Saia do Lugar 3.0 – o portal de cara nova

Era uma promessa de longa data que eu havia feito em transformar o Saia do Lugar em algo mais que um blog, talvez em uma revista virtual. Hoje contamos com muitos artigos de diversos formatos, de dicas a quadrinhos, artigos de autoria própria a entrevistas.

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E é por esses e outros motivos que o nosso site passou por uma segunda reformulada (a terceira só este ano). O blog cresceu muito desde o começo do ano e pretende crescer ainda mais.

Obrigado a todos que contribuem para nosso crescimento e para nossa empolgação de trazer mais e melhores artigos!

Abraços,
Mauro (também fazendo o Saia do Lugar sair do lugar)

Entrevista: Mauro Henrique Toledo sobre a arte de falar em público

Mauro Henrique Toledo e as atrizes Denise Del Vecchio e Alzira Andrade são sócios da Teatres, consultoria com técnicas teatrais para comunicação pessoal-interpessoal e assessoria na criação-produção de intervenções teatrais e palestras sob-medida para gestão corporativa.

Mauro é ator, músico, educador-vocal e corporal e dramaturgo, escreveu e atua nas peças teatrais corporativas: Dr. Hamburger PhD (foco em gestão e liderança); “Atender bem, olhar além” (foco em atendimento); “O vendedor atuante no cenário das vendas” (foco em agregar valor em negócios).

Apresenta-se junto com Alzira Andrade no show-palestra motivacional musical “Sou aprendiz, na revolução de ser feliz”, e são criadores-instrutores do Curso 12 Personagens para Falar em Público e do Método Business Evolution para postura em vendas e atendimento ao cliente.

Clientes Teatres: profissionais liberais e empresas Aon, Honda, Daitan, Drogaria SP, Air BP, HP, Diveo, Itaú, Santander, Sandvik, etc.

Mauro Henrique Toledo

Mauro Henrique Toledo

Na hora de se comunicar, quais as maiores dificuldades que os empreendedores enfrentam?
Aponto três dificuldades que podem ser educadas: má respiração, desconhecimento emocional e corporal e frágil estruturação do discurso.

Má qualidade de respiração que impede controlar a ansiedade e ouvir a própria voz enquanto fala. Desconhecimento emocional e corporal que impede o estabelecimento de postura firme, confiante e simpática. E a frágil estruturação do discurso que falha por não ter clareza de propósito, argumentações relevantes e linguagem adequada ao tipo de platéía.

Quais as principais diferenças entre comunicação em público e as conversas do dia-a-dia?
No caso da conversação, quando falamos algo, o outro pode reagir, duvidar, perguntar, concordar, responder e completar com informações e fatos que desconhecemos, observações e opiniões diferentes das nossas.

Conversar é como improvisar no teatro, afirmamos algo e de acordo com resposta do outro caminhamos para compor uma estrutura que faça sentido para os dois. Esse diálogo pode ser objetivo, se em busca de orientação para solução de problema ou definição de ideia e-ou conceito. Ou pode ser um diálogo descompromissado, se o contexto é “jogar conversa fora”, o que é absolutamente salutar. Geralmente objetividade e descompromisso andam juntos na conversação do dia-a-dia: conversamos para compartilhar nossa humanidade, idiosincrasias e interesses comuns.

No caso de falar em público, não temos a interatividade explícita das respostas imediatas da platéia. Portanto é fundamental estruturar razão, argumentação e emoção para cumprir com o propósito definido, seja ele de informar, convencer, entreter, ensinar, persuadir, vender, influenciar ou divertir. O comunicador deve se preparar para mover a platéia para a sua causa pela força de seus argumentos e comover a platéia pela sua fé, paixão e entusiasmo. Mover com retórica e comover com eloquência. Sem o trabalho de autoconhecimento e desconsiderando mente e coração de nossa platéia, não ampliamos nosso melhor e colhemos desinteresse e tédio.

Infelizmente é muito comum no mundo corporativo o uso de frases pomposas porém pouco significativas como “Provemos soluções inovadoras focadas em agregar valor para o cliente, sempre pensando no mundo de amanhã”. Qual a importância de se ter uma comunicação mais objetiva?
Menos é mais. Cito sempre em meus cursos: “obrigado pela informação que você não me deu”. Faço uma analogia com os poetas: ser poeta é cortar palavras. Uma imagem vale mais que mil palavras e aquela frase bem pensada, que define uma ideia, comunicada com a emoção correta vale mais que uma bacia de verbos indiretos, sujeitos ocultos, pronomes indefinidos e substantivos abstratos.

Quando a platéia é considerada e se previamente nos dedicamos a entender o objetivo de nossa exposição, facilitamos nosso trabalho e somos mais eficazes.

