Dica diária ao empreendedor 29: Edital PRIME dá 120 mil reais para 120 startups inovadoras

A dica de hoje é de Gilberto Jr. Ele é sócio da Amanaiê, designer de interfaces há 8 anos e mantém o blog prati.ca. Foi um dos primeiros a trabalhar com Web 2.0 e escrever sobre o assunto no Brasil. Escreve regularmente na startupi.

Agora parece que o governo resolveu dar uma boa ajudinha com o edital PRIME, que vai dar R$ 120.000,00 para 120 startups inovadoras investirem, principalmente, em apoio ao empreendedor e gestor do negócio e, ainda, para contratação de consultorias de mercado em áreas de gestão consideradas relevantes para a empresa.

“O Programa da Primeira Empresa Inovadora tem como objetivo apoiar o desenvolvimento de empresas nascentes inovadoras, criando condições financeiras favoráveis para que elas possam enfrentar com sucesso os principais desafios de seus estágios iniciais de crescimento”, diz o site do programa.

No segundo ano do Programa, a empresa também poderá receber um crédito adicional de mais R$ 120 mil, do Programa Juro Zero. Nesse caso, o financiamento será devolvido em 100 vezes sem juros.

Postagem original: Edital PRIME dá 120 mil reais para 120 startups inovadoras

Características e mitos sobre otimização em sistemas de busca (SEO)

Temos lido bastante sobre algo que teoricamente é mágico e difícil de entender, mas que na verdade tem uma ciência por trás, o funcionamento do Google.

Mais importante do que qualquer técnica, o Google faz o máximo para mostrar sites que sejam relevantes para a busca do usuário. Portanto, assim como para ganhar dinheiro você precisa fazer o bem, para aparecer bem no Google é a mesma coisa. Vou explicar melhor o funcionamento básico e recomendarei alguns links para uma leitura mais aprofundada.

Existem 2 principais fatores que influenciarão na sua posição.

  1. Pagerank: Cada página que linka para a sua dá um voto de confiança para o Google dizendo que sua página é relevante. Páginas mais votadas, tem um maior Pagerank e páginas com maior Pagerank tem votos com maior peso. Ou seja, é diferente você ter um link pra sua página vindo do Globo.com de ter um link do blog do seu vizinho.
  2. Relevância do conteúdo: Além do número de links, a sua estrutura “amigável” ao usuário fará o Google te dar melhores posições. Existe uma série de fatores técnicos que pode fazer seu site ter uma melhor colocação, mas tenha sempre em mente que todos esses fatores servem para seu usuário ter uma experiência relevante quanto entrar no site.
Infelizmente como o mundo não é feito apenas de pessoas boazinhas, algumas pessoas altamente ingênuas tentam enganar o Google criando links para seus sites em lugares irrelevantes, copiando conteúdos de outros sites, enchendo de palavras chave sem relevância, etc. Obviamente o Google consegue perceber esse tipo de trapaça e pode facilmente retirar seu site do sistema de busca se detectar alguma irregularidade.
O Google não chegou aonde chegou por sorte, tentar enganar os caras que revolucionaram a internet mundial não é muito esperto.

Para auxiliar as empresas nessa área, existem empresas chamadas empresas de Search Engine Optimization (SEO). Basicamente o que elas fazem é aumentar o número de links para as páginas através de fóruns de discussão, comentários em blogs, etc. e alterar a estrutura do site para ele ser mais “amigável”. Pessoalmente sou a favor da contratação de empresas de SEO, já que aparecer no Google pode te trazer ótimos resultados, mas é necessário tomar alguns cuidados para contratar uma empresa que seja realmente confiável e traga bons resultados.

Para quem quiser se aprofundar mais no tema, colocarei links em que o próprio Google explica melhor esses temas:

Se vocês tiverem dúvidas ou sugestões sobre otimização no Google, por favor nos mande nos comentários. Na sexta-feira postaremos uma entrevista que fizemos com um especialista na área, não percam!

Abraços!
Millor Machado (fã incondicional do Google)

Dica diária ao empreendedor 28: Se posicione como uma autoridade

A dica de hoje foi dada por Sean McPheat. Sean é a referência em “vendas modernas” no Reino Unido.

Como um empreendedor moderno, você precisa se posicionar como uma autoridade e um expert no seu ramo.

