Quanto mais cabeludo é o problema do cliente, mais difícil é entregar a solução completa, por isso aqui vão 4 dicas para quem quer resolver o problema até o fim, garantindo a satisfação do cliente, mas sem se matar pra isso. veja mais
Se está entre as pessoas que "não tem tempo pra nada", confira abaixo algumas diferenças de postura que podem te levar a um dia-a-dia muito mais produtivo. veja mais
Colocar notícias em tempo real e artigos no seu site é uma das formas mais efetivas para atrair um maior número de usuários nas buscas. Publicando constantemente notícias e artigos sobre a sua indústria você pode aumentar a sua presença virtual e encorajar os visitantes a voltar regularmente.
A quantidade de usuários que retornam ao site é outro fator importante quando você está tentando melhorar sua posição no Google.
Para você que quer criar um novo logotipo para sua empresa, ou alterar aquele letreiro escrito em Comic Sans, mas não entende lhufas de design gráfico, aqui vão algumas dicas antes de sair contratando qualquer um. Na verdade, quem deve preparar o seu logotipo é algum profissional da área de design gráfico. Porém é bom que você tenha essas noções, pois afinal é você quem está pagando e é você quem irá carregá-lo por todos os lugares.
1. Um logotipo não deve necessariamente dizer o que a empresa faz
Você não precisa colocar o seu produto no seu logo. A Apple não vende maçãs mordidas.
Logotipo de clínica odontológica não precisa mostrar dente, restaurante não precisa mostrar comida, consultório dermatológico não precisa mostrar unha encravada. Além de não ser essencial, pode deixar seu logotipo brega:
A Sony não mostra uma TV, a FIAT não mostra um carro, a Adidas não mostra um tênis, o Mc Donald’s não mostra um sanduíche.
2. Simples é melhor
Não exagere nas ideias, formas e cores. O seu cliente será incapaz de decorar seu logotipo se ele for uma imagem ultra colorida e cheio de passarinhos e arcoíris. Além disso, quanto mais simples, mais fácil de adaptá-lo sob as demais circunstâncias: panfletos, banners, cartazes, camisetas, eventos etc.
3. Estilo apropriado
Não é porque Web 2.0 está na moda que você vai querer que seu escritório de advocacia tenha um logotipo com letras grandes, redondas e coloridas. Cuidado com modinhas.
4. Rabisque
Muitas ideias só conseguem fluir quando colocadas no papel. Você não precisa entregar ao designer gráfico um draft perfeito com todos as cores e formas que você quer, mas pelo menos alguns rabiscos grotescos ou algumas palavras-chave. Lembre-se que o designer gráfico geralmente só sabe desenhar, não tem a visão de mercado que você tem do seu próprio produto.
5. Converse sempre com o designer
Esta dica serve para qualquer projeto de desenho gráfico. As empresas tem o costume de jogar a bomba nas mãos do designer e só depois de meses voltar para ver o resultado. Geralmente não dá certo, o resultado acaba sendo nada a ver com o que você esperava. Procure sempre acompanhar cada passo que o designer dá.
Mas atenção: acompanhar não significa perseguir! O designer precisa de momentos sozinho para o processo criativo – palpites nas horas erradas podem atrapalhar a criatividade. Agende com ele etapas e deadlines.
A maioria dos empreendedores tem muitas ideias frequentemente. Começa com um problema existente ou uma lacuna no mercado.
O problema é que sessões de brainstorming parecem aumentar exponencialmente o tamanho do negócio. Logo a ideia concebida está perdida dentro de várias camadas de complicações. A ideia é largada e partimos para a próxima.
Manter as coisas simples é desafiador. Nos força a focar em determinado nicho ou perfil. Nós nos sentimos presos e desconfortáveis quando vemos o potencial que estamos perdendo.
É aí que está a beleza de uma ideia simples.
Precisamos parar de complicar demais nossos negócios adicionando muitas funcionalidades e atuando em muitos nichos. Escolha o segmento que você consegue usar suas competências e onde o público-alvo é suficientemente grande.
No mundo de hoje, foco, especialização e simplicidade são os fatores que nos levarão ao sucesso.