Permitam-me indicar o vídeo da palestra do Guy Kawasaky no www.saiadolugar.com.br. Tem um trecho que ele fala de maneira divertida sobre reuniões para definir missão da empresa. Ele critica a definição pomposa da missão e pede que se defina um mantra no lugar! Interessante. Menos é mais. (confira o vídeo aqui)

Numa escala de 0 a 10, quanto você dá de importância para o ensaio antes uma apresentação?
É importante ensaiar, porém não acho legal decorar. E dou nota 10 para quem se preocupa em pesquisar, criar e fazer uma abertura simpática de sua apresentação.

Geralmente, nos dois ou tres primeiros minutos da palestra é quando estamos mais tensos e é importante causar uma ótima impressão, buscando a atenção e o interesse da platéia pelo assunto desde o início.

Se temos uma abertura estudada e “levemente decorada” podemos começar com mais confiança, mais centrados, sem ficar pensando muito nas palavras que estamos falando. Essa estratégia nos permite controlar a ansiedade e a respirar corretamente buscando estabilizar nossa razão e emoção, sem deixar de compartilhar o tema com a platéia.

Quais as principais dicas que você dá para empreendedores que querem perder a timidez na hora de falar em público?
Conheça sua platéia: imagine as perguntas que você acha que sua platéia lhe faria e prepare essas respostas; respeite o tempo dos outros e seja generoso tendo consciência de que seu conteúdo serve pra você e para os que lhe ouvem. Pois o que serve é útil; o que é útil é bom; e o que é bom conduz à felicidade.

Aponto três dificuldades que podem ser educadas: má respiração, desconhecimento emocional e corporal e frágil estruturação do discurso. Má qualidade de respiração que impede controlar a ansiedade e ouvir a própria voz enquanto fala. Desconhecimento emocional e corporal que impede o estabelecimento de postura firme, confiante e simpática. E a frágil estruturação do discurso que falha por não ter clareza de propósito, argumentações relevantes e linguagem adequada ao tipo de platéía .

Workshops sobre redes sociais em Campinas

WORKSHOP DE REDES SOCIAIS EM CAMPINAS

31/10 e 14/11 de 2009

Saiba como estruturar redes sociais no mundo corporativo. Planejamento, análises e aplicação para atingir resultados.

Conheça o impacto da dinâmica da geração de conhecimento na comunicação e nas estratégias empresariais.

A Associação Campineira de Imprensa (ACI), que deu início este ano ao seu processo de revitalização e lançou há uma semana o seu novo portal na internet (www.acinet.org.br), promove dois workshops de capacitação sobre REDES SOCIAIS. Inscrições e informações pelo tel: (19) 3234-2591.

31/10 Redes Sociais no Mundo dos Negócios

  • Novos personagens nas redes sociais: hubs, netweavers e clusters – estilos e estratégias de articulação em redes

14/11 Organização em rede: tendências e cenários

  • Novos paradigmas estratégicos da Era Digital

O impacto das tecnologias da informação e das comunicações ditam os rumos dos mercados e das relações humanas. Somos bilhões de seres humanos conectados uns aos outros através da troca contínua de informações.

Entender este novo fenômeno faz total diferença. Neste ambiente emerge um novo saber: a Ciência das Redes, um conhecimento que revela os padrões inerentes das dinâmicas das redes sociais.

Uma revolução silenciosa acontece no mundo das REDES SOCIAIS.

Você vai ficar fora disso?

Os 10 princípios de um bom design

A dica de hoje foi mandada por Dieter Rams, Designer-chefe da Braun.

  1. Um bom design é inovador.
  2. Um bom design aumenta a utilidade do produto.
  3. Um bom design é estético.
  4. Um bom design mostra a estrutura lógica do produto – sua forma segue sua função.
  5. Um bom design não obstrui.
  6. Um bom design é honesto.
  7. Um bom design é duradouro.
  8. Um bom design é consistente nos seus detalhes.
  9. Um bom design é ecologicamente consciente.
  10. Um bom design é simples.

Complemento do nosso leitor, Leo Balter:

11. Um bom design não usa flash.

Se você está lançando seu produto, vale a pena ler nosso livro sobre desenvolvimento de produtos. Confira agora o Desenvolvimento de Produtos sem enrolação.

Novidades e artigos são enviados constantemente através do nosso twitter @empreendemia – você já nos segue?

Caso de empreendedorismo: Como uma conversa de bar gerou a ideia da minha empresa

O caso de hoje foi contado por Felipe L. Rizzardo. Felipe é sócio da Trinity, empresa focada em sistemas de inteligência de negócios para pequenas e médias empresas.