Isso faz seus possíveis clientes te procurarem para fazer negócios ao invés do contrário! Para fazer isso, apareça na mídia através de artigos, posts em blogs, entrevistas na TV e falando em conferências e feiras de negócios.

Você pode também ser o “Richard Branson” ou “Gordon Ramsay” do seu negócio. Eles são conhecidos como serem representantes de suas marcas e seus negócios e você pode facilmente fazer isso, não importa o que você venda. Uma figura de autoridade é a pessoa da indústria que todos procuram. Para se destacar, pense em como você quer ser conhecido. Por exemplo, quem é que conhecido por prever tendências na sua indústria? Comece a se posicionar como essa pessoa.

Para se aprofundar no tema, recomendamos o artigo: Como tornar-se um rockstar na sua área.

Uma referência precisa manter-se informada. Pra isso, vale a pena assinar nosso RSS ou nos seguir no Twitter: @empreendemia.

Video: Guy Kawasaki – the art of the start (a arte do começo)

Este é o video com Guy Kawasaki dando uma palestra sobre como se começar um negócio. Essa palestra é não só referência em conteúdo e uma de suas aparições mais comentadas, como também nos inspirou muito – recomendamos todos os 39 minutos e pouco desse video (que está com legendas em português!).

Vale lembrar que essa palestra é baseada no livro A Arte do Começo, obviamente escrito pelo Kawasaki.
Aproveitem!

Link direto para o video aqui.

Dica diária ao Empreendedor 27: Todos os seus clientes são iguais? Não!

A dica de hoje foi dada por Theresa Valade. Ela tem mais de 20 anos de experiência em gestão e coaching com know-how em operações, vendas, marketing e RH.

Ser seletivo com seus clientes pode te ajudar a otimizar sua performance e tirar você e seus funcionários dos clientes que consomem demasiada energia de vocês.

Leve em conta a regra 80/20. Você ganha 80% do seu lucro com 20% da sua clientela. Os outros 80% dos seus clientes geram somente 20% do lucro, mas grande parte dos seus problemas e dores de cabeça vem deles.

Se no processo de venda você vir que esse possível cliente pode se tornar um sugador da sua energia, aprenda a dizer não. E aprenda a dizer tchau a clientes desagradáveis e que não trazem lucro. Se eles são realmente um peso para funcionários e a organização em si, tenha coragem de largá-los.

Livrando seus funcionários e recursos, seu negócio pode ter foco em atrair o cliente lucrativo e prover aos atuais clientes mais tempo, atenção e valor.

Como estabelecer uma nova marca

Quem nunca sonhou em criar um produto que virasse a referência do mercado, tivesse recorde de vendas e que os consumidores amassem?

Abaixo passo algumas dicas de como fazer uma boa marca (branding) para o seu produto, sendo ele a próxima coca-cola, a próxima pulseira amarela ‘live strong‘, o cachorro-quente com vinagrete especial pós-balada que mais lucra na cidade ou a lasanha caseira da Maria.

1- Comunique como você melhora a vida do seu cliente
De nada adianta você falar sobre como você quer acabar com a concorrência – o foco é seu cliente, lembre-se que é ele quem compra o seu produto! Fale sobre como a vida dele será melhor por causa do seu produto.

2- Comunique uma coisa de cada vez
Ótimo que você vai falar algo para o seu cliente, mas não o confunda: transmita uma mensagem de cada vez. Ele não saberá se ele é realmente o cliente se você não for bem específico em definir o problema que seu produto resolve. É claro que seu produto pode ter mais atributos e alcançar maiores públicos – nesse caso você pode trabalhar com diferentes canais de comunicação ou com o fator tempo.

3- Palavras: não use jargões ou o mesmo que a concorrência
Use uma mensagem que possa ser usada no futuro, logo o uso de jargões ou palavras muito específicas do segmento podem limitar a usabilidade e amplitude de possíveis clientes – pergunte para os seus pais antes de aprovar algo e você terá seu teste; além disso, de nada adiantar usar os mesmo adjetivos que a concorrência usa para seu produto – lembre-se que você quer se diferenciar, logo ache também palavras diferentes (isso não significa ‘complicado’) para comunicar isso.

