Quanto mais cabeludo é o problema do cliente, mais difícil é entregar a solução completa, por isso aqui vão 4 dicas para quem quer resolver o problema até o fim, garantindo a satisfação do cliente, mas sem se matar pra isso. veja mais
Se está entre as pessoas que "não tem tempo pra nada", confira abaixo algumas diferenças de postura que podem te levar a um dia-a-dia muito mais produtivo. veja mais
No resto da semana passaremos mais alguns dos mandamentos do mestre sobre coisas como demonstração de produtos, relação com investidores e na sexta-feira publicaremos uma entrevista exclusiva que conseguimos com o homem.
A dica de hoje foi dada por Guy Kawasaki em seu blog.
A maioria das pessoas cria um plano de negócios que é uma porcaria: 60 páginas de plano, 50 páginas de anexos, cheios de chavões, siglas e superficialidades como “Tudo que precisamos é de 1% do mercado”. Então é criada uma apresentação a partir disso.
A sequência correta é ter uma apresentação perfeita e só depois fazer o plano de negócios.
Um bom plano de negócios é consequência de uma boa apresentação, mas uma boa apresentação não é consequência de um bom plano de negócios. Por que?
Porque é muito mais fácil revisar uma apresentação do que um plano de negócios. Apresente sua empresa algumas vezes, veja o que funciona e o que não funciona, altere a apresentação e só então faça o plano de negócios.
Pense na sua apresentação como o rascunho e o plano como o texto inteiro. Quantas pessoas escrevem um texto inteiro e só depois o rascunho?
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Vocês já se perguntaram o porquê das empresas de pombo-correio não se tornaram as empresas de correio ou de telefonia? Faltou inovação, faltou enxergar tendências e correr atrás delas, faltou desprendimento do modelo corrente para ir atrás do que estava surgindo.
O vídeo abaixo mostra Danny DeVito, o baixinho cruel de Hollywood, num discurso para acionistas, provando que a empresa deles empresa já estava morta, não estava falida ainda, mas estava morta. Como ele mesmo diz “a melhor forma de quebrar uma empresa é continuar ganhando uma parcela maior de um mercado em queda“.
E aqui o link para o texto – infelizmente não achamos a versão legendada do filme.
A inovação para as empresas de pombo-correio não era ter os pombos mais rápidos do universo, mas sim pensar nos novos meios de comunicação e criar a demanda.
Abraços,
Luiz Piovesana (porque baixinhos também falam bem)
Na hora de se comunicar, a primeira coisa que você precisa ter em mente é: Ninguém tem obrigação em prestar atenção no que você está dizendo.
Partindo desse ponto, você precisa de 2 coisas para merecer a atenção das pessoas:
Conteúdo: Evite falar de cometas para um dinossauro. Se for para falar algo inútil, melhor nem falar.
Forma: A primeira coisa que será analisada é o layout do Power Point, a formatação do seu texto ou o modo como você fala. Se a primeira impressão for ruim, dificilmente se darão ao trabalho de prestar atenção no conteúdo.
Não deixe sua audiência ficar com essa cara
Comunique-se de forma estruturada:
Se você tem muita coisa a dizer, quebre em tópicos menores. Ninguém merece procurar algo e encontrar um toroço de texto, sem nenhuma divisão entre parágrafos. Mesmo quanto estiver falando, use pausas e deixe bem claro para o público qual tópico você está abordando.
Destaque o que for importante:
Negrito ou tamanhos diferentes de letras são ótimas formas de mostrar o que é mais relevante. Porém, só destaque o que for realmente importante, um texto com destaques em todas as frases e um carnaval de cores fará o leitor ignorar o que não estiver destacado.
Não tenha medo de repetir informação:
Desde que a informação seja passada de forma diferente, não tem problema passar pelo mesmo ponto 2 vezes. Isso pode te ajudar a enfatizar pontos importantes. Afinal, ninguém tem obrigação de prestar atenção no que você está dizendo.
Faça analogias e mostre exemplos:
Imagine que você está explicando uma palavra para um gringo. Você vai mostrar o contexto da palavra e usar exemplos, não vai? Por que não fazer o mesmo com sua audiência?
Ensaie, ensaie e ensaie:
Após escritos, nossos textos sempre passam pela TETE (Técnica de Encurtamento de Textos da Empreendemia). De primeira um texto sempre terá informações desnecessárias e alguns erros de digitação, revisão é fundamental. Leia também sobre porque ensaiar suas apresentações.
Se você leu até aqui, tenho mais um desafio. Releia esse texto e deixe um comentário falando onde eu usei cada elemento da comunicação. Quem acertar mais respostas ganhará um mega prêmio.
Pra quem quiser se aprofundar na arte da comunicação, recomendo conferir depois da minha assinatura a sequência de slides sobre “Alta Eficiência em Apresentações” e o vídeo “As 3 formas do cérebro criar significado”.
Abraços,
Millor Machado (lutando para as pessoas serem entendidas)
“Dois minutinhos!” é uma das maiores mentiras institucionais usadas por todos nós. Os clientes ficam rangendo os dentes, ressentidos, toda vez que desperdiçam seu precioso tempo esperando que você, atendente, dedique a atenção que eles acham que merecem.
