedores, focado em acelerar negócios entre empresas.

Parte 1 – O início da jornada do ovinho
Tudo começou numa época remota  (começo de 2009), quando eu ainda não estava na sociedade. Nessa época longínqua Millor resolveu mostrar seus dotes artísticos no MS Paint.

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O ovo representava bem o que a gente queria: uma empresa nascente, os jovens empreendedores e o grande cabeção de Luiz. Ok, sei que não devo expor as brincadeiras pessoais sobre meus sócios em um blog com grande número de visitas, mas nessa época ainda não éramos sócios, então não há problemas.

Do conceito feito no MS Paint, desenvolveu-se então o logo vetorial no Corel Draw (agradecimentos a Leonardo Firmeza).

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Parte 2 – O ovinho de cara nova
Em meados de Abril de 2009, entrei para a empresa. Tanto o nome quanto o conceito do logo me agradaram. Em pouco tempo a marca não já saía mais da minha cabeça. Apesar de a execução não estar uma obra prima, achei a  idéia sensacional.

O problema era que eu achava o logo muito estático, precisava de mais movimento, mais dinâmica. Queriamos demonstrar mais a ideia de conexão e interatividade. Fizemos infinitos esboços.

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Até que em Maio surgi com uma nova execução da mesma idéia. Era algo mais descolado, mais Coca-Cola.

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Parte 3 – Momentos de angústia
Pena que o logo ainda não era suficientemente bonito para arrancar elogios da galera. Eu também não fiquei muito motivado a mantermos aquele logo, estava muito descolado e movimentado até demais. Tanto que levamos alguns esporros pelo logo, nome e pela própria ideia em si. Estávamos decididos então a mudar o nome e o logo da empresa.

Morreria aí o Empreendemia?

Nem a pau! Executando e testando diversas possibilidades, confirmamos que a idéia do logo e o nome eram simplesmente sensacionais. A marca já tinha sido assimilada e não havia nada que pudesse substituí-la!

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Parte 4 – O retorno heróico
Foi então que me submeti a uma última tentativa de fazer uma execução master ultra pro e tinha que ser ela, e nenhuma outra. Nesse período rolou muita briga entre os sócios sobre inclinação e cor do ovo, cores de fundo e da fonte, efeitos e etc etc.

Eis que surgiu em Setembro o logo atual até então.

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A mesma idéia, o mesmo nome, a mesma marca. Uma evolução.

Conclusão
Evolua sua marca de acordo com seus ideais. Tenha paciência, pode levar algum tempo, mas será a sua marca.

Abraços,
Mauro Ribeiro (o mestre dos ovos de gravata)

55 segundos para descobrir a sua verdadeira paixão

A dica de hoje foi dada por Mike Michalowicz no seu blog Toilet Paper Entrepreneur

Nada de figuras e quase nada de texto. Apenas 55 segundos até que você descubra sua verdadeira paixão:

  1. Se pergunte – Se eu só pudesse fazer uma coisa pro resto da minha vida, o que seria?
  2. Faça uma mistura – Se você pudesse combinar todos seus talentos em alguma coisa  extremamente única, o que seria?
  3. Leitura – Qual sua revista favorita ou o seu programa de TV favorito? Normalmente sua paixão é encontrada nas suas atividades de lazer.
  4. Por favor, cale a boca! – Qual o assunto que você não consegue parar de falar sobre? Esse assunto é a sua paixão.
  5. Quem você admira? – Veja as pessoas que você mais admira. Para elas alcançarem o sucesso, que fator as levou até lá? Esse fator é a sua paixão.

Para acompanhar a nossa paixão, o empreendedorismo, siga nosso Twitter: @empreendemia

Mike Michalowicz

Entrevista: Suhas Gopinath sobre empreendedorismo jovem

Aos 17 anos, Suhas Gopinath foi reconhecido como “World’s  Youngest  CEO” por veículos como BBC e Washington Times. Ao longo de sua carreira (ainda muito promissora) já foi reconhecido por várias escolas de negócios e empreendedorismo na Índia e no resto do mundo.