4- Espalhe a mensagem dentro da empresa antes
Comece de dentro: se seus funcionários não comprarem a ideia do produto, não forem capazes de espalhar a marca por aí ou mesmo não entenderem nada, revise sua estratégia de comunicação – não simplesmente assuma o risco e queime seu produto de cara.

5- Credibilidade não vem de propaganda
É claro que você investirá dinheiro em propaganda, mas para estabelecer uma marca robusta e, principalmente, com credibilidade, você precisa que outros falem sobre seu produto, não você mesmo. Logo, o foco inicial é em Relações Públicas e não propaganda, o que significa que você precisa que pessoas e mídia espontânea espalhem seu produto por aí.

6- Alcance o nível pessoal
Pessoas viram ótimos consumidores quando se identificam fortemente com seu produto e abraçam a marca ou seu exemplar. Por exemplo, eu digo “a lata de coca-cola” e nunca diria “o meu CD virgem maxell“.

7- A palavra final da marca é do consumidor
Você pode ter comunicado que seu produto era x, y e z, mas se depois de um tempo o consumidor achar que ele é w, simplesmente aceite, passe a comunicá-lo direito e fique feliz de que existem consumidores – nunca reclame que seu produto está sendo usado pra finalidade ‘errada’, pegue o dinheiro.

Você já usou essas ou outras dicas de como estabelecer uma marca ou gerir o branding do seu produto? Conte-nos sobre isso nos comentários.

Abraços,
Luiz Piovesana (por produtos com adoradores e marcas fortes)

Obs.: Baseado em artigo de Guy Kawasaki.

Dica diária ao Empreendedor 26: Não reinvente a roda

A dica de hoje foi dada por Derek Johnson (23 anos, desistiu da faculdade). Derek é CEO da Tatango, que permite a qualquer grupo colecionar, administrar e mandar mensagens para todos do seu grupo de computadores ou celulares.

Não importa qual é o problema ou desafio que você está tendo agora, você não é a primeira pessoa a tê-lo. Procure aconselhamento e direções de alguém que já passou pelo mesmo que você está passando – isso te impede de cometer erros no futuro que podem custar caro ($$).

Perguntas ao especialista: direito empresarial

Dando continuidade à sessão Perguntas ao Especialista, disponibilizamos abaixo a entrevista com André Lopes sobre o direito empresarial e dicas de como o empreendedor pode evitar problemas na área jurídica.

André é advogado formado pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas e é sócio da Baroni & Lopes Advogados, escritório sediado em Campinas que lida com direito empresarial, penal e cível. Ele pode ser contatado através do andrelopes@bladvogados.com.

1- Quais são os principais problemas que os empresários tem na parte jurídica?

Infelizmente, a resposta, nesse caso, é: Depende. A atividade explorada pela empresa vai ditar os problemas judiciais que possivelmente ela virá a enfrentar. O que observamos, de acordo com este parâmetro, são áreas que tendem a trazer mais problemas para as empresas de determinado ramo. Empresas com grandes linhas de produção e elevado número de funcionários, invariavelmente, terão um elevado número de Reclamações Trabalhistas. Empresas prestadoras de serviços, por outro lado, costumam ser acionadas judicialmente em função de lançamento de faturas/notas fiscais e cláusulas contratuais abusivas (vendas casadas, multas e juros exorbitantes), e ações relacionadas às relações de consumo. Empresas de logística, por exemplo, costumam ter problemas com tributos.

Lembrando que esses exemplos não são absolutos, dependendo da organização e adequação jurídica da empresa, certas áreas críticas podem estar funcionando melhor que outras, que não vem recebendo uma orientação jurídica efetiva e de qualidade.

2- Quais são as formas que existem para evitar esses problemas?

A consultoria jurídica é indispensável e fundamental ao empresário que visa minimizar seus problemas judiciais. A prática jurídica empresarial nos comprova que todo trabalho jurídico preventivo/consultivo, traz efeitos significativos na diminuição de perdas. Infelizmente, o empresário brasileiro ainda tem a cultura de que ações judiciais são vantajosas, no sentido de que as eventuais condenações dificilmente são efetivadas, gerando poucos prejuízos para empresa; essa não é mais a realidade do Poder Judiciário Brasileiro.