A perda de tempo tem várias causas. Deficiências técnicas, por exemplo, quando estamos na estação de metrô esperando por mais de quarenta minutos a chegada ou a partida do trem, ou erros que levam ao retrabalho numa clínica, o paciente precisa repetir os exames porque alguém se esqueceu de anotar algo na sua ficha. Mas, na maioria das vezes, a perda de tempo decorre de um conjunto de atitudes dos responsáveis por atender aos clientes. A falta de foco e a displicência são as campeãs nessa falha.
Conheço uma revendedora de automóveis que foge do lugar comum de oferecer um cafezinho e o jornal do dia. Para o público executivo, eles disponibilizam pontos de acesso à internet, além de um serviço para lustrar os sapatos.
O pior caso é esperar nas salas de recepção dos consultórios médicos, que “obrigam” os pacientes a aguardar a hora da consulta que havia sido previamente marcada, mas… “um momentinho, daqui a pouco você será atendido…”.
O desrespeito ao tempo do cliente é uma das causas de maior insatisfação. Se a espera por inevitável, ajude-o a aproveitar aquele tempo de forma produtiva ou divertida.
Não deixe seu cliente esperando!
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A dica de hoje foi dada por Seth Godin em seu blog.
Nenhuma empresa online de sucesso (eBay, Flickr, Amazon, Facebook…) teve sucesso por causa de grande barreiras tecnológicas. Não é insanamente difícil copiar o que eles fizeram. Mesmo assim, eles ganharam e as cópias não.
Poucas organizações tem sucesso no longo prazo por causa de tecnologia própria. Não é o caso de Starbucks, CAA e Nike. Nem Caterpillar ou Reuters.
Pessoas sempre me dizem “esse produto é muito difícil de construir, isso vai nos isolar da competição e proteger nossos preços”. Isso é possível, por um tempo. Mas uma vez que você teve sucesso, os concorrentes darão um jeito, eles sempre darão.
Então, o que fazer?
Você pode ter algo difícil de copiar (como compra de terrenos).
Você pode diminuir seu preço por causa da escala. É mais barato pra você fazer isso porque você tem a vantagem inicial.
Você pode criar custos de mudança. Dessa forma, o desconforto e custo de mudar para um competidor mais barato é tão grande que não vale a pena.
Você pode construir uma rede.
Você pode construir uma marca (leve a sério relacionamentos, valores, confiança, permissão e boca-a-boca)
Você pode criar uma empresa que está constantemente inovando e que empregados extra ordinários dão o seu melhor.
A razão pela qual a internet é berço de tantos negócios impressionantes é que é fácil criar uma rede aqui, mais do que em qualquer outra época da história.
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Nesse sábado tive a chance de palestrar no 3º Seminário Empreender no Mercado Erótico sobre o tema “Técnicas de vendas”. Esse seminário fez parte da 15ª Erótika Fair realizada em São Paulo.
Dei uma passada geral sobre os principais pontos de Marketing e como transformá-los em vendas:
A diferença entre vender para uma empresa e para o consumidor final
A importância do bom atendimento
Como ter uma ótima relação com seus clientes
Como contratar e treinar uma equipe de vendas
Como preparar uma campanha promocional
Como enlouquecer sua competição
Coloquei alguns links na apresentação para quem quiser se aprofundar mais nos assuntos abordados nos slides. O arquivo pode ser baixado pelo botão Get File.
Li esse caso no livro O profissional Pit Bull de Luiz Paulo Luppa (ótimo livro, por sinal). É uma história que nos faz refletir sobre a importância de tratar bem todas as pessoas, não só as com maior potencial de dar lucro.
O velhinho e as motos
Certo dia um senhor de idade entrou em uma concessionária de motos em São Paulo. Vendo que o senhor dificilmente teria condições de andar de moto, os vendedores o ignoraram e continuaram batendo papo entre si. Porém, um dos vendedores decidiu “sair do lugar” e ir atender o senhor.
Após certo tempo de conversa, o senhor havia demonstrado interesse em uma das motos mais caras, mas pelo que o vendedor tinha entendido, um outro modelo, mais barato, satisfazia melhor as necessidades do senhor. Após essas recomendações e toda a gentileza do vendedor, o velhinho decidiu revelar sua verdadeira identidade (não, ele não era o Batman).
O senhor era dono de uma pizzaria que havia acabado de ser inaugurada no bairro e estava comprando uma frota de motos para realizar as entregas. Devido à atenção que o vendedor lhe deu e pelo ato sincero de gentileza, o velhinho acabou fazendo a compra de toda sua frota com esse vendedor. Logicamente, no final do dia a comissão desse vendedor foi muito maior do que os outros que ficaram batendo papo.
Será que as vezes não deixamos passar oportunidades como essa por mera preguiça de fazer nosso trabalho?
Por via das dúvidas, seja gentil com todas as pessoas, no mínimo, isso te fará uma pessoa mais feliz. Lembre-se dos conselhos de nosso grande herói, He-man: “A maneira certa, é a melhor maneira”.
Abraços,
Millor Machado (atendendendo a todos)
P.S.: Agradecimentos ao Wellington Rodrigues por confirmar a fonte do caso.
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Caso você seja dono(a) de uma pizzaria, não podemos oferecer uma frota de motos, mas oferecemos nossa frota de artigos pelo Twitter: @empreendemia