Quanto mais cabeludo é o problema do cliente, mais difícil é entregar a solução completa, por isso aqui vão 4 dicas para quem quer resolver o problema até o fim, garantindo a satisfação do cliente, mas sem se matar pra isso. veja mais
Se está entre as pessoas que "não tem tempo pra nada", confira abaixo algumas diferenças de postura que podem te levar a um dia-a-dia muito mais produtivo. veja mais
A dica de hoje foi dada por Tom Szaky. Tom desistiu de Princeton para vender húmus de minhoca para varejistas, incluindo The Home Depot. TerraCycle trabalha agora com empresas com iniciativas de responsabilidade social corporativa. O novo livro de Szaky “Revolution in a Bottle” descreve a sua jornada.
Seja simples, não importa o quão complexo é o seu negócio.
Eu tenho apenas algumas regras para gerenciar a TerraCycle, baseado no meu conhecimento de que os clientes querem um produto de alta qualidade mas não pagarão por ele ser “verde”, mesmo em bons tempos econômicos. Essas regras básicas influenciam tudo que fazemos em um típico dia de trabalho, desde o desenvolvimento de novos produtos até construir parcerias com fornecedores e varejistas.
Quando uma empresa está prestes a lançar um produto, ela precisa definir como trabalhar a relação preço versus promoção para que consiga não só repor os gastos com desenvolvimento, distribuição e divulgação, mas também mostrar tração em relação à aceitação do cliente final, dos distribuidores e, finalmente, virar um sucesso.
Por todos esses motivos, essa é a etapa mais complicada na vida de um produto e mesmo de uma empresa. Assim, passamos abaixo 4 opções de estratégias de como relacionar preço e promoção ao lançar um produto:
A bola da vez- Todos querem ter (ex.: tamagotchi, o bichinho virtual)
Preço de entrada: Mais alto que a média
Investimento em promoção/propaganda: Alto
Tamanho do mercado: Grande
Desejo de consumo: Alto e movido pelo pioneirismo de consumo
O produto é facilmente copiável? Não
Retorno sobre o investimento (breakeven): Curto/Médio prazo
TopClass – É pra poucos (ex.: iPhone)
Preço de entrada: Alto
Investimento em promoção/propaganda: Baixo
Tamanho do mercado: Pequeno
Desejo de consumo: Alto e movido pelo pioneirismo de consumo
O produto é facilmente copiável? Não
Retorno sobre o investimento (breakeven): Curto/Médio prazo
Sensação- Vem forte hoje, mas amanhã aparecem 10 iguais (ex.: sabão em pó)
Preço de entrada: Baixo
Investimento em promoção/propaganda: Alto
Tamanho do mercado: Grande – corrida acirrada pela liderança determinada pelos custos
Desejo de consumo: Cliente sensível ao preço baixo
O produto é facilmente copiável? Sim, mas é uma novidade no mercado
Retorno sobre o investimento (breakeven): Longo prazo
Mineirinho – quieto e aos poucos (ex.: Bombril)
Preço de entrada: Baixo
Investimento em promoção/propaganda: Baixo
Tamanho do mercado: Grande e concentrado em poucos concorrentes
Desejo de consumo: Cliente sensível ao preço baixo, o que é uma barreira para novos concorrentes
O produto é facilmente copiável? Sim
Retorno sobre o investimento (breakeven): Longo prazo
Os exemplos acima são de grandes corporações, mas as estratégias são aplicáveis para qualquer tamanho de empresa. Por exemplo, como entrar no mercado de padarias no centro de Americana (SP)? Quanto e que tipos de propaganda eu preciso? Vou colocar um produto com uma receita secreta?
A dica de hoje foi dada por Bahar Gidwani. Bahar é gerente, conselheiro e estrategista de empresas de internet. Ele é atualmente o CEO tanto da Sonibyte (serviços de podcast) (serviços de podcast) quanto da EkoHub (pesquisas de valor social).