Suhas é indiano e mora em Bangalore. Atua como CEO e Presidente da Globals Inc., empresa que ele fundou aos 14 anos e que rapidamente cresceu internacionalmente e está presente em 11 países.

Algumas outras honras que ele recebeu:

  • 2007 – “Young Achiever Award” pelo Parlamento Europeu.
  • 2008/2009 – um dos “Young  Global Leaders” pelo Fórum Econômico Mundial.
  • 2009 – faz parte do conselho de TIC do Banco Mundial
Suhas, empreendedor desde os 14 anos

Suhas empreendedor desde os 14 anos

1- Como você começou sua carreira como empreendedor?
Apesar de alguns contra-pesos, como ninguém da minha família ser envolvido em negócios e querer ser um veterinário quando estava na escola, acabei conhecendo a internet através do meu irmão mais velho num cyber café. Fiquei completamente fascinado pelo mundo da internet, mas eu tinha um problema, pois por volta de 1999-2000 uma hora de internet num cyber café custava 10 rúpias e minha mesada era de 25 rúpias.

Como o cyber café ficava fechado todos os dias entre 13 e 16h para almoço, enxerguei uma oportunidade e fiz um acordo com o dono da loja: eu cuidaria da loja durante essas horas para que seu faturamento aumentasse, mas em contrapartida não pagaria pelo uso da internet. Assim, passei grande parte das minhas horas aprendendo como construir websites e, depois de alguns meses, comecei a construir meu próprio portal, mirando oferecer suas habilidades de desenvolvimento web como um freelancer para pequenas e médias empresas dos EUA.

Foi muito difícil convencer empresas a comprarem meus serviços, já que todas queriam saber minhas qualificações acadêmicas e ficavam inseguras quando viam que era um garoto do colegial que queria ser seu freelancer para desenvolvimento web; foi aí quando meu espírito empreendedor deu uma guinada e decidi um dia abrir uma empresa que não recrutaria olhando para a parte acadêmica do candidato.

Quando uma empresa nos EUA me ofereceu uma bolsa de estudos para estudar lá e trabalhar para eles nos finais de semana, eu não aceitei. Sempre quis ser um empreendedor e foi quando, aos 14 anos, em 2000, abri a minha empresa.

2- Quais foram os desafios que você enfrentou como um empreendedor? Como você os superou?
Como falei, ser muito novo não ajudou muito no começo e na verdade até hoje atrapalha às vezes. Na última vez que fui convidado pra falar num seminário, não permitiram minha entrada já que pensaram que eu era um estudante, mas me apresentei pra eles como um dos palestrantes!

As competências são certamente um dos mais fortes critérios de escolha para um novo negócio, mas muitas vezes o que importa é quem é a pessoa que faz acontecer. Às vezes parceiros de negócios sentem-se inseguros vendo minha idade. Quando eu tinha 17 anos, uma das empresas parceiras não me autorizou a asssinar um contrato e exigiu um maior de 18 anos para isso.  Além disso, é bem complicado lidar com agências governamentais na Índia sendo menor de idade e com uma família de classe média não inserida no mundo dos negócios.

3- Que hábitos você ainda mantém dos seus primeiros dias como um empreendedor?
Não gastar muito dinheiro e levar uma vida modesta! Eu ainda uso meu tempo livre como voluntário em organizações que ajudam animais. Na vida profissional, eu tento ao máximo garantir uma grande harmonia com meus colegas, e garantir que sou acessível a todos os funcionários.

4- Qual é a sua mensagem para jovens empreendedores que estão enfrentando dificuldades parecidas com as que você teve?
Eu peço fortemente que jovens optem pelo empreendedorismo, não só como uma forma de liberdade para inovação, como também uma forma de contribuir com o crescimento econômico de sua região e, principalmente, como uma forma de ser socialmente responsável oferecendo empregos a outros jovens.

Os 7 erros do empreendedorismo

A dica de hoje foi dada por Thomaz Gomes no portal ResultsON

Hoje recebi no email essa listinha contendo sobre os sete erros do empreendedorismo, segundo Claudio Yutaka Fukasawa, Superintendente Executivo de Pequenas Empresas do Santander Brasil. Bem simples, mas bacana. Acho que vale o post.  Dá uma olhada.

