Quanto mais cabeludo é o problema do cliente, mais difícil é entregar a solução completa, por isso aqui vão 4 dicas para quem quer resolver o problema até o fim, garantindo a satisfação do cliente, mas sem se matar pra isso. veja mais
Se está entre as pessoas que "não tem tempo pra nada", confira abaixo algumas diferenças de postura que podem te levar a um dia-a-dia muito mais produtivo. veja mais
Esse vídeo criado pela Carlsberg tem algumas características interessantes que o tornaram um ótimo exemplo de Marketing Viral (não, não é o Marketing criado por porcos).
Essas características são:
Ele parece ser amador, o que deixa no ar se o que acontece é real ou não
A dica de hoje foi dada por Scott Halford no blog Entrepreneur.com.
O medalhista olímpico Peter Vidmar liderou o time americano de ginástica na sua primeira medalha de ouro em 1984. Ele também conseguiu uma nota 10 no cavalo. A diferença entre ele e os concorrentes era de minúsculos décimos de pontos.
Qual era o segredo para ele se diferenciar dos outros atletas?
Ele ficava 15 minutos a mais depois do treino e fazia seus movimentos uma vez mais. Ficar e praticar um pouco mais pode acabar te levando para sua própria versão da medalha de ouro.
Leia um artigo a mais, assista mais uma aula, faça mais uma ligação para o seu cliente.
A dica de hoje foi dada por Ricardo Jordão Magalhães no blog da BizRevolution. Ricardo é fundador da BIZREVOLUTION, escritor, blogueiro, agitador, consultor de marketing e vendas especialista em virar a mesa.
O primeiro plano de negócio que você deve escrever para a sua empresa deve ser apenas para você ler. Você precisa do plano pra CLAREAR as idéias sobre o que vem antes do quê. O processo de escrever é excelente para te fazer enxergar o que você não consegue ver ao apenas imaginar o que vai acontecer.
O plano de negócios deve responder a quatro perguntas fundamentais:
(1) Qual é a idéia?
(2) Como você vai fazer marketing dessa idéia?
(3) Quanto você acredita que vai custar para entregar o que está prometido na idéia?
(4) O que você pensa que vai acontecer quando sair para o mercado para começar a vender?
A dica de hoje foi dada por Miguel Cavalcanti em seu blog. Miguel é conhecido por ser uma referência brasileira em Marketing Digital e é sócio da empresa Agripoint.
Meu amigo Leo Kuba escreveu um curto e excelente post resumindo 10 lições que ele aprendeu na vida sobre empreender. Eu gostei muito do texto dele, concordei com todos os pontos. Abaixo eu listo os pontos, sem copiar as lições dele (para que você visite o blog dele e conheça mais).
Convicção
Perfil x Valores
Aprendizado Horizontal
Persistência
Vocação
Cuidado com produtos muito inovadores
Acelere!
Networking do bem
Negócios paralelos x Foco
Aconselhamento tributário e jurídico
Acho que ele acertou em cheio, colocando pontos sobre perfil pessoal, atitudes e dicas práticas fundamentais. Se você gostou dessa lista, também vai gostar da lista de 30 dicas para montar uma empresa do Edu Carvalho.
Uma das coisas que procuro fazer todos os dias é aprender alguma coisa nova (e relembrar boas que já sabia/aprendi). Hoje fiz isso de diversas formas.
Quem não tem a mínima ideia do que é Twitter terá essa pergunta respondida nesse artigo. Quem já o usa, verá algumas formas interessantes de usá-lo e como nós do Saia do Lugar conseguimos ótimos resultados com ele.
Pergunta no.1 – Que diabos é Twitter?
O Twitter é um sistema em que você manda e recebe mensagens de até 140 caracteres para seus amigos na rede. Inicialmente você pensa “Pra que eu vou querer mandar e receber mensagens de 140 caracteres para meus amigos?”. A resposta é: Para se comunicar de forma rápida e manter contato com pessoas que você considera relevantes. (Entenda melhor vendo esse vídeo)
Pergunta no.2 – Se o Twitter é de graça, como ele ganha dinheiro?