Quase todo fornecedor com quem você lida te dará um desconto se você pedir. Isso inclui advogados, agentes de seguro, serviço de hospedagem, aluguel, telefone etc. Para conseguir o desconto que você merece seja paciente, persuasivo e persistente.
Ouça as razões pelas quais eles não podem te dar um preço melhor, dê razões de por que você o merece e os ajude a entender seu ponto de vista. Seja simpático com pessoas que você fala na linha de frente, mas esteja preparado para falar com o chefão pra conseguir seu desconto, se for necessário.
Um corte de 20% nos custos pode adiantar seu breakeven em 6 meses ou um ano. Além do mais, isso ajuda a criar uma cultura que seus funcionários vão seguir e também mostra ao seu investidor que você não está desperdiçando o dinheiro dele.
O video mostra de uma maneira bastante didática o que é e como surgiram as redes sociais, porém se valendo de exemplos mais tangíveis do que o normal. Vale muito a pena conferir!
Dica mandada por Brian Linton. Brian é empreendedor, já viajou pelo mundo, é um escritor ávido e professor. Os produtos de sua empresa (Sand Schack) podem ser encontrados em lojas nos EUA.
Existe uma grande diferença entre marketing por e-mail e spam. De jeito nenhum eu encorajo ou acho que spam é uma boa forma de construir seu negócio. Ao invés disso, colete e-mails de qualquer cliente em potencial que você conhecer. Use então algum serviço de marketing por e-mail como iContact, Constant Contact, ou qualquer outro serviço que organize sua lista de e-mails.
Usando um serviço de marketing por e-mail, você pode criar newsletters para manter seu cliente em potencial atualizado sobre novas ofertas e promoções. É uma forma muito barata de se manter conectado com seus clientes em potencial e possivelmente torná-los clientes.
Eu fico impressionado com o quanto que e-mails que eu mandei recentemente em campanhas de marketing foram bem recebidos. Além disso, eu consigo alcançar todos os meus clientes em potencial com um click do mouse.
Definir o preço de seu produto ou serviço nunca é uma tarefa fácil. Por mais óbvio que seja, nem sempre o empreendedor se lembra que o preço ideal é aquele que o cliente está disposto a pagar.
3 passos para ter uma noção inicial do preço
Ver o quanto é cobrado por produtos/serviços concorrentes ou similares: Mesmo em produtos inovadores, sempre será satisfeita uma necessidade existente. Por exemplo, o celular revolucionou a telefonia, mas desde o começo da humanidade as pessoas tinham a necessidade de se comunicar com as outras. Descubra o quanto as pessoas pagam para satisfazer essa necessidade e tenha uma primeira noção do seu possível preço.
Analisar o custo de produção: Lucro = Receita – Custo. Sabendo o custo, você saberá o quanto precisará cobrar para ter lucro.
Descobrir o quanto o cliente está disposto a pagar: Esse é disparado o ponto mais importante, porém mais difícil. Você pode descobrir o quanto o cliente pagará de 2 formas: perguntar diretamente ao cliente ou tentar vender com certo preço e ver a reação das pessoas.
Lembramos que não existe, nem nunca existirá, uma fórmula mágica que te dirá o preço ideal pois existem muitos fatores psicológicos que influenciarão o valor visto pelo cliente. Um exemplo é o mercado de roupas. Quantas roupas “de marca” são caríssimas por causa da etiqueta, ao invés da qualidade da roupa?
Os 3 passos servem para ter uma noção básica. Sempre acompanhe a reação das pessoas à variação de preços e colha o máximo possível de feedbacks de seus clientes, eles te dirão como alcançar o melhor preço.
O próximo post será sobre estratégias de vendas, o que influencia bastante o preço que poderá ser cobrado. Confira aqui.
Abraços!
Millor Machado (tentando criar um produto que “Não tem preço”)
A dica de hoje foi dada por Clay Howard. Clay é Gerente Associado de Desenvolvimento no Centro Nussbaum de Empreendedorismo em Greensboro, NC. Ele auxilia diariamente cerca de 65 empreendedores a crescerem suas empresas.
