O Cara é uma série de quadrinhos e tirinhas sobre negócios e empreendedorismo.
Confira os outros quadrinhos da série aqui.
O Cara é uma série de quadrinhos e tirinhas sobre negócios e empreendedorismo.
Confira os outros quadrinhos da série aqui.
A dica de hoje foi dada por Seth Godin em seu blog.
Eu acabei de passar por uma trabalheira tentando conseguir um orçamento com algumas empresas.
Eu visitei 8 sites. 6 deles escondiam seu endereço de e-mail. Eles usavam formulários de uma forma ou outra. Uma empresa se recusou a aceitar mais de 500 caracteres na caixa “Como podemos ajudá-lo?”, enquanto outras 3 queriam saber em qual estado eu estava, etc.
Contato por e-mail é como um primeiro encontro. Se você aparece com uma prancheta em um questionário, tem algo errado, eu fico com medo.
Se você vende algo, crie um endereço como “vendas@xyz.com.br”. Coloque esse e-mail na sua página inicial, “Contate-nos se você está procurando por mais informações ou um orçamento.”.
Com certeza você receberá alguns spams, mas deletar spam é muito mais fácil do que conseguir clientes.
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Aproveitando a dica, entre em contato conosco através de saiadolugar@empreendemia.com.br e siga-nos no Twitter! @empreendemia
Após conferir alguns artigos sobre pesquisa de mercado, nossa leitora Lana Morais pediu ajuda para montar seu questionário de pesquisa de mercado. Seu empreendimento é a Maria Jujuba, uma loja de artigos de festas em Fortaleza-CE.
Usando a ferramenta Google Forms, ela seguiu os 5 passos para criar uma pesquisa de mercado e nos mandou o resultado.
Gostamos tanto das perguntas que ela elaborou que decidimos publicá-las aqui. Repare como que em poucas perguntas ela conseguiu abordar os pontos mais relevantes para sua pesquisa de mercado.
Ideias tanto sobre artigos de festas ou outras formas de ajudá-la no seu empreendimento são extremamente bem-vindas.
Pedimos que quem puder ajudar a Lana na sua pesquisa, por favor a responda clicando aqui.
Dúvidas, sugestões ou pedidos podem ser deixados comentários ou mandados por e-mail para millor@empreendemia.com.br
Abraços,
Millor Machado (torcendo pra que vocês ajudem a Maria Jujuba a Sair do Lugar)
Esta tirinha foi traduzida do site www.qwantz.com.
Curiosidade: todos os quadrinhos de Ryan North são exatamente iguais, alterando apenas as falas dos dinossauros.
A dica de hoje foi dada pelo Ledinilson Ribeiro Moreira através do Cubo Mágico.
Nas montanhas do Canadá havia um mestre lenhador.
Certo dia, ele foi procurado por um rapaz de preparo físico notável, que lhe disse: “Quero aprender a cortar árvores, quero me tornar lenhador como o senhor”.
O mestre aceitou, de pronto: “Volte amanhã e vou lhe ensinar meu ofício”.
Lá pelo terceiro mês de aprendizado, para o espanto do mestre lenhador, o jovem lhe disse: “Aprendi o que tinha de aprender. Já sou um lenhador, um bom lenhador. Na verdade, acho que sou o melhor lenhador do Canadá”. Diante do olhar incrédulo do mestre, foi mais longe, lançando-lhe um desafio.
“Vamos delimitar duas glebas de terra, com a mesma quantidade de árvores cada, e cortar. Quem primeiro derrubar a última árvore é o mais rápido e, portanto, o melhor”, propôs. E assim aconteceu.
No início, o jovem, com mais disposição e uma velocidade incrível, abriu vantagem sobre o mestre. De vez em quando, lançava um olhar para a gleba vizinha e observava intrigado que este fazia pequenas paradas para descansar.
“Moleza. Vai ser fácil”, pensava consigo.
No entanto, o sol nem havia se posto por completo no horizonte e o mestre derrubava sua última árvore, enquanto o rapaz ainda tinha algumas pela frente. Surpreso, ele correu até o mestre: “Como o senhor cortou mais rápido do que eu!?! É impossível, não consigo entender. Não parei um só minuto e vi que o mestre parava toda hora para descansar!!!”.
Então, o lenhador mais velho olhou nos olhos do jovem e lhe transmitiu sua derradeira, e talvez mais importante lição: “Cada vez que eu parava para descansar, aproveitava para afiar os machados”.

Bruno Biscaia
Bruno Biscaia é editor de Empreendedorismo do blog Dinheirama e graduando em Engenharia de Produção Mecânica na Universidade Federal de Itajubá. Atua em seu cotidiano inspirando pessoas a buscar melhores oportunidades em suas vidas. Co-autor do Livro do Blog – Dinheirama (Editora Blogbooks).
Você poderia nos contar um pouco sobre sua trajetória? Desde o começo da faculdade até fazer parte do Dinheirama, um dos maiores sites de economia e negócios do Brasil?
Quando entrei na faculdade coloquei em minha cabeça que nos cinco anos seguintes eu me esforçaria ao máximo para ser um dos melhores profissionais do mercado. Isso não era apenas uma meta, mas um sentimento profundo de querer ir além das minhas próprias expectativas.
Comecei devagar, fazendo cursos pelo SEBRAE para aprender um pouco mais sobre empreendedorismo e logo depois fui selecionado para entrar na empresa júnior de minha universidade, a Unifei Junior, com um cargo de consultor de eventos, que implicava em minha saída logo após a execução de um evento, isto é, era um cargo temporário.