Erro 1- mistura dos gastos pessoais e do negócio
Erro 2- descontrole e gastos pessoais, impactando retiradas.
Erro 3- diferenças entre sobra no caixa e lucro.
Erro 4- alta imobilização
Erro 5- crescimento sem planejamento de necessidade de caixa.
Erro 6- dinâmica do seu capital de giro (sem estratégia e controles, e falta de relações com bancos)
Erro 7- o empresário ter uma amante e separar da mulher que é sócia (risos). Isso quebra as finanças-vida pessoal e profissional.
Erro 7 (de verdade)- perda de foco por interferências de problemas pessoais nos negócios

Obs.: Confira a palestra em que Claudio explica melhor quais são esses erros aqui.

(Agradecimentos a nosso leitor Cristiano)

Resenha: Palestra de Silvio Meira sobre inovação tecnológica

Complementando a resenha que fiz sobre o III Seminário de Empreendedorismo IEL-RJ, vou aprofundar um pouco mais sobre as palestras que assistimos.

Caso não tivesse assistido a palestra de Kawasa logo depois poderia dizer sem sombra de dúvidas que foi a melhor palestra que já vi na vida.

Silvio deu dicas extremamente relevantes para empreendedores de tecnologia e fez questão de desbancar alguns mitos muito comuns. Além disso, seu estilo de apresentação e oratória são excepcionais.

Silvio Meira, cientista chefe do C.E.S.A.R

Silvio Meira, cientista chefe do C.E.S.A.R

O que é inovação?

  • Inovação significa emitir nota fiscal. Se você tem uma tecnologia fantástica, mas não vende, não é uma inovação.
  • Inovação é igual à criatividade com qualidade. Criatividade é ter habilidade para pegar ideias existentes, transformá-las e colocá-las em prática. Qualidade é oferecer o que o cliente quer pelo preço que ele pode pagar.
  • A principal característica de pessoas inovadoras é a adapdabilidade. Não é preciso ser o mais forte ou o maior, mas sim ser o que se adapta mais rápido às mudanças do mundo.
  • Conclusão: Crie algo que as pessoas estejam dispostas a pagar, caso contrário, não é inovação.

Para inovar em alto estilo, entenda as infraestruturas

  • Imagine quando Thomas Edison inventou a lâmpada. Pra que eu iria comprar uma lâmpada sem ter energia em casa? Sem falar do bocal da lâmpada.
  • O ser humano está conectado há séculos em redes através das infraestruturas. Infraestruturas são os sistemas de distribuição de água, energia, esgoto, etc. A internet é a infraestrutura de distribuição de informação, tratá-la como tal ajuda a entender as tendências e observar oportunidades.
  • A revolução da internet comparada com as outras infraestruturas é que ela pode ser alimentada por uma pessoa comum. Você não pode gerar água nem energia em casa e distribuir para as outras pessoas, a informação você pode.
  • Conclusão: Não crie um produto que as pessoas não consigam usar por falta de infraestrutura.

Para ser um verdadeiro inovador, você precisa estar em processo contínuo de aprendizado

  • Algumas pessoas fazem um esforço gigantesco para mudar o mundo, quando terminam isso, o mundo já mudou de novo.
  • Para ser o mais apto, é preciso ficar atento às tendências, desaprender conhecimentos ultrapassados e reaprender de acordo com as mudanças do mundo.
  • Desaprender é a coisa mais difícil a fazer, mas é o ponto mais importante da inovação.
  • Com a internet, todas as respostas já estão aí. Agora o que importa é saber fazer as perguntas certas.
  • Conclusão: Tenha uma base de conceitos sólidos, mas como aplicá-los da melhor maneira é um processo contínuo.