Atualmente ele não ganha. Se ele vai ganhar algum dia é algo que ninguém sabe, assim como “Quem matou John Kennedy?” e “Onde está o mindinho de Lula?”.
Pergunta no.3 – Por que os links tem URLs estranhas nas mensagens?
O espaço de 140 caracteres é muito pequeno, por isso as pessoas usam os chamados encurtadores de URL. Eles basicamente pegam um link e criam um URL menor que levam para o mesmo lugar. Ex.: Você pode acessar nossa entrevista com o presidente do Mercado Livre por http://www.saiadolugar.com.br/2009/07/24/perguntas-ao-especialista-e-commerce-no-brasil/ ou por http://bit.ly/mNCzX.
Por sinal, recomendamos muito o uso do bit.ly que entrega relatórios interessantes sobre o resultado dos links usados.
Pergunta no.4 – Qual a vantagem em usá-lo para fins profissionais?
Se você mandar mensagens interessantes, você ganhará crédito na rede por isso e consequentemente ganhará moral. Por moral, eu digo número de pessoas que seguem suas mensagens. Ainda preciso falar sobre o valor de ter muitas pessoas ouvindo o que você tem a dizer?
Pergunta no.5 – Ferramentas para o melhor uso do Twitter Existem muitas formas de usar o Twitter. No próprio site, no celular, no iPhone, etc. Nós usamos um sistema chamado Hoot Suite e estamos muito felizes com ele. A principal diferença entra as ferramentas é a interface, sempre haverá pessoas dando pitacos sobre qual a melhor, escolha a forma que lhe for mais conveniente e pronto.
Pergunta no. 6 – Como usá-lo no meu negócio?
Use a busca para descobrir pessoas que estão falando sobre você, sobre o produto que você vende ou sobre algum tema que você ache interessante
Entre em contato com essas pessoas sempre provendo conteúdo relevante. Fazer propaganda pura do seu negócio não adianta, recomende algum artigo, tire alguma dúvida, etc. – tendo sempre em mente que inicialmente você ajudará quem não pode te ajudar
Se você realmente mandar mensagens úteis, as pessoas vão começar a te seguir
Continue mandando coisas úteis e aumentando sua rede de seguidores
Siga pessoas que falam coisas úteis. É importante ler coisas interessantes para poder repassar conteúdo de qualidade.
Repasse mensagens de outros usuários (desde que seja útil)
Tenha um tom de conversa.
Pergunta no. 8 – O que não devo fazer?
Falar sobre o seu dia – Ninguém quer saber se você brigou com sua namorada ou se está indo escovar os dentes. Isso simplesmente não é útil para seus leitores caso seu enfoque seja negócios.
Fazer propaganda aleatória – Mandar o site da sua empresa para Rubinho Barricello só porque ele tem milhares de seguidores não terá efeito algum a não ser que seja algo útil. Foque sua divulgação e lembre que ela só será repassada pela rede caso ela seja realmente interessante.
Basicamente é isso que você precisa saber. Siga-nos em @empreendemia ou então clicando no ovo azul de gravata e asas no canto direito da página.
Abraços,
Millor Machado (torcendo pra esse artigo se espalhar pelo Twitter)
É comum ver em empresas nascentes que, devido a equipes pequenas, todo mundo tem muitas tarefas ao longo do dia e tem que fazer acontecer. Isso cria muita confusão, porque apesar de todos estarem conversando e fazendo sua parte, ninguém realmente é o responsável por algum objetivo do negócio.
Nós podemos definir responsabilidades como diretor de marketing, de finanças, ou até CEO. Isso já é um grande começo, porém papéis precisam ser definidos de maneira muito mais específica. Se você pega a descrição de um diretor de marketing de qualquer empresa da Fortune 500, você verá uma longa lista de metas e objetivos pelos quais o indivíduo é responsável. Apesar disso, você raramente vê qualquer descrição de trabalho e responsabilidades em empresas nascentes, onde provavelmente só os sócios formam a equipe.