Seu cliente não tem outra preocupação além de “Como isso me beneficia?”
É isso.
Se você não responder essa pergunta em todo seu material de marketing, você está jogando dinheiro fora. Não importa o quanto você gasta no seu logo e no seu papel timbrado se a sua mensagem não responder essa pergunta básica na mente do cliente. Mostre que seu produto ou serviço tem valor para eles e suas chances de sucesso aumentarão.
Inaugurando a sessão: Perguntas ao especialista, tenho a honra de disponibilizar para vocês a entrevista que fiz com Rodrigo Bussab sobre a importância do planejamento financeiro pessoal.
Rodrigo é formado em Administração de Empresas com especialização em Marketing pela EAESP/FGV e MBA em Marketing de Serviços com foco em Comunicação pela ESPM. Tem experiência de mais de 10 anos em Planejamento Financeiro.
Como executivo contratado, ocupou posições gerenciais nas áreas de Negócios (Comercial e Marketing) em empresas nacionais e internacionais. Em destaque:
» Nacional Seguros (hoje Unibanco),
» MONY Consultoria (empresa do grupo AXA Financial),
» HQ Escritórios Virtuais (hoje Infinity),
» Família Schürmann
» Fellipelli Desenvolvimento Humano
Qual a importância do empreendedor ter um bom planejamento financeiro?
A vida pessoal do empreendedor está extremamente ligada à vida da empresa. Só que a pessoa física deve ter um tratamento independente da pessoa jurídica, embora esta seja provedora daquela. Por exemplo, você pode estabelecer que a sua empresa cresça 20% ao ano e que em 5 anos esteja com um faturamento de R$20 milhões por ano. Já seus objetivos pessoais podem girar em torno do objetivo de ter uma vida digna depois do período produtivo, traduzindo, uma aposentadoria sem depender de ajuda de ninguém.
Assim como você contrata um especialista em TI para montar o parque tecnológico da sua empresa, um outro para cuidar da segurança, um outro para a contabilidade, você tem que delegar os cuidados com sua vida financeira pessoal para um especialista. Porque com tanta coisa para cuidar, muitas vezes nossos planos ficam de lado.
Que tipos de serviços existem na área?
O consultor deve ter ferramentas para atuar em 3 frentes:
• Acumulação de Patrimônio – geralmente a fase da vida aonde estamos gerando renda proveniente do trabalho. Todos nós (ou 99,9%) precisamos de mecanismos que disciplinem a poupança de um pedaço daquilo que geramos;
• Proteção de Patrimônio – o resguardo que o provedor ou provedora devem ter durante o caminho da realização do seu sonho financeiro. E se durante a formatação de um patrimônio o provedor morre? Como fica a família?
• Sucessão do Patrimônio – para aqueles que já estão na fase de usufruir da montante acumulado durante sua vida produtiva. Como cuidar para viverem com dignidade depois que diminuem ou cessam os rendimentos provenientes do trabalho?
Quais são as habilidades que um bom profissional da área precisa ter?
• Pensamento estratégico;
• Visão global;
• Diagnóstico de informações;
• Análise e interpretação;
• Elaboração de plano financeiro pessoal;
• Identificação de oportunidades;
• Discernimento de produtos e serviços mais adequados para cada situação;
• Acompanhamento e orientação na implementação de soluções.
Algum material recomendado para quem quiser aprender mais sobre o assunto?
Estou lendo um livro chamado “O Homem Mais Rico da Babilônia” de George S. Clason. Tem segredos de sucesso dos antigos babilônicos, os habitantes da cidade mais rica e próspera do seu tempo. São soluções sábias e atuais. Também gosto das publicações Mauro Halfeld e Gustavo Cerbasi para quem quer ter noções básicas.
Quais são as dicas que o leitor pode aplicar desde já para um melhor planejamento das finanças pessoais e do empreendimento?