Nesse momento comecei a estabelecer metas: a primeira foi de que eu deveria me esforçar ao máximo para ser convidado a ser um membro efetivo da empresa, sem precisar passar por novos processos seletivos – eu deveria merecer a vaga.
Dessa forma, passado algum tempo de trabalho, fui convidado a compor uma das funções dentro da Diretoria de Marketing da empresa e também a organizar um novo evento, chamado de A Semana do Empreendedor, foi aí que comecei a me aproximar do Dinheirama.
Objetivo alcançado, mudança de metas: a nova meta agora era conseguir estagiar nas férias de verão em uma grande empresa. Com isso na cabeça continuei trabalhando na empresa júnior e desenvolvendo o evento. Fiz uma pesquisa na região e na internet e como já era um leitor do Dinheirama, achei interessante convidar o Conrado Navarro, sócio-fundador do blog, para palestrar em uma das noites do evento. Foi um sucesso.
Daí para frente foi manter contato: o famoso networking. Com isso veio o convite inesperado para participar do Dinheirama. Logo no começo percebi que tinha que me especializar mais ainda, fui atrás de livros, revistas e experiências novas para contar aos leitores do site.
Para conseguir me dedicar mais a faculdade e ao Dinheirama, escolhi sair da empresa júnior. Pouco tempo depois veio a confirmação de que a vaga de estágio era minha. Mais um objetivo alcançado. Continuei no blog desenvolvendo meu trabalho e estou até hoje buscando passar tudo que aprendo na teoria e na prática para os leitores do site.
Qual foi a importância da Empresa Junior para sua formação profissional?
Como disse acima, ela foi o começo de tudo, dos meus erros e dos meus acertos. Fundamental para o meu crescimento e aprendizado. É na empresa júnior que temos a oportunidade de lidar com pessoas de todos os tipos, antes de entrar no mercado profissional: motivadas, inexperientes, preguiçosas, competentes, egocêntricas etc. Com isso, aprendemos a gerar grandes resultados com todos esses perfis distintos dentro de uma equipe.
É o encontro com a diversidade, com o inesperado e com a força de vontade. Para conseguir bons resultados você tem de aprender a lidar com o melhor da cada pessoa, aprender a trabalhar em equipe.
Está nos seus planos abrir sua própria empresa?
Acredito que não poderia não estar. Essa é mais uma chance de aprendizado e de desenvolvimento e mais um de meus objetivos para o futuro. Vamos aguardar.
O que você acha que é necessário para um jovem empreendedor “sair do lugar”?
A idéia de “sair do lugar” é muito boa por que remete a movimento. Para “sair do lugar” é preciso desligar o piloto automático e sair da inércia. É querer que sua vida tome rumos diferentes do atual e realmente se esforçar para que isso aconteça. É mudar a forma como você se comporta diante das oportunidades que a vida cria para você, ou que você cria para a sua vida.
A dica de hoje foi dada por Guy Kawasaki no seu blog How to Change the World.
A maioria dos empreendedores faz previsões de vendas de cima pra baixo: “Existem 150 milhões de carros nos EUA. Me parece razoável pensar que 1% dos donos de carro vão instalar nosso sistema de rádio por satélite. Isso é 1.5 milhão no primeiro ano.”
A previsão de vendas realista é assim: “Nós podemos abrir 10 lojas para instalação do sistema no primeiro ano. Em um dia médio, elas poderão instalar 10 sistemas. Então, nosso primeiro ano em vendas será de 10 lojas X 10 sistemas X 240 dias = 24.000 sistemas de rádio por satélite.”
24 mil está bem longe dos seus 1.5 milhão previsto de forma “conservadora”.
Advinha, qual dos 2 números é mais provável de ser verdadeiro?
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Para alcançarmos nossa previsão “conservadora” de seguidores no Twitter, siga-nos em @empreendemia.
Ontem, quarta-feira 30 de setembro, por um convite da Fejesp, fui à PUC-Campinas falar sobre motivação e empreendedorismo; mais especificamente para ‘dar um empurrão’ nos alunos interessados em fundar a empresa júnior multidisciplinar da instituição.
Os pontos principais da apresentação foram:
Queria novamente fazer meus agradecimentos à professora Inês pela recepção e iniciativa, e à Fejesp pelo convite.
Abraços,
Luiz Piovesana (porque relações públicas e engenharia não são tão distantes)
A dica de hoje foi dada por Daniel Pereira da Luz Consultoria em seu blog.
É realmente fácil se inspirar nas idéias de negócio com seus concorrentes. Como? Lendo artigos de jornais e revistas sobre eles.
A maioria dos negócios busca publicidade. Publicações específicas e a mídia local sempre publicam histórias de realizações na área de negócios e novas iniciativas. Bons repórteres são bons em buscar as informações que seus leitores desejam; e seus artigos costumam incluir fatos e idéias que você pode usar no seu negócio.
Para ficar de olho nos seus concorrentes, assine e leia publicações voltadas para sua área, jornais de negócios da região de seus concorrentes e revistas especializadas mais populares, como “Pequenas Empresas Grandes Negócios”, “Exame PME”, “Exame”, “IstoÉ Dinheiro” e “Época Negócios”. Você pode também se inscrever em newsletters ou seguir no twitter essas mídias especializadas – veja uma lista completa aqui: http://twitter.com/luzconsultoria/following