Logo da Trinity

Logo da Trinity

Sentado em um bar em Porto Alegre, conversando com meu atual sócio, decidimos olhar para a nossa realidade profissional, e pensar em oportunidades que poderíamos pegar para empreender. No mesmo momento, nos demos conta de que as empresas onde trabalhávamos utilizavam o Microsoft Office intensamente no dia-a-dia. E elas estavam utilizando 10, 15% da capacidade. Estudando Administração, sabíamos da importância destas ferramentas para a produção e gerência de informações. Que oportunidade!

Surgiu então a Trinity. Um trabalho especializado nestas ferramentas, que provê sistemas e automatizações nos processos de negócio. Muitos não sabem que pequenas e médias empresas podem se gerenciar com extrema eficiência utilizando esses softwares que fazemos tanto uso manual e rotineiro.

O fato de usarmos MS Office como plataforma de desenvolvimento permitiu oferecer nossas soluções, sob medida, a um preço muito acessível, de forma que micro, pequenas e médias empresas podem ter acesso. Elas começam a ter inteligência nos negócios (esse conceito quer dizer se estão ganhando ou perdendo dinheiro).

Hoje fazemos sistemas, automações, integrações na web, tudo o que a Tecnologia da Informação pode oferecer. Nossa cadeia de suprimento envolve 3 países, e contamos com o apoio de analistas que já deram consultoria de gestão da informação em multinacionais.

Lá vamos nós, tudo começa com uma simples idéia, num bar.

O que é preciso para alcançar o sucesso

A dica de hoje foi dada por Marcelão no blog da HSM.

  • Iniciante pergunta : “O que é preciso para alcançar o sucesso?”
  • Empreendedor responde : “Boas decisões”
  • Iniciante pergunta : “O que é preciso para tomar boas decisões?”
  • Empreendedor responde : “Experiência”
  • Iniciante pergunta : “O que é preciso para ter experiência?”
  • Empreendedor responde : “Más decisões”

Obs.: Isso foi só um trecho do artigo dele que fala sobre a importância da humildade para o aprendizado do empreendedor. Confira o artigo completo aqui.

Por falar em tomar boas decisões, tome uma ótima decisão e nos siga no Twitter: @empreendemia

Se você é iniciante, aja como tal. Controle suas finanças

A dica de hoje foi dada por Scott Gerber no blog Young Entrepreneur.

Esqueça o escritório chique, os carros caros e uma conta bancária gorda.

Sua carteira é o sangue da sua empresa. Pratique e vire um mestre na arte de economizar. Acompanhe cada centavo e confira todos os gastos.

Mantenha seus custos baixos e gerencie seu fluxo de caixa eficientemente.

Para mais dicas sobre como sobreviver no começo da sua empresa, siga-nos no Twitter: @empreendemia

Vídeo: A importância de saber contar histórias

Depois de certo tempo sem postar vídeos, eis que voltamos em alto estilo.

Aproveitando a deixa do Tire do Papel sobre a importância de saber comunicar seu produto de forma eficiente, segue um vídeo que ilustra de forma muito divertida o verdadeiro poder de uma boa história.

Assista até o final, vai por mim que vale a pena.

(Link para o vídeo no Youtube)

Abraços,
Millor Machado (relembrando o grande historiador Chicó “Não sei, só sei que foi assim”)

7 bons motivos para aumentar sua rede de contatos

A dica de hoje foi dada por Alyssa Gregory em seu blog.

Não importa se você tem seu foco online ou offline, todo empreendedor precisa ter sua rede de contatnso. E uma das coisas mais importantes de ter uma boa rede de contatos, não só achar novos clientes.

Fazer contatos é uma ferramente poderosa, veja os motivos:

  1. Você pode expandir seu grupo de colegas que podem te dar conselhos ou ajudar no seu trabalho,
  2. Você pode ser visto como uma fonte confiável de expertise.
  3. Fazer contatos é a atividade social perfeita pra qualquer um que trabalha sozinho, mas não quer ficar isolado.
  4. Você encontrará novas oportunidades pra troca de informações que te farão um melhor empreendedor.
  5. Você aprenderá sobre o que outras pessoas estão fazendo e isso despertará a inovação no seu negócio.
  6. Será mais fácil pra você ficar sempre nas manchetes do seu setor se estiver sempre em contato com as pessoas da sua indústria.
  7. Você pode formar relacionamentos reais que vão agregar valor além do dia-a-dia do seu negócio.

Por que você faz contatos? Qual benefício você consegue disso?

Falando em rede de contatos, não deixe de fazer parte da nossa rede através do Twitter: @empreendemia