Esse vídeo, apesar de tosco, explica de uma forma bem prática como ler notícias e blogs em um lugar só, através dos famosos RSS Feeds.
Para quem não tiver afim de assistir o vídeo, Feeds significam que você pode se inscrever em alguns blogs e receber as atualizações em lugar só. Eu pessoalmente uso e gosto muito do Google Reader.
Os feed são identificados por aquele ícone com as ondas laranjas que vocês podem ver no canto superior direito da tela.
Aproveito e peço aos que ainda não estão cadastrados que cadastrem-se ou pelo nosso feed ou recebendo nossas atualizações por e-mail. É só clicar na caixinha ali no canto.
Eu acabei trabalhando para uma grande empresa de petróleo e meu sonho era chegar à alta gestão dessa empresa. Esse sonho foi destruído no dia em que eu fiz um teste de aptidão de gestão.
Eles me falaram “Você será um bom especialista técnico, mas não um bom gerente.”. Talvez eles estivessem certos, mas o que me levou alguns anos para descobrir, foi que eu não seria um bom gerente em uma empresa grande e burocrática. Em compensação, em uma empresa pequena, humilde e empreendedora, eu poderia ir bem.
Minha baixa atenção e minha vontade de trabalhar em 20 coisas ao mesmo tempo, provavelmente representam grande parte do meu sucesso em várias aventuras empreendedoras.
Seguindo o post Como fazer uma análise de mercado, falo sobre como descobrir as necessidades do cliente e projetar seu produto/serviço baseado nisso.
Pra começar, vou contar uma história do projeto do Ford Taurus:
Em uma pesquisa com clientes foram detectados 2 problemas, a porta era muito pesada e o vidro demorava muito para subir. O problema é que para diminuir o peso, era preciso um motor menos potente, o que deixaria o vidro mais lento e não satisfaria os clientes.
A solução foi um sistema que o botão era apertado uma vez e o vidro subia sozinho, porém demorando o dobro de tempo.
Os clientes adoraram. O problema na verdade não era o vidro demorar a subir, era apertar o botão por muito tempo.
Baseado nessa e em outras histórias, seguem as dicas sobre como ouvir o cliente:
O cliente nem sempre sabe o que quer: Principalmente para produtos inovadores, o cliente não saberá dizer o que precisa. É interessante ter um protótipo ou demonstração, assim ele pode avaliar a ideia. Observar o cliente usando o produto e analisar onde estão as dificuldades é uma ótima forma de melhorá-lo.
Saiba escolher sua amostra: Se você pretende abrir um açougue, não adianta fazer uma pesquisa com 1 milhão de vegetarianos. Não existe um número nem um perfil fixo, entenda muito bem sobre seu negócio para saber colher opiniões de pessoas relevantes.
Não se prenda nos grandes números: Muitos discordarão, mas acho que você não deve se preocupar com os resultados de pesquisas e estimativas de analistas de mercado. Ninguém conhece seu cliente melhor do que você. Seja com entrevistas, questionários ou conversas informais, você que escolhe como, onde e com quem fará a pesquisa.
O futuro é uma continuação do presente: Veja como os clientes já satisfazem a necessidade que você quer satisfazer. Resolva os problemas existentes e enfatize as coisas positivas. Uma solução única pra um problema que ninguém tem é completamente inútil.
Pesquise atributos de outros produtos: Clientes podem ser agradados de infinitas maneiras, pesquise boas práticas de outros setores e teste no seu negócio. O Cirque de Soleil pegou vários elementos do teatro e aplicou no circo, por que não fazer o mesmo?
Uma ferramenta bem interessante para produtos de engenharia é a Casa da Qualidade, recomendo para quiser se aprofundar no tema.
E vocês, o que tem feito para saber o que seus clientes querem?
Agora é uma hora maravilhosa para repensar seu negócio. Convide seus funcionários a trazer novas ideias de melhorias. Dê a eles a autoridade para transformar boas ideias em planos de ação. A economia lenta dá tempo para refletir em formas de remodelar processos e produtos. Faça agora os planos que você gostaria de fazer se tivesse mais tempo e recursos. Peça ao seu time opções para implementá-los; você tem o tempo, talvez consiga encontrar os recursos.