Nós precisamos definir papéis e responsabilidades desde o comecinho de qualquer empreendimento. Quando indivíduos não estão responsáveis por algo, a equipe inteira sofre. Responsabilidades claras também turbinam produtividade e dão um norte pra todos da equipe. Cada um é não só responsável por suas atividades, mas pelo sucesso do negócio como um todo.
A história de hoje foi contada por Carlos Maximo. Carlos possui experiência tanto no Brasil quanto no exterior e hoje trabalha como Vendedor Técnico da Sprigmag Brasil.
Minha experiência sempre foi focada em atendimento a clientes, mas com uma ênfase mais técnica. Aqui a balança inverteu. O atendimento ainda é técnico, mas tem um viés comercial bem mais pronunciado e com isso eu senti necessidade de me tornar mais “vendedor”.
Fabricamos (na Alemanha) equipamento para pintura industrial automatizada. São equipamentos state-of-art, e por isso mesmo, mais caros que os da concorrência.
Durante quase 10 anos, desde a instalação da empresa no Brasil, patinou-se na venda de equipamentos – vendiam-se apenas instalações completas – que traziam grandes montantes, mas com grandes espaçamentos entre as vendas – já que tínhamos de buscar clientes que estivessem na fase inicial da implantação de um projeto.
Depois da minha chegada à empresa, adotamos o modelo “Will it blend?” (veja mais sobre “Will it blend?”) para vendermos nossos equipamentos. Passei a visitar clientes que já tinham instalações em funcionamento para identificar seus problemas e oferecer nossos equipamentos como soluções, principalmente para economia, maior controle de processos, garantia de repetibilidade e qualidade final (visual).
Como dizer que nossos equipamentos são melhores seria vazio, nós, depois de identificar os problemas e suas causas, apresentamos nossa solução e depois “desafiamos” o cliente a testar nosso(s) equipamento(s) por 15-20 dias e nos apresentar um relatório que contradiga o que apresentamos. Em 100% dos casos o relatório do cliente aponta um benefício maior do que o que foi oferecido inicialmente, e esta estratégia tem revertido em vendas – algumas acabam acontecendo a médio ou longo prazo, devido a questões ligadas a verba, mas sempre acontecem.
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Se você tem uma história para contar, por favor nos mande para empreendemia@empreendemia.com.br
Minha experiência sempre foi focada em atendimento a clientes, mas com uma ênfase mais técnica.
Aqui a balança inverteu. O atendimento ainda é técnico, mas tem um viés comercial bem mais pronunciado e com isso eu senti necessidade de me tornar mais “vendedor”.
Fabricamos (na Alemanha) equipamento para pintura industrial automatizada.
São equipamentos state-of-art, e por isso mesmo, mais caros que os da concorrência.
Durante quase 10 anos, desde a instalação da empresa no Brasil, patinou-se na venda de equipamentos – vendiam-se apenas instalações completas – que traziam grandes montantes, mas com grandes espaçamentos entre as vendas – já que tínhamos de buscar clientes que estivessem na fase inicial da implantação de um projeto.
Depois da minha chegada à empresa, adotamos o modelo “will it blend?” para vendermos nossos equipamentos.
Passei a visitar clientes que já tinham instalações em funcionamento para identificar seus problemas e oferecer nossos equipamentos como soluções, principalmente para economia, maior controle de processos, garantia de repetibilidade e qualidade final (visual).
Como dizer que nossos equipamentos são melhores seria vazio, nós, depois de identificar os problemas e suas causas, apresentamos nossa solução e depois “desafiamos” o cliente a testar nosso(s) equipamento(s) por 15-20 dias e nos apresentar um relatório que contradiga o que apresentamos. Em 100% dos casos o relatório do cliente aponta um benefício maior do que o que foi oferecido inicialmente, e esta estratégia tem revertido em vendas – algumas acabam acontecendo a médio ou longo prazo, devido a questões ligadas a verba, mas sempre acontecem.