Os processos, embora ainda lentos, são muito mais efetivos, vide as famigeradas penhoras online e cruzamento de dados fiscais aos quais os Juízes tem acesso hoje para materializar a pretensão de um cliente (em outras palavras, compelir a empresa a pagar o cliente). Alguns processos são resolvidos em menos de um ano, com efetividade da sentença praticamente automática. Nesse passo, o custo de manutenção de um corpo jurídico para “apagar o fogo” é muito maior que o de um preventivo. Portanto, a única e principal arma do empresário que se preocupa com os problemas judiciais que sua empresa enfrenta ou pode vir a enfrentar, é consultar seu advogado de confiança para adequar os procedimentos da empresa à legislação vigente.

3- O que deve ser analisado no momento de escolher um bom escritório de advocacia?

É fato que a oferta de profissionais da área jurídica cresceu muito nos últimos anos. Embora o mercado esteja saturado de advogados, a qualidade do serviço prestado nem sempre é a mesma, como em qualquer prestação de serviços.

O primeiro fator que o empresário deve se atentar é a especialidade do profissional. A atividade empresarial envolve diversas áreas do direito, e a necessidade do empresário irá ditar qual profissional ele deverá contratar. Não adianta o empresário ter um advogado trabalhista de confiança e esperar dele os mesmos resultados que um especialista obteria numa ação de execução de título extrajudicial (uma “cobrança” de cheques, por exemplo).

Num segundo momento, é importante que o empresário busque referências desse escritório/advogado. O advogado, conforme dispõe seu código de ética, não pode fazer publicidade de seus serviços, restando como sua propaganda a indicação de clientes antigos para os novos.

Por fim, é importante que o empresário perceba se o profissional está ciente das suas necessidades e apto a satisfazê-las. Como já dito anteriormente, o dever do advogado atual é buscar ao máximo aliar sua atuação à redução de custos/aumento de ganhos do empresário, ou seja, diminuir o número de ações judiciais através da prestação de consultoria preventiva e negociação extrajudicial de controvérsias, dentro da possibilidade jurídica das matérias envolvidas no caso. Nessa mesma linha, o empresário deve se preocupar com a atualização do profissional, ou seja, se ele está ciente da legislação vigente, se realiza cursos sobre o tema, se busca modernizar os procedimentos de seu escritório para atender os seus clientes.

4- Quais são as dicas para desde já o empreendedor conseguir se previnir de problemas de ordem jurídica?

É um tanto utópico afirmarmos que o empresário conseguirá se “blindar” contra ações judiciais envolvendo sua empresa, pois a Constituição Federal garante a qualquer cidadão brasileiro o direito de acionar judicialmente qualquer pessoa física ou jurídica, entendendo ter sido algum direito seu prejudicado. Mas existem algumas maneiras de minimizar os problemas:

a) Evitar a utilização de modelos de contrato: os modelos, principalmente os disponibilizados na internet, podem conter cláusulas nulas, disposições baseadas em legislação não vigente (O Código Civil Brasileiro, que rege as relações civis do país, incluindo as empresariais, foi alterado significativamente em 2002, tornando a legislação anterior “inaplicável” (genericamente falando) e até mesmo desnecessárias;


b) Nunca, em hipótese alguma, assinar um contrato sem análise prévia de um advogado de confiança: contratos, até prova em contrário, manifestam a vontade de quem contrata, a síntese das expectativas das partes e conhecimento prévio dos termos. Existem contratos oferecidos aos empresários que contém cláusulas muito bem construídas que o vinculam a determinadas obrigações nem sempre vantajosas. Por outro lado, contratos de trabalho com cláusulas contrárias à legislação pertinente à atividade exercida pelo funcionário também motivam massivas ações trabalhistas, que podem facilmente condenar uma empresa a seu fim (sem contar os reflexos nos patrimônios pessoais dos sócios, mas isso é assunto para um outro momento).


c) Tenha sempre um contador de confiança: o contador pode ser o melhor ou o pior amigo do empresário, e, por conseqüência, de seu advogado. O serviço de contabilidade bem prestado auxilia muito a atividade do advogado num eventual processo que necessite comprovação de determinados recolhimentos fiscais ou trabalhistas.


d) “Consulte sempre um advogado”: não é apenas um adesivo “clichê” em carros de advogados. É necessário que o empresário abandone a noção do advogado como atuante universal e exclusivo de processos. O empresário, sempre que enfrentar uma situação em que encontre dúvida em relação às conseqüências jurídicas, deve contatar imediatamente um advogado para esclarecê-la. A advocacia consultiva/preventiva é atualmente a maior aliada do empresário, e o seu custo, num prazo razoável, demonstra-se infinitamente mais vantajoso que aguardar o “circo pegar fogo” e contratar um advogado para patrocinar sua defesa em um processo judicial oriundo de uma situação que poderia ter sido resolvida extrajudicialmente, evitando despesas com honorários advocatícios e o risco de perder a demanda judicial.

