Quanto mais cabeludo é o problema do cliente, mais difícil é entregar a solução completa, por isso aqui vão 4 dicas para quem quer resolver o problema até o fim, garantindo a satisfação do cliente, mas sem se matar pra isso. veja mais
Se está entre as pessoas que "não tem tempo pra nada", confira abaixo algumas diferenças de postura que podem te levar a um dia-a-dia muito mais produtivo. veja mais
A dica de hoje foi dada por Seth Godin em seu blog.
Se você pudesse mudar uma coisa que fosse mudar tudo no seu projeto, você sabe o que essa uma coisa seria?
Um cliente revolucionário, uma técnica avançada, um testemunho? Algo que possa mudar o mundo?
Para o Google, a uma coisa era enorme, “nós precisamos de um lugar que as pessoas usam pra procurar tudo”. Mas para muitos sites, muitas empresas, não há essa uma coisa. Eles não conseguem articular. Eles não tem desejos. Se você não tem um desejo, como que ele pode virar verdade?
Um dos sinais de boom de crescimento numa empresa é quando ela começa a querer enlouquecer seus competidores. Isso acontece quando a sobrevivência não é mais um grande problema e otimização e maximização podem se tornar metas corporativas. Porém, o desejo para fazer coisas para a competição pode tanto desnortear a empresa quanto levá-la a grandes resultados.
Empresas ficam desnorteadas quando derrotar a competição torna-se mais importante do que se importar com os clientes. Quando um empresa fica obcecada por buscar a excelência, por contraste, ela normalmente alcança grandes níveis de qualidade.
“O propósito da competição não é derrotar alguém, mas revelar o melhor de cada jogador.”
A dica de hoje foi dada por Carlos Alberto Júlio. Carlos é presidente da Tecnisa, palestrante e professor na ESPM, FGV e FIA/USP.
O bom vendedor sabe perguntar.
Lembre-se: com seu produto ou serviço você quer resolver um problema, atender uma necessidade ou realizar um sonho de seu cliente. Portanto, entender o que ele realmente quer é fundamental.
Faça perguntas certas, que o levem a entender o cliente, deixe-o falar, sentir-se importante e perceber que você realmente está interessado não apenas no negócio, mas principalmente em satisfazê-lo.
Experimente dizer: Como posso ajudá-lo? O senhor já tem uma ideia do que quer? Será que entendi bem? Deixe-me dizer-lhe o que entendi.
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A dica de hoje foi dada por Bob Caspe. Bob é professor de Marketing para empreendedores no Babson College e foi um dos pioneiros no mundo em fotografia digital.
Não importa qual tipo de serviço você preste, o que importa é ouvir o seu cliente.
No meu caso, eu tinha experiência técnica em um campo esotérico chamado processamento de sinais, então eu prestava consultoria nessa área. Eu escrevia software, projetava hardware e resolvia outros problemas de projeto.
A chave do sucesso é que eu vendia algo de valor para o cliente. Na verdade não importa se você simplesmente “tira o lixo” ou resolve algum problema sofisticado.
O que importa é que você seja um fornecedor confiável que o cliente pode contar para resolver um problema e que possa conversar com o cliente para aprender sobre seu negócio e descobrir onde que estão seus verdadeiros problemas. Isso pode levá-lo a descobrir um produto que possa ser vendido para ele e para negócios similares.
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A dica de hoje foi dada por Seth Godin em seu blog.
Marketing, em todas as suas formas, é diferente de todo o resto em uma empresa porque é não existe um método.
Não existe um manual, todas as pessoas o aplicam de forma diferente, e a única coisa que os marketeiros de sucesso tem em comum é que eles tiveram sucesso.
A única forma da sua organização causar algum impacto é se promover de uma forma que só você possa. Não seguindo dicas de especialistas ou fazendo o que todo mundo faz, mas fazendo de uma forma que funcione.
Não se preocupe se alguém inventou novos padrões de mídia, invente os seus próprios. Fuja dos erros óbvios, mas não siga o sucesso óbvio. Encontre a SUA voz, não a de outra pessoa.
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O vídeo abaixo é mais um produzido pelo pessoal do Bota Pra Fazer e mostra como grandes oportunidades podem estar simplesmente ao nosso lado, ao alcance das nossas ações.
Para assistir o vídeo direto no youtube clique aqui.