Ter um norte: Você precisa saber aonde quer chegar e com quanto dinheiro quer acumular naquele momento. Isso exige cálculos de um especialista. Um consultor financeiro pode ajudá-lo no início e durante a execução do plano, no sentido de corrigir o rumo ao longo desta jornada, porque as pessoas mudam, o mundo muda, os negócios mudam.
Gastar menos do que ganha: Parece obvio, mas o ser humano tem uma incrível queda por descobrir aonde pode gastar aquele dinheiro que está sobrando. O mundo moderno nos induz ao consumo desenfreado. Preste atenção quantas vezes você pronuncia (ou ouve pronunciar) a frase “eu preciso comprar”.
Guardar 10% de tudo que ganha: Se você hoje gasta 100% do que ganha, procure viver a 90%. Ninguém fica rico sem sacrifícios.
Ter um plano B: Se você fez um plano de 15 ou 20 anos para você ou sua família, tem que se precaver contra uma morte repentina, ou contra uma invalidez. Contrate um bom seguro de vida e viva tranqüilo.
Se você tem dúvidas a serem mandadas para o Rodrigo, por favor poste nos comentários ou mande para millor@empreendemia.com.br.
Abraços!
Millor Machado (por empreendedores que saibam como ficar ricos)
Dica mandada por JunLoayza. Jun é fundador da FutureDelivery, lugar em que ele está criando o Viralogy, rankeador de blogs e outros mídias sociais.
Todo mundo tem sorte pelo menos uma vez na vida. A maioria de nós é muito medrosa pra aproveitar a chance ou muito estúpida e não a vê quando está bem diante do nariz. Se você trabalha com afinco e mantém seus olhos no horizonte, você saberá quando uma oportunidade chegou e, ainda mais importante, terá confiança para agarrá-la pra valer.
Sua meta é trabalhar duro todos os dias da sua vida, para que no dia em que a sorte chegar você esteja pronto para aproveitar a oportunidade e fazer algo grande.
Como falamos anteriormente (aqui e aqui) o Plano de Negócios não é o primeirodocumento para quem está começando uma empresa; ele é importante pois será a estratégia inicial da empresa depois de certo tempo maturando a ideia e saindo do lugar, mas não, não é o primeiro.
O primeiro documento é uma apresentação em power point sucinta sobre sua ideia, com o objetivo principal de receber críticas e sugestões sobre o desenvolvimento do seu negócio. Suas principais características são:
Forma (simples e objetiva)
Ela deve ter pouquíssimo texto e passaruma mensagem por slide (sim, só uma!);
Escreva com uma fonte grande o suficiente para que quem esteja vendo enxergue tudo muito bem;
Não leia sua apresentação. Pessoas normalmente leem mais rápido do que você fala;
10 slides é o ideal! Já que você vai passar uma mensagem por slide, mostraremos que 10 são suficientes (abaixo, na parte de conteúdo);
Até 20 minutos para apresentar: seu objetivo é ouvir o que a outra pessoa tem pra falar, então gaste a maior parte do tempo nisso e não enchendo-a de informação desnecessária.
Conteúdo (10 coisas que você precisa colocar na apresentação)
O que você já fez até agora e qual o cronograma pro futuro próximo
Extras
Não tenha medo de expor sua ideia. Espalhe sua ideia – muito melhor você testar se ela vale a pena, do que tentar protegê-la contra roubo e acabar construindo algo não comercializável.
Apresente sua ideia muitas vezes. Quanto mais vezes você falar sobre sua ideia, mais feedbacks e sugestões você recolherá e mais naturalmente você o fará.
Seja mutável, aceite feedbacks. De nada adianta você conversar com inúmeras pessoas se você simplesmente ignora suas sugestões – de duas uma pra você ignorar algo, ou você não ouviu nada útil e aí precisa procurar pessoas boas, ou você é cabeça-dura e aí você vai persistir numa ideia e provavelmente não se dar bem (sim, existem pouquíssimas exceções).
Essa foi nossa experiência durante os primeiros passos da empresa – e vocês, que sugestões podem dar?