Caso você tenha dúvidas, deixe seu comentário ou escreva diretamente para o André (e-mail disponibilizado acima).

Abraços,
Luiz Piovesana (por empreendedores previnidos juridicamente)

Dica diária ao empreendedor 25: Estabeleça metas pessoais e profissionais

A dica de hoje foi dada por Brent Dees. Brent é diretor na Focus Four, uma empresa que ajuda donos de pequenos negócios a trabalhar menos e ganhar mais dinheiro.

Em 3 anos, como seu negócio estará?

Se você não consegue responder isso, você nunca chegará lá. 97% das pessoas não escrevem suas metas. Dessas, apenas 1% realmente corre atrás de objetivos. Você já fez uma viagem sem saber o destino? É frustrante, gasta tempo e não traz recompensas. Não administre seu negócio assim. Defina o que você quer, pessoalmente e profissionalmente.

Como conseguir o que você precisa usando e-mails

Obs.: Baseado em artigo de Guy Kawasaki.
Como diria um professor meu, e-mails podem ser uma ferramenta poderosíssima. Tome certos cuidados na hora de usá-la e ótimos resultados virão. Basicamente vou listar dicas para que você consiga o que quer sem perder o tempo das pessoas:
  1. Elabore o título do e-mail: Pessoas recebem muitos e-mails, escolha suas palavras no título para seu e-mail ser lido. Ex.: Quando mandei um e-mail pra Guy Kawasaki, escrevi “Your ideas really work!” no título e ele me respondeu. O cara é um guru, gosta de dar pitacos – falar que as ideias dele funcionam é um boa forma de chamar sua atenção.
  2. Não mande a mesma mensagem para milhares de pessoas: Todos gostam de atenção, se eu vejo que sua mensagem não foi feita especialmente pra mim, por que eu responderei? No máximo, escreva um modelo de e-mail com [Nome da pessoa] e [Nome da empresa] e substitua os nomes e mande pessoalmente.
  3. Seja direto quando for pedir alguma coisa: Se for alguém que você não conhece, se apresente em 1 ou 2 frases e peça o que você quer. Escrever sua história de vida raramente emocionará seu leitor.
  4. Não faça perguntas impossíveis: Perguntar “O que você acha da crise?” ou “Como está a economia do Brasil?” mostra que você teve preguiça de pesquisar. Perguntas como “Você poderia me passar o contato de Fulano?” ou “Podemos nos reunir para discutir esse assunto?” tem uma chance de sucesso muito maior. Seja específico no que você quer.
  5. Evite usar anexos de primeira: O leitor não te conhece, já abriu sua mensagem e leu seu e-mail, você ainda quer que ele gaste tempo abrindo um anexo?
  6. Peça permissão quando necessário: Se você precisar perguntar algo impossível ou mandar algum anexo, é mais recomendável você fazer um primeiro contato se apresentando e pedindo permissão para mandar o que precisar. Para marcar reuniões, eu ligo pro cliente e só quando ele já sabe do que se trata eu mando uma proposta em anexo.
  7. Mantenha o texto da mensagem anterior: Imagina que você recebe um e-mail escrito “Tudo bem, confirmado então.” mas você não lembra o que tinha escrito para essa pessoa. Isso seria, no mínimo, desconfortável.
  8. Tenha uma boa assinatura: A assinatura ajuda a pessoa a saber quem é você e como te encontrar. Não precisa escrever seu currículo na assinatura, o contato e algo que identifique onde você trabalha já resolvem.
Basicamente essas são as técnicas que nos usamos. E vocês, como fazem para mandar bons e-mails?

Abraços!
Millor Machado (por e-mails mais eficientes)