Se você faz e monitora várias ligações, você terá um resultado que lhe permitirá determinar qual a porcentagem de ligações que resultam em vendas e o que você precisa para aumentar suas vendas.
Se você conclui que 1 de cada 20 pessoas que você liga realiza a compra, você sabe que terá que fazer 100 ligações para realizar 5 vendas. E se quiser duplicar suas vendas na semana seguinte, terá que fazer 200 ligações.
Monitorar os resultados é uma maneira de deixar você (ou a sua equipe de vendas) menos desanimados com as rejeições. E pode te ajudar também a determinar a eficácia das mudanças em suas formas de venda, avaliar os resultados do treinamento de vendas e servir como uma meta que você sempre tenha para superar.
O texto se chama”A teoria dos 9 C’s – o que um líder deve ter como características”:
O que faz um líder
1- Um líder tem que mostrar Curiosidade. Ele deve ouvir pessoas que estejam fora do círculo do “Sim, senhor”. Se ele não testa suas crenças e opiniões, como ele sabe que está certo? A falta de habilidade em ouvir é uma forma de arrogância. Isso pode parecer que ou você acha que sabe tudo, ou que você simplesmente não se importa.
2- Um líder deve ser Criativo, fazer algo que ninguém imaginaria, algo realmente diferente. O famoso pensar fora da caixa. Líder é administrar mudanças – não importa se você lidera uma empresa ou um país.
3- Um líder deve Comunicar. Eu não estou falando de fazer fofoca ou de soltar grunhidos. Estou falando sobre encarar a realidade e falar a verdade.
4- Um líder deve ser uma pessoa de Caráter. Isso significa saber a diferença entre certo e errado e ter coragem de fazer a coisa certa. Abraham Lincoln disse uma vez, “Se você quer testar o caráter de um homem, dê poder a ele”.
5- Um líder precisa ter Coragem. Presunção não é coragem. Falar alto também não é coragem. Coragem é o comprometimento de sentar numa mesa de negociação e falar.
6- Para ser um líder você precisa ter Convicção – um fogo dentro de você. Você tem que ter paixão. Você tem que real e profundamente querer fazer algo até o fim.
7- Um líder deve ter Carisma. Carisma é a qualidade que faz com que pessoas queiram ser suas seguidoras. É a habilidade de inspirar. Pessoas se inspiram e seguem um líder porque elas confiam nele.
8- Um líder deve ser Competente. Você tem que saber o que você está fazendo. Mais importante que isso, você precisa se cercar de pessoas que saibam o que estão fazendo.
9- Você não consegue ser um líder sem ter senso comum (common sense).
O maior C é de Crise. Líderes não nascem líderes, são criados. A liderança é lapidada em tempos de crise.
Jovens que pretendem atuar ativamente no mercado precisam de uma formação diferenciada. Para serem reconhecidos e superarem os desafios, os novos talentos têm uma nova forma de capacitação: o GlobalTalent.
O projeto, lançado pelo B.I. International, escola de educação executiva instalada em São Paulo, visa selecionar e capacitar jovens de todo o Brasil por meio de uma rede de inovação e empreendedorismo internacional, com foco no mercado, parceria com as universidades Berkeley (EUA), Swinburne (Austrália) e Shanghai Jiao Tong (China) e de empresas que se preocupam com a formação de futuros talentos.
Para participar, o aluno deve estar entre o penúltimo ano do curso de graduação e o primeiro ano após formado. O aluno participa, ao longo de 2 anos, de 4 imersões em São Paulo – durante o período de férias ou feriados (uma por semestre) e dos módulos internacionais nas escolas citadas. Fora das salas de aula, os projetos são desenvolvidos – acompanhados por professores e profissionais – pela exclusiva Rede Social GlobalTalent.