As características de um inovador

  • Mudar o mundo dá muito trabalho, se você não está disposto a mudar o mundo várias vezes, em pouco tempo ficará estagnado.
  • O ponto alto da palestra foi quando ele falou que grudou na porta da sala dele “Pegue a sua ideia, e vá apresentar pra puta que o pariu!”. Esse foi o recado dado às pessoas que colocam suas ideias no pedestal e acham que elas valem alguma coisa. Uma ideia sem aplicação não vale nada.
  • Silvio nem ouve pessoas que chegam sozinhas. Ele pensa “Se o cara não conseguiu nem convencer um amigo de que a ideia é boa, não vai me convencer.“. Concordo plenamente com essa linha de raciocínio.
  • Conclusão: O caminho para  a inovação é longo e exige muito trabalho. Aceite isso e comece a construir alguma coisa antes de querer colher os frutos.

Logicamente houve vários outros pontos abordados na palestra, mas esses foram os que consideramos mais relevantes para vocês que querem inovar e empreender.

Depois da palestra conversamos com ele pessoalmente e além de genial, Silvio é muito gente boa.

Abraços,
Millor Machado (dando a C.E.S.A.R o que é de C.E.S.A.R)

Os slides podem ser baixados pelo link http://bit.ly/92hv6L

Arranje clientes antes de escrever seu plano de negócios

A dica de hoje foi dada por Wil Schroter no seu blog.

O primeiro passo, antes de escrever o plano, é validar o conceito. Se ninguém nunca for comprar sue produto, é improvável que um negócio vá aparecer. Focar no produto primeiro, especificamente na vontade do cliente comprar o produto, é de longe o tempo mais valioso que você pode gastar no começo da sua empresa.

Além de validar o conceito, vender o produto cedo te fazer provar algumas premissas no seu plano antes que você comece a escrevê-lo. Por exemplo, não seria útil saber que alguém pagaria pelo produto antes de construí-lo?

Você ficaria surpreso com a quantidade de informação você consegue de potenciais clientes apenas perguntando se eles pagariam por um produto hipotético.

“Construa e eles virão” pode ter funcionado para Kevin Costner no filme Campo dos Sonhos, mas é a fórmula para o fracasso em uma startup.

Se você está lançando seu produto, vale a pena ler nosso livro sobre desenvolvimento de produtos. Confira agora o Desenvolvimento de Produtos sem enrolação.

Para mais dicas sobre como começar sua empresa e desenvolvimento de produtos, siga nosso Twitter: @empreendemia

O benefício da dúvida

A dica de hoje foi enviada por Seth Godin através de seu blog.

É quase impossível comunicar algo sucinta e claramente para todo mundo o tempo todo.

Alguns mal-entendidos ocorrem.

Nós entendemos errado um comentário ou um gesto ou uma regra ou um contrato.

E o que acontece?

Bom, se nós estamos relacionados a pessoas que gostamos ou confiamos, nós damos a eles o benefício da dúvida. Nós podemos, tanto assumir que eles realmente queriam o que esperamos de pessoas como eles, quanto perguntar.

Se estamos relacionados a um desconhecido ou alguém que não confiamos, nós assumimos o pior.

O desafio é, então, ganhar o benefício da dúvida. Quantos dos seus clientes, contatos, vendedores e colegas te dão o benefício da dúvida?

Se você trabalhasse nisso, você poderia fazer esse número crescer?

Vídeo: O valor que a criatividade agrega a um projeto

Sempre falamos aqui no Saia do Lugar sobre como inovação, criatividade e ter boas ideias é algo fundamental, inclusive um dos 8 segredos para o sucesso.

Esse vídeo mostra de forma divertidíssima o experimento de 2 publicitários australianos em que eles vendem exatamente o mesmo produto por um preço muito mais alto, por causa da forma criativa que fizeram o anúncio.


(Link para o vídeo no Youtube)

O vídeo pode ser falso ou não, de qualquer forma no mínimo a ideia de fazer o vídeo já foi criativa e com certeza gerou ótimos resultado$ para os 2.

Se você ainda não achava que ser criativo valia a pena, espero que esse vídeo tenha te ajudado a mudar de ideia.

Abraços,
Millor Machado (impressionado com esses australianos do barulho que aprontam altas confusões tamanho família)

P.S.: Agradecimento especiais a nosso leitor e amigo Daniel Bruzeguez pela indicação do vídeo

Formação de preço: Seu produto é mais do que só o seu produto

A dica de hoje foi dada por Dharmesh Shah no blog On Startups.

Você pode até achar que seu software é feito só pelos bits e bytes que o cliente baixa (ou acessa online), mas não é só isso.

O que os clientes estão pagando é na verdade toda a experiência de fazer negócios com você.

Tudo, desde como você divulga e vende seu produto até como você ajuda as pessoas a usá-lo e como o evolui.

Sua formação de preço deve ser baseada nessa realidade.

Se você está lançando seu produto, vale a pena ler nosso livro sobre desenvolvimento de produtos. Confira agora o Desenvolvimento de Produtos sem enrolação.

Para receber mais dicas sobre formação de preço e desenvolvimento de produtos,  siga nosso Twitter: @empreendemia

Resenha: III Seminário de Empreendedorismo IEL-RJ

Dia 18/11/09 tivemos a honra de participar do III Seminário de Empreendedorismo IEL-RJ que teve o tema “Oportunidades e Desafios no Mundo Virtual”. O evento fez parte da Semana Global de Empreendedorismo.

Na verdade fomos só para ver nosso personal guru Guy Kawasaki, mas mesmo se ele não tivesse ido, a ida ao Rio já teria valido muito a pena. O evento nos surpreendeu muito positivamente, e olha que já estávamos com as expectativas altas.

Tivemos o prazer de conhecer pessoalmente nossos leitores Victor Alves (criador do blog TecnoPeg), Pedro Cariello e seu sócio Rodrigo. Eles querem abrir suas empresas e em breve serão blogueiros de muito sucesso. Estamos na torcida e esperamos que de alguma forma as dicas do Saia do Lugar os tenham ajudado.

III Seminário de Empreendedorismo IEL-RJ
III Seminário de Empreendedorismo IEL-RJ

As palestras que assistimos foram:

  • Silvio Meira – Considerado pela revista Info uma das 100 pessoas mais importantes das tecnologias da informação no Brasil, Silvio Meira é cientista-chefe do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife , o C.E.S.A.R. (Veja a resenha sobre sua palestra aqui)
  • Fábio Seixas – Sócio-fundador da Camiseteria, uma das lojas virtuais mais famosas do Brasil, que aposta na interação via web 2.0 para conquistar seus clientes. (confira o bate-papo que tivemos com ele aqui)
  • Cláudio Torres – Autor do livro “A Bíblia do Marketing Digital”, que explica como funciona o mundo dos negócios e publicidade na Internet.
  • Joyce Jane – Diretora de Novos Negócios da Infoglobo e CEO do O Livreiro, rede social para quem gosta de livros.
  • Guy Kawasaki – The Master Power Plus Zord Ultra Guru das startups do Vale do Silício.

Durante os próximos dias vamos fazer um post específico sobre cada palestra e colocaremos os links aqui.

Conclusões que chegamos:

  • O Brasil é muito capaz de gerar tecnologia e inovar, mas ainda existe um longo caminho pela frente
  • Existe muita gente boa por aí com vontade de fazer alguma diferença, agora é só questão de unir esses projetos
  • Os empreendedores que conhecemos estão muito dispostos a compartilhar conhecimento e formar parcerias, nada dessa história de “Minha ideia é muito valiosa. Você vai roubar minha ideia e ser meu concorrente”
  • As oportunidades de empreender na área de tecnologia no Brasil estão melhores do que nunca, levante a bunda da cadeira e “Saia do Lugar!”

Basicamente foi isso, não percam os próximos posts com as análises detalhadas sobre as palestras, especialmente as de Silvio Meira e Kawasa que foram fantásticas (‘fantásticas’ foi o melhor termo para descrever essas palestras sem usar palavrões, porque na verdade elas foram do  *#$@, muito %¨&@%@s mesmo).

Nossos sinceros parabéns para a organização do evento e que nós de alguma forma também possamos empurrar o empreendedorismo tecnológico do Brasil pra frente.

Abraços,
Millor Machado (felizão por saber que não estou sozinho nessa batalha)