Abraços,
Luiz Piovesana (por pessoas que gostam de arriscar)
A dica de hoje foi dada por nossa leitora Betina de Tella. Betina é formada em ciêncas sociais e trabalha na área de avaliação de projetos de terceiro setor e pretende abrir seu negócio.
Tomar atitudes social e ecologicamente responsáveis é o que toda empresa terá que fazer em um mundo que cada vez mais entra em crise e teima em não se responsabilizar pelos danos que causa à sociedade e à natureza.
É fácil começar com atitudes simples como escolher um papel reciclável para o uso diário e para folders de marketing, ou contribuir com parte de seu imposto de renda para algum projeto social, por exemplo.
Competitivamente falando, este fator já é um diferencial e com certeza será ainda mais no futuro, e incorporá-lo desde o início será mais eficiente e acabará saindo mais barato do que uma mudança de planejamento, costumes e valores quando sua empresa já estiver consolidada.
Será um belo de um valor agregado a cultura de sua empresa desde seu nascimento, e todos agradecem.
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A dica de hoje foi dada por Seth Godin em seu blog.
Ao longo do caminho nós nos acomodamos.
Acomodamos-nos com algo não tão certo, um visual que na verdade não é o nosso melhor, ou um emprego onde não usamos todo nosso potencial. Acomodamos-nos em relacionamentos que não nos trazem alegria, ou um website que é “bom suficiente”.
O único jeito de ficar medíocre é um passo por vez.
Você não tem que se acomodar. É uma escolha que você faz todos os dias.
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Quando estava na Alemanha em 2008 trabalhei num instituto de empreendedorismo que, além de outros atributos, é reconhecido pelo expertise em prototipagem, a qual é usada não só para teste do produto em si, mas principalmente como parte do desenvolvimento de produto, melhorando a comunicação entre desenvolvedores e o público-alvo, conseguindo feedbacks mais rapidamente.
Este post é o primeiro de uma série que vai falar sobre como desenvolver um produto usando um modelo baseado em design/prototipagem. Aqui vão os 4 passos para o desenvolvimento iterativo, ou seja, o processo todo com cada passo será repetido até que o resultado seja satisfatório:
1- Entenda o problema que o produto vai resolver
a) Observe o comportamento das pessoas – Normalmente as pessoas não sabem o que querem ou necessitam, por isso é preciso observar e até viver (ou simular) o ambiente do seu cliente para captar seus reais interesses e necessidades – vide metodologia OPS e como ouvir seu cliente.
O objetivo aqui é alinhar o entendimento do problema entre todos. Ao invés de números, tabelas ou outros dados crus, cada membro da equipe deve apresentar sua ideia em forma de história – desde personagens, até detalhes e emoções envolvidas – cada informação de contexto é essencial para que todos que ouvirem a história possam realmente visualizá-la. (Artigo complementar – Desenvolvimento de produto: Melhorando a comunicação dentro da equipe de projeto)
3- Estimule a criatividade – faça um brainstorming
Agora é a hora de gerar o maior número possível de soluções. O brainstorming é uma das mais usadas técnicas para isso. Seu funcionamento é simples e seu foco é gerar muitas ideias num grupo – quanto mais pessoas, mais ideias. Usar figuras, não julgar sugestões alheias e incentivar ideias malucas fazem parte do pacote (algumas dicas sobre brainstormingaqui). O uso desse tipo de ferramenta consegue reunir diferentes conceitos de diferentes pessoas, contribuindo assim para inovações no desenvolvimento do produto. (Artigo complementar – Desenvolvimento de produto: O conceito de Brainstorming na prática)
4- Prototipagem
Essa é a hora de colocar uma forma física no seu produto, para que a visualização fique completa. O protótipo é a etapa final em desenvolvimento de produtos, mas como o processo de 4 passos é iterativo (você vai repetí-lo até que chegue na versão final), é recomendado que os primeiros protótipos sejam em papel (desenhos mesmo) ou objetos baratos – lego é uma ótima opção! Esses protótipos permitem fácil visualização, análises de tecnologias necessárias e troca de rápida de ideias. Com o avanço do projeto, opte por materiais que serão usados na realidade. (Artigo complementar – Desenvolvimento de produto: A importância da demonstração)
Abraços,
Luiz Piovesana (porque metodologias devem ser fáceis e factíveis)