Dica diária ao empreendedor 60: O porquê de escrever um plano de negócios

A dica de hoje foi dada por Guy Kawasaki em seu blog How to Change the World.

A maioria das pessoas escreve o plano de negócios para atrair investidores.

Enquanto isso é necessário para conseguir financiamento, a maioria dos investidores toma a decisão impulsivamente, durante a apresentação em Power Point.Receber (e possivelmente ler) o plano de negócios é uma etapa mecânica para análise de viabilidade.

A razão mais importante e relevante para escrever o plano de negócios é forçar o time gestor a solidificar os objetivos (o que), estratégias (como) e táticas (quando, onde, quem). Mesmo que você tenha todo o dinheiro do mundo, você precisa escrever o plano de negócios. Aliás, especialmente se você tiver todo o dinheiro do mundo, porque dinheiro demais é pior do que dinheiro escasso.

O design gráfico e sua empresa

Olá pessoas. Antes de mais nada, gostaria de me apresentar a vocês. Meu nome é Mauro Shimizu Ribeiro, nascido em Campinas, SP. Sou formado em engenharia de computação, com atuação nas áreas de design gráfico e programação. Gosto de sorvete de flocos. Sou o mais novo contribuinte do blog Saia do Lugar, onde falarei sobre identidade visual, branding e também tecnologia voltada às empresas. Já sou blogueiro, então aproveito o momento para divulgar meu blog humorístico e artístico Anjos e Malvados – acesse já e ganhe um joinha!

Vamos deixar uma coisa clara: design significa projeto. Muitas pessoas leem “design” apenas como “desenho” e muitas vezes acabam se confundindo. E o planejamento de qualquer projeto de uma empresa é muito importante para que tudo ocorra bem, mas deixo isso para uns outros caras aí do blog falarem.

O design (no sentido projeto da coisa), aliado com outras atividades de gestão – como o marketing – é uma importante ferramenta para as empresas que querem se diferenciar uma das outras. E com o design gráfico é a mesma coisa. Em meio a tantos concorrentes e tantas ideias paralelas, onde o consumidor tem a liberdade de escolher o produto ou serviço, uma bom projeto gráfico é um grande chamatriz no meio de uma selva de marcas e produtos.

A identidade visual – todo o material gráfico representativo da sua empresa – é o maior projeto gráfico que sua empresa deve investir, pois é com ele que o cliente vai para casa, para o banho, para tudo quanto é lugar. Não deixe que seu sobrinho de 12 anos faça a sua identidade visual só porque ele aprendeu a mexer no “fotoxópi” mês passado. Design gráfico é um projeto (sim, eu insisto em dizer isso)! Há muitos profissionais no mercado e muitos talentos, inclusive empresas oferecendo soluções mais em conta para pequenas e médias empresas.

Abraços,

Mauro Ribeiro (porque sorvete de flocos é muito bom)

Dica diária ao empreendedor 59: As 5 ameaças para empresas nascentes

A dica de hoje foi dada por Stephen Kersey em seu blog StartupSpark.

Se você tem uma empresa nascente, é importante pesquisar para descobrir quais métodos e planos de negócios terão sucesso. Contudo, também é importante entender onde as coisas podem dar errado. Com isso em mente, seguem as 5 maiores ameaças para uma empresa nascente:

5. Falta de coragem. Em qualquer área de negócio, você precisa confiar na sua empresa desde o começo. Se você não acredita no que está fazendo, não espere que outra pessoa o faça.
4. Falta de planejamento. É simplesmente impossível ter um negócio de sucesso sem um plano. Você deve também planejar pelo menos 2 ou 3 passos na frente. Isso o ajudará a guiar o seu negócio na direção correta.
3. Falta de foco. Escolher um nicho e focar nele é extremamente importante. Enquanto é tentador tentar algo em outros nichos, essa ameaça pode ser desastrosa.
2. Falta de orçamento. Dinheiro não nasce em árvores. Você precisa gastar sabiamente – especialmente nos primeiros anos. Corte gastos onde for possível e trate cada dólar como um bem importante.
1. Falta de esforço. Ter uma empresa de sucesso exige trabalho árduo e definitivamente não é para os que tem coração fraco. Se você trabalha mais do que os concorrentes, sua chance de sucesso aumenta consideravelmente.

Como montar uma pesquisa de mercado

Acompanhando o artigo da última segunda-feira, sobre como fazer uma análise de mercado, resolvemos fazer a semana da pesquisa de mercado no Saia do Lugar.

No post já citado, o Millor falou sobre os fundamentos de pesquisa de mercado. Os próximos dois artigos falarão especificamente sobre a análise de clientes e de concorrentes, respectivamente.

Hoje, embasados num post do Beco com Saída, falo sobre os detalhes básicos para a montagem de uma pesquisa de mercado, ou seja, quando você precisa definir:

  • Problema e objetivo do trabalho: as dificuldades identificadas por você, Empreendedor, e o que almeja descobrir com a pesquisa;
  • Público-alvo: grupo de pessoas e/ou de empresas que têm características em comum para responder a pesquisa;

  • Mercado-alvo: a região de abrangência (bairro, cidade, estado etc.);

  • Amostra: o número de pessoas/empresas a serem sondadas. Normalmente, para pessoas físicas, a proporção é de um pesquisado para cada mil, mas MPEs não precisam realmente de algo comprovadamente quantitativo. Por exemplo, nossa consultoria de marketing fez uma pesquisa com apenas 50 empresas nascentes e conseguimos o que queríamos – sabemos o que nossos clientes querem;
  • Ferramentas (como pesquisar): a pesquisa pode ser feita por telefone, internet, e-mail, entrevistas pessoais, mala direta etc;

  • Prazo para sua execução: não há um prazo padronizado para realizar uma pesquisa. Isso depende do problema, do público, do grau de abrangência e, claro, da sua pressa em sair do lugar;

  • Recursos financeiros para sua viabilização: isso depende dos recursos utilizados (ex.: telefone), mas se você fizer pela internet, pode usar ferramentas gratuitas, como o Google Forms. Você também pode optar por contratar uma empresa especializada em pesquisas ou uma consultoria em marketing, mas saiba que pesquisas de mercado não são bichos de 7 cabeça e, acima de tudo, nada melhor do que você falar com seu cliente.

Abraços,

Luiz Piovesana (por empreendedores querendo conhecer seu mercado)

Dica diária ao Empreendedor 58: Permita test-drives do seu produto

A dica de hoje foi mandada por Guy Kawasaki através do seu blog How to change the World.

Eu acredito que pessoas são automaticamente inteligentes. Se você fornecer a elas as informações certas, elas serão os melhores julgadores da compatibilidade do seu produto ou serviço. Eu não acredito que você deva (ou possa) forçar que pessoas se tornem consumidores. Minha recomendação é que você permita que as pessoas façam test-drives do seu produto ou serviço para que elas possam tomar suas próprias decisões. Essencialmente, você está dizendo, “Eu acho que você é esperto e, por isso, eu vou permitir que você teste meu produto pra ver se ele funciona pra você. Eu espero que dê certo e que nós possamos fazer negócio.”

Portanto, faça qualquer coisa para que pessoas façam download da sua versão teste de software, usem seu site, dirijam seu carro, comam no seu restaurante, vão à sua igreja…

Saia do Lugar 2.0 e boas-vindas ao novo sócio

Após a troca de domínio na semana passada para www.saiadolugar.com.br, ontem foi lançado o novo layout do Saia do Lugar, enfim caracterizando a versão 2.0 do nosso blog.

Por isso, queremos agradecer muito ao Mauro, o mais novo sócio da Empreendemia, pelo empenho nesse ótimo design (pelo menos pra nós =D) – valeu, Mauro! Além disso, queremos anunciar que agora o Saia do Lugar conta com mais um integrante na produção de posts e administração: sim, o Mauro também! Seja bem-vindo.

Aguarde, pois mais novidades surgirão em breve em conteúdo e ainda no layout.

Abraços,

Luiz Piovesana (versão 2.0)

Video: Apple – “Pense diferente” (Think Different)

Esse vídeo faz parte de uma campanha publicitária que a Apple começou em 97 sob o slogan “Think Different”.

Sua mensagem fala sobre a importância de ter novas ideias e questionar o que já existe para mudar o mundo. Ou seja, uma das princiapais características dos empreendedores.

É um vídeo bem conhecido na internet, mas sempre vale a pena relembrá-lo.

Link direto para o vídeo no Youtube aqui.

Abraços,
Millor Machado (pensando diferente)

Dica diária ao empreendedor 57: Aprenda a dizer “não”

A dica de hoje foi dada por Seth Godin em seu blog.

Se você é talentoso, as pessoas querem mais de você. Elas pedem por isso e aquilo de forma educada e serão beneficiadas com a ajuda que você pode dá-las.

A escolha: você pode dissipar seu dom atendendo aos pedidos das pessoas e deixando-as felizes temporariamente, ou você pode mudar o mundo dizendo “não” de vez em quando.

Você pode dizer “não” respeitosamente, é possível dizer “não” de cara ou dizer “não” indicando alguém que pode dizer “sim”. Mas dizer “sim” sempre não te ajudará a fazer o seu trabalho.

Dizer “não” para pessoas “pidonas” te dá recursos para dizer “sim” para oportunidades importantes.

Como fazer uma análise de mercado

Após uma semana conturbada, estamos de volta com nossos artigos. O tema de hoje é algo que assombra muitos empreendedores, mas que no final é essencial para quem está pensando em lançar um novo produto: a análise de mercado.

Afinal, qual o significado de uma análise de mercado?

analise-de-mercado

A análise serve para você chegar a duas, e apenas duas, conclusões.

O que os seus clientes querem? (Confira artigo completo aqui)

Não importa muito se você acha o produto genial, lindo e maravilhoso, você precisa saber o que seu potencial cliente acha. Se você está querendo lançar um produto já existente, descubra o que as pessoas gostam nele e copie ou faça melhor do que o já existente. Descubra os problemas enfrentados pelos clientes e evite que sua versão tenha esse problema.

O que os seus concorrentes oferecem? (Confira artigo completo aqui)

Lembre-se que se você acha que não terá competição há algo errado. Mesmo sendo um produto totalmente novo, ele precisa satisfazer uma necessidade já existente. Imagine que você era um vendedor de celulares na antiguidade, sua concorrência seriam os treinadores de pombos-correio. Baseado no que os clientes querem, analise como você está em relação aos concorrentes. Aqui vale muito a criatividade para pensar em como superá-los.

Na prática, existem 2 formas de conseguir essas informações.

Pesquisa de gabinete: Procurar informações em internet, jornais, etc. pode ser uma boa possibilidade, mas dificilmente te dará ideias muito específicas. Recomendo essas fontes apenas para dar uma noção do potencial de mercado, as informações mais úteis virão na pesquisa de campo.

Pesquisa de campo: Em algum momento será necessário perguntar diretamente ao cliente o que ele quer, reuniões presenciais são a melhor opção. Cara-de-pau e um bom papo farão muita diferença. Afinal de contas, as pessoas são ocupadas, não é fácil pedir para elas pararem suas vidas por um tempo só para te passar informações. Também nunca se esqueça da ética no processo.

Logicamente dependendo do tipo de negócio as informações serão obtidas de formas diferentes, mas no final não são as planilhas, relatórios, estudos, etc. que importam, são as conclusões criativas sobre como satisfazer o cliente de uma forma melhor do que ele é satisfeito hoje em dia.

Caso tenham histórias ou sugestões sobre como fazer melhores análises de mercado, por favor nos mandem.

Abraços,
Millor Machado (lutando contra um bicho de 7 cabeças)
P.S.: Recomendo fortemente a leitura do livro Estratégia do Oceano Azul para quem pretende surpreender os clientes e tornar a concorrência irrelevante.

Dica diária ao empreendedor 56: Impaciência para o sucesso

A dica de hoje foi dada por Usman Sheikh em seu blog Journey of a Serial Entrepreneur.

Estava conversando um dia desses com um amigo meu sobre minhas ambições de trabalhar em um banco de investimentos. Eu lhe falei sobre minha experiência no meu primeiro estágio, na área de investimento em um banco multinacional. Acontece que, para subir na carreira era necessária muita pesquisa de dados e uso de excel e power point entre os meus 20 e 30 anos.

Demorei 3 dias para sair do meu estágio, baseado na conclusão de que definitivamente não era aquilo que eu queria fazer. Durante nossa conversa no telefone, eu usei a frase “impaciência para o sucesso”. Eu refleti sobre essa frase e percebi que é uma característica comum em muitos empreendedores. Nós temos grandes ambições e queremos alcançá-las o mais rápido o possível. Nós podemos não estar sempre procurando atalhos, mas definitivamente estamos na busca por um caminho mais rápido